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Horta hidropônica em unidade prisional produz 1.200 pés de alface ao mês
Quatro reeducandos trabalham no cultivo, manejo e colheita da horta que tem três espécies de alface, uma de rúcula e cheiro verde
Sejudh-MT
Horta hidropônica em Vila Bela
O que antes era uma área sem nenhuma utilidade, hoje abriga uma bela horta hidropônica que dá ocupação a reeducandos da unidade prisional de Vila Bela da Santíssima Trindade, na região Oeste do estado. Quatro deles trabalham no cultivo, manejo e colheita da horta que tem três espécies de alface, uma de rúcula e cheiro verde. O projeto funciona há cinco meses e em média são colhidos 1.200 pés de alface por mês, além de 20 a 30 maços de cebolinha, salsa e coentro.
O diretor da unidade, Edvan Coelho, explica que a produção é absorvida pela Prefeitura para a merenda de escolas e creches do município. Outra parte é adquirida pela empresa que fornece a alimentação aos presos e funcionários da unidade prisional. “Também doamos ao hospital municipal para a alimentação dos pacientes”.
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Reeducandos trabalham na horta , além de desenvolver atividades na marcenaria
Na unidade prisional, outros 13 reeducandos também desenvolvem atividades na marcenaria, com a fabricação de móveis e na serralheria, e também montagem de lixeiras.
Na marcenaria instalada na unidade saíram 30 bancos para uma igreja da cidade e a reforma de 300 peças de mobiliário escolar. A madeira para a confecção dos bancos foi destinada pela Justiça, fruto de apreensões. No total, serão fabricados 50 bancos para a comunidade católica São Pedro.
Sejudh-MT
Mais de 300 peças de móveis que estavam quebradas e em desuso foram totalmente reformadas e hoje estão servindo aos estudantes de escolas da zona rural do município. Este trabalho tem parceria com a Prefeitura de Vila Bela.
C.G.P. trabalha na marcenaria da unidade prisional e ficou satisfeito e poder colaborar na reforma dos dos móveis escolares. “Foi um trabalho excelente que o diretor Edivan conseguiu para fazermos aqui na cadeia pública de Vila Bela. Foi uma reforma que fizemos com maior satisfação, para poder ajudar os alunos das escolas e ficaram muito boas as carteiras”. Ele considera o trabalho uma forma de mostrar à sociedade que quem está recluso também pode contribuir.
Sejudh-MT
Reforma de móveis escolares
No ano passado eles trabalharam ainda na limpeza e reforma de unidades escolares do município. Um grupo de cinco reeducandos reformou e pintou a Escola Municipal Ricardo Franco. De acordo com o diretor da unidade, os recuperandos receberam autorização judicial para trabalhar extramuros e receberam pelo serviço uma diária de R$ 35,00. “Com várias atividades desenvolvidas com parceiros do município estamos conseguindo mostrar que mãos antes usadas no crime, hoje estão fazendo trabalhos em benefício da sociedade. Este é o intuito da ressocialização”, afirmou Edvan Coelho.
O convênio com a prefeitura do município foi viabilizado por meio de parceira do Conselho da Comunidade e Secretaria de Justiça e Direitos Humanos. No ano passado foram reformadas creches e outros órgãos da administração municipal.
Sejudh-MT
Móveis reformados pelos reeducandos
Revitalização da cadeia
A Cadeia de Vila Bela também passou por reformas que revitalizaram toda a unidade. Os serviços foram executados pelos reeducandos. A unidade prisional recebeu ainda um circuito interno de câmeras que permite o monitoramento das áreas internas e externas e mais segurança à movimentação nas dependências, entrada e saída de funcionários e visitantes.
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CADEIA DE VILA BELA
diamantino
AGIRF aplica R$ 1,79 milhão em multas à Águas de Diamantino
A Agência Municipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) aplicou cinco multas à concessionária Águas de Diamantino, totalizando R$ 1.790.653,36 (Um milhão, setecentos e noventa mil, seiscentos e cinquenta e três reais e trinta e seis centavos), por falta de água, vazamentos e outras falhas na prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
Conforme informações repassadas pela AGIRF, as penalidades foram aplicadas a partir de reclamações acompanhadas pela Ouvidoria e de irregularidades constatadas pelo setor de Fiscalização da agência.
Somadas, as penalidades correspondem a 6.803 Unidades Padrão Fiscal (UPF), calculadas com base no valor de R$ 263,12 por unidade.
Diante dos problemas relatados e das reclamações registradas envolvendo a concessionária, a Prefeitura de Diamantino informa à comunidade que vem adotando providências administrativas e judiciais, além de buscar esclarecimentos e cobrar medidas para a regularização do abastecimento, respeitando as atribuições de cada órgão envolvido.
A Prefeitura reforça que a concessionária Águas de Diamantino é responsável pela prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, enquanto a AGIRF exerce as funções de regulação e fiscalização. A Administração Municipal segue acompanhando a situação e atua dentro de suas competências para cobrar providências diante dos problemas que afetam a população.
Como registrar sua reclamação
Aos moradores que enfrentam falta de água, a orientação é registrar a ocorrência diretamente com a Águas de Diamantino, pelo telefone 0800 647 6060, e guardar o número do protocolo.
Para solicitar o abastecimento por caminhão-pipa, a concessionária disponibiliza o contato exclusivo (66) 9629-9246. Os atendimentos serão realizados conforme a demanda e a disponibilidade dos veículos.
Caso o problema não seja solucionado, a reclamação pode ser encaminhada à Ouvidoria da AGIRF pelo telefone (66) 99227-5868. O registro das reclamações ajuda a agência a acompanhar as ocorrências, cobrar soluções e subsidiar as medidas de fiscalização.
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