Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

SUA SAÚDE AQUI

 Grêmio vence o Cuiabá com atuação inusitada de Braithwaite

Publicados

em

Na noite deste sábado (10.08), o Grêmio venceu o Cuiabá por 3 a 1 em partida válida pela 22ª rodada do Brasileirão, realizada na Arena Pantanal. O destaque do jogo foi o estreante dinamarquês Braithwaite, que teve uma atuação peculiar ao marcar um gol contra e, em seguida, se redimir com dois gols a favor de sua equipe. Este feito marcou a primeira vez que um jogador dinamarquês balançou as redes na história do torneio.

Situação na Tabela

Com a vitória, o Grêmio alcançou 24 pontos e subiu para a 11ª colocação na tabela. Por outro lado, o Cuiabá permanece com 17 pontos, ocupando a 19ª posição e lutando para sair da zona de rebaixamento.

Primeiro Tempo

O jogo começou com o Cuiabá pressionando. Logo nos primeiros minutos, André Luís arriscou um chute forte, mas o goleiro Caíque fez uma boa defesa. Pouco depois, Caíque quase cometeu um erro ao deixar a bola escapar, mas conseguiu evitar o gol em cima da linha.

O Grêmio respondeu com uma finalização perigosa de Edenílson. Aos 23 minutos, o Imortal abriu o placar: Braithwaite chutou, Walter defendeu, mas Gustavo Nunes aproveitou o rebote e mandou para o fundo da rede.

O Cuiabá reagiu rapidamente e empatou aos seis minutos do segundo tempo. Lucas Mineiro desviou uma cobrança de escanteio de Max, e a bola bateu em Braithwaite antes de entrar, resultando em um gol contra.

Vasco derrota Fluminense no clássico carioca da 22ª rodada do Brasileirão

 

Após o empate, o Cuiabá teve algumas chances, mas não conseguiu convertê-las em gols. Aos 18 minutos, o Grêmio voltou a liderar o placar. Monsalve fez uma bela jogada e serviu Braithwaite, que marcou seu primeiro gol a favor do Grêmio, iniciando sua redenção.

Aos 40 minutos, o Grêmio selou a vitória com mais um gol de Braithwaite. O dinamarquês cabeceou firme, obrigando Walter a fazer uma boa defesa, mas no rebote, ele não desperdiçou e marcou seu segundo gol na partida, fechando o placar em 3 a 1.

Após a partida, o técnico do Grêmio, Renato Portaluppi, elogiou a resiliência de Braithwaite e destacou a importância da vitória. “Foi um jogo difícil, mas mostramos nossa força. Braithwaite teve uma estreia memorável, e sua capacidade de se recuperar após o gol contra foi impressionante. Estamos focados nos próximos desafios”, afirmou Portaluppi.

Do lado do Cuiabá, o técnico António Oliveira reconheceu a superioridade do adversário e a necessidade de ajustes na equipe. “Começamos bem, mas não conseguimos manter o ritmo. Precisamos trabalhar mais para evitar erros e aproveitar melhor as oportunidades. Vamos usar essa semana para corrigir os pontos fracos e voltar mais fortes contra o Atlético-MG”, comentou Oliveira.

A vitória do Grêmio sobre o Cuiabá não só melhora a posição do Imortal na tabela, mas também destaca a capacidade de superação de seus jogadores. Com Braithwaite se redimindo de forma espetacular, o Grêmio segue confiante para os próximos desafios na Libertadores e no Brasileirão.

Cruzeiro e Atlético-MG empatam no Mineirão na estreia de Deyverson

 

Próximos Desafios

O Grêmio volta a campo na próxima terça-feira, às 19h (horário de Brasília), para enfrentar o Fluminense no Couto Pereira, em partida válida pela Libertadores. Já o Cuiabá terá uma semana de descanso e retorna aos gramados no dia 17, às 16h, para enfrentar o Atlético-MG na Arena MRV. O Grêmio, por sua vez, retoma o foco no Brasileirão no mesmo dia, às 18h30, quando recebe o Bahia como mandante.

FICHA TÉCNICA

CUIABÁ 1 X 3 GRÊMIO

Local: Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Data: 10/08/2024
Horário: 19h (de Brasília)
Árbitro: Bruno Pereira Vasconcelos (BA)
Cartões amarelos: Caíque e Edenílson (Grêmio); Matheus Alexandre (Cuiabá)

Gols: Gustavo Nunes, aos 23′ do 1ºT (Grêmio) e Braithwaite (contra), aos 6′ do 2ºT (Cuiabá), Braithwaite, aos 18′ do 2ºT (Grêmi0); Braithwaite, aos 40′ do 2ºT (Grêmio)

Cuiabá: Walter; Matheus Alexandre, Marllon, Bruno Alves, Bruno Alves (Clayson) e Juan Tavares (Railan); Lucas Mineiro, Fernando Sobral (Lucas Fernandes) e Max (Eliel); André Luís (Derick Lacerda) e Isidro Pitta. Técnico: Petit

Grêmio: Caíque; João Pedro, Gustavo Martins, Natã e Fábio (Zé Guilherme); Pepê (Ronald), Villasanti, Edenílson (Cristaldo); Monsalve (Dodi),  Braithwaite (Aravena) e Gustavo Nunes. Técnico: Renato Gaúcho

Fonte: Esportes

Propaganda

SUA SAÚDE AQUI

8 dicas para evitar rupturas na farmácia hospitalar

Publicados

em

A ruptura de itens na farmácia hospitalar compromete mais do que o fluxo interno de abastecimento. Quando um medicamento ou insumo deixa de estar disponível no momento necessário, toda a cadeia assistencial sofre impacto, desde o atraso em protocolos até a pressão extra sobre equipes que já operam com alta responsabilidade. Em ambientes de saúde, prevenir falhas de estoque é uma medida diretamente ligada à segurança do paciente e à continuidade do cuidado.

Por isso, a rotina de gestão precisa ser organizada com critérios claros, monitoramento frequente e decisões baseadas no consumo real. Em vez de agir apenas quando o problema aparece, instituições mais preparadas estruturam processos que reduzem perdas, antecipam riscos e tornam o abastecimento mais previsível. Algumas práticas simples, quando bem executadas, fazem diferença concreta no dia a dia hospitalar.

1. Mapeie os itens críticos da operação

Nem todo produto tem o mesmo peso dentro da rotina assistencial. A farmácia hospitalar precisa identificar quais itens são indispensáveis para urgência, internação, centro cirúrgico, UTI e atendimento ambulatorial, separando o que é essencial do que pode ter reposição com menor prioridade. Esse mapeamento evita que a atenção da equipe se disperse em produtos de baixo impacto operacional.

Uma classificação por criticidade ajuda a definir níveis mínimos de estoque, frequência de conferência e urgência de compra. Soluções parenterais, antibióticos, sedativos, materiais de suporte e medicamentos de uso contínuo costumam exigir vigilância maior. Quando esse grupo é conhecido com precisão, a chance de ruptura cai, porque o controle deixa de ser genérico e passa a refletir a realidade da instituição.

2. Revise o consumo médio com frequência

Muitos estoques entram em desequilíbrio porque trabalham com médias antigas, sem considerar sazonalidade, mudança de perfil assistencial ou ampliação de leitos. O consumo médio deve ser revisado periodicamente para acompanhar oscilações reais da demanda. Um hospital com aumento de cirurgias eletivas, por exemplo, pode exigir reposição mais agressiva de determinados medicamentos e materiais em poucas semanas.

Essa revisão também ajuda a corrigir distorções causadas por compras emergenciais ou picos temporários. O ideal é observar histórico recente, comportamento por setor e recorrência de uso. Quando a leitura do consumo é atualizada, o pedido deixa de ser estimado no improviso e passa a ser sustentado por evidências da operação.

3. Defina estoque mínimo, máximo e ponto de ressuprimento

Um dos erros mais comuns é manter produtos sem parâmetros objetivos de reposição. O estoque mínimo indica a reserva de segurança, o máximo evita excesso e vencimento, e o ponto de ressuprimento mostra o momento certo de iniciar nova compra. Sem essas referências, a gestão fica dependente de percepção individual, o que aumenta o risco de falhas.

Esse controle precisa considerar tempo de entrega, regularidade do fornecedor, criticidade do item e histórico de consumo. Em categorias sensíveis, como analgésicos, antibióticos, soluções parenterais e materiais de uso contínuo, a definição desses limites contribui para manter a assistência contínua mesmo diante de oscilações de demanda ou atrasos logísticos. Não se trata apenas de armazenar mais, mas de estabelecer uma margem segura e racional para cada produto.

4. Integre a farmácia aos setores assistenciais

A ruptura raramente nasce apenas dentro da farmácia. Mudanças em protocolos, aumento de internações, abertura de novos serviços e alterações de prescrição impactam o consumo de forma direta. Quando a equipe de abastecimento trabalha isolada, parte importante dessas informações chega tarde demais, e o ajuste de estoque acontece somente após a escassez aparecer.

Uma comunicação mais próxima com enfermagem, corpo clínico, centro cirúrgico e compras melhora a previsibilidade. Reuniões curtas de alinhamento, alertas sobre mudanças de rotina e compartilhamento de indicadores já ajudam a antecipar necessidades. Quanto mais integrada estiver a farmácia aos setores assistenciais, menor a dependência de respostas emergenciais.

5. Padronize cadastros e unidades de medida

Falhas cadastrais parecem detalhes administrativos, mas costumam causar erros sérios de planejamento. Um mesmo item registrado com descrições diferentes, apresentações parecidas ou unidades de medida inconsistentes prejudica inventários, distorce relatórios e compromete pedidos. Nessas situações, o sistema pode até indicar saldo, embora o produto correto esteja em falta.

Padronizar nomes, concentrações, formas farmacêuticas, embalagens e unidades de dispensação reduz ruído operacional. Além disso, facilita a rastreabilidade, melhora a conferência e torna os dados mais confiáveis para tomada de decisão. Uma base cadastral limpa é parte da segurança do estoque, não apenas uma formalidade de sistema.

6. Acompanhe validade, giro e itens sem movimentação

Evitar ruptura também envolve combater desperdício. Quando produtos vencem, ficam parados ou são comprados em volume incompatível com o giro, recursos deixam de estar disponíveis para itens realmente prioritários. O resultado costuma ser duplo: sobra em uma ponta e falta na outra.

A análise de giro permite identificar o que sai rapidamente, o que exige reposição frequente e o que precisa ter compra reavaliada. Já o monitoramento de validade ajuda a redistribuir itens entre setores antes da perda. Em vez de olhar apenas para a quantidade em estoque, a gestão passa a considerar a qualidade do estoque, o que melhora o uso do orçamento e reduz vulnerabilidades.

7. Estruture planos para compras emergenciais

Mesmo com controle robusto, situações excepcionais podem ocorrer. Atrasos logísticos, mudanças bruscas no perfil de atendimento, desabastecimento pontual e intercorrências assistenciais exigem respostas rápidas. Por isso, a instituição precisa ter um fluxo bem definido para compras emergenciais, com responsáveis, critérios de aprovação e canais já validados.

Esse plano não deve substituir a prevenção, mas funcionar como camada de proteção. Ter fornecedores homologados, alternativas terapêuticas previamente avaliadas e rotinas claras de comunicação evita decisões precipitadas em momentos críticos. Em ambiente hospitalar, agilidade sem padronização pode gerar novos riscos, inclusive de conformidade e segurança.

8. Monitore indicadores e trate desvios com rapidez

A gestão da farmácia hospitalar se fortalece quando deixa de operar apenas por percepção. Indicadores como taxa de ruptura, cobertura de estoque, itens vencidos, consumo por setor, tempo médio de reposição e volume de compras emergenciais mostram onde estão os gargalos. Com esse acompanhamento, os problemas deixam de ser eventos isolados e passam a ser sinais rastreáveis.

Mais importante do que medir é agir sobre os desvios encontrados. Se um grupo de itens rompe com frequência, pode haver falha de cadastro, erro no parâmetro de ressuprimento, consumo subestimado ou instabilidade no fornecimento. Quando a análise vira rotina, a farmácia ganha consistência, reduz improvisos e sustenta um abastecimento mais seguro para toda a operação.

Evitar rupturas na farmácia hospitalar depende menos de respostas heroicas e mais de método. Processos claros, dados confiáveis e integração entre equipes constroem um estoque capaz de sustentar cuidado contínuo, seguro e previsível.

Referências:

BRASIL. Ministério da Saúde. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do Paciente. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/documento_referencia_programa_nacional_seguranca.pdf.

CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF). Resolução nº 568, de 6 de dezembro de 2012. Regulamenta o exercício profissional na farmácia hospitalar e outros serviços de saúde. Brasília: CFF, 2012. Disponível em: https://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/568.pdf.

PESSOA, Débora Luana Ribeiro (org.). Farmácia hospitalar e clínica e prescrição farmacêutica. Ponta Grossa: Atena, 2022. E-book (PDF). Disponível em: https://doi.org/10.22533/at.ed.655222009.

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana