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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de São José do Xingu

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A ocupação com fins de colonização deu-se a partir da fixação da nova fronteira agrícola brasileira – o Estado de Mato Grosso. Os incentivos fiscais permitiram que novas áreas fossem povoadas, aumentando o contingente populacional estadual e criando novas unidades de colonização.

As primeiras famílias a se estabelecerem na região e a formarem o núcleo de povoação que deu origem ao município vieram de outros Estados, especialmente do sul brasileiro, numa supremacia de mais de oitenta por cento. A 19 de maio de 1974, chegaram as primeiras mudanças, nesta data comemora-se o dia de São José. O núcleo original de povoamento surgiu na Fazenda Bang Bang, do Sr. Maurin, de Goiânia, que tinha este nome em função dos inúmeros casos resolvidos à bala. 

Informações obtidas pelos mais antigos moradores do lugar que qualquer pendenga se resolvia em tiros. Lembrava os filmes de “bang-bang” – daí o nome que se deu ao lugar: Povoado do Bang Bang. Com o passar dos tempos a comunidade incorporou o nome do santo, ficando São José do Bang Bang. Não ficava bem o nome do orago ao lado de lembranças desagradáveis que a palavra “bang-bang” sugeria. No início da década de 1990, optou-se pela alteração da denominação, que foi batizada de São José do Xingu.  O efetivo povoamento intensificou-se a partir de 1976. A partir desta data verificou-se a chegada de inúmeras famílias de colonos. Fixaram residência e se iniciaram na atividade pecuária. No período que permaneceu como distrito do município de Luciara, a povoação de São José do Xingu alcançou um grau de desenvolvimento que lhe proporcionou sua emancipação.

O município foi criado através da Lei Estadual nº 5.904, de 20 de dezembro de 1991, de autoria do deputado estadual Hermes de Abreu e sancionada pelo governador Jayme Campos: 

Artigo 1º – Fica criado o município de São José do Xingu, com área totalmente desmembrada do município de Luciara…

Artigo 2º – O município ora criado é constituído de um só distrito, da Sede. Parágrafo Único – O município somente será instalado com a eleição e posse do prefeito, vice-prefeito e vereadores, realizada conforme a Legislação Federal.

SIGNIFICADO DO NOME: A denominação da localidade é homenagem ao santo padroeiro local, São José, comemorado no dia em chegaram as primeiras mudanças à sede do atual município e referência ao Rio Xingu, que passa a 42 km da sede municipal e, também, ao Parque Nacional do Xingu, do qual se avizinha.

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO XINGU





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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Tangará da Serra

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Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.

Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região. 

O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.

Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.

Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.

Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.

A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA

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