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Homem tenta subornar e agredir policial civil durante recaptura

O policial teve escoriações, foi atendido e passa bem

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PJC MT

Durante recaptura na região norte, homem tenta subornar e agredir policial civil

Durante recaptura na região norte, homem tenta subornar e agredir policial civil

Equipes da Polícia Civil de Peixoto de Azevedo e de Guarantã do Norte recapturaram nesta quarta-feira (01.04), pela manhã, um foragido do Sistema Penitenciário. O homem de 44 anos foi localizado em uma propriedade rural no município de Nova Guarita, também na região norte. 

 

Ao chegar à propriedade para checar a informação, os policiais foram avistados por moradores da chácara que avisaram o fugitivo, que correu em direção ao pasto da chácara, porém, foi contido por um dos policiais. Ao ser detido, o homem ofertou dinheiro, dizendo que daria R$ 10 mil para que o deixasse fugir.

 

Depois de fracassada a tentativa de suborno, ele ameaçou o policial civil, dizendo que estava armado, foi novamente contido, mas passou a chutar o policial e ainda tentou desarmá-lo, quando foi necessário uso da força para contê-lo, sendo feito disparos em área não letal. Com a aproximação das equipes, o fugitivo foi imobilizado e algemado.  

 

O recapturado e o policial foram encaminhados para atendimento médico em uma unidade de saúde de Nova Guarita. O policial teve escoriações, foi atendido e passa bem.

 

De acordo com o delegado de Peixoto de Azevedo, José Getúlio Daniel, o fugitivo será autuado por resistência e corrupção ativa.

 

O foragido estava trabalhando, com autorização judicial, junto com outros presos custodiados na cadeia de Peixoto de Azevedo, na obra da nova Delegacia da Polícia Civil em Matupá, e eram acompanhados por um agente penitenciário. No dia 9 de março, durante intervalo do almoço, ele foi ao banheiro e fugiu.

 

Após liberado do hospital, o homem será encaminhado para a unidade prisional de Peixoto de Azevedo.

 

* Com infomrações PJC MT

 

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Cuiabá

Ministério Publico requer fechamento de Fort Atacadista inaugurado nesta sexta

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso ingressou com ação civil pública, com pedido liminar, requerendo o fechamento e a paralisação imediata das atividades exercidas pelo Fort Atacadista inaugurado nesta sexta-feira (27.11), na Rodovia Emanuel Pinheiro, saída para Chapada dos Guimarães.

O MPMT ressalta que o empreendimento não possui Alvará de Ocupação (Habite-se do prédio) e nem Licença Ambiental de Instalação e Operação. Além disso, parte do empreendimento foi edificado em Área de Preservação Permanente.

A 17ª Promotoria de Justiça Cível, que atua na defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural, enfatiza que para viabilizar a obra, foi realizada a tubulação de um córrego localizado na área sem qualquer autorização, colocando em risco a integridade física da população e degradando o meio ambiente.

Consta na ação que durante o trâmite do inquérito civil houve tentativas de resolução consensual e a empresa foi notificada por diversas vezes para que submetesse à aprovação do órgão municipal o projeto arquitetônico do prédio e a retirada de toda e qualquer edificação/construção/impermeabilização da Área de Preservação Permanente.

Segundo o MPMT, a inexistência de Habite-se (Alvará de Ocupação) apresenta risco iminente à população cuiabana, posto que somente o documento expedido pela Prefeitura Municipal certifica a adequação da edificação aos parâmetros técnicos de segurança.

CONFIRMAÇÃO

Em audiência realizada com o Ministério Público Estadual nesta quinta-feira (25), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável demonstrou que a empresa SDB Comércio de Alimentos Ltda não cumpriu os requisitos para a expedição do Habite-se, da Licença de Instalação e da Licença de Operação, não protocolou o Plano de Recuperação de Área Degradada e não possui projeto aprovado.

Atuando na defesa da coletividade, o pedido do MPMT é para que o empreendimento somente volte a funcionar após a regularização da edificação por meio da apresentação do Habite-se do prédio e licenças ambientais. A ação foi proposta na quinta-feira (25).

Fonte: MP MT
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