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Finlândia é o país mais feliz do mundo pela 8ª vez; veja por quê

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A classificação da felicidade é baseada em uma média de três anos de avaliações pessoais da satisfação com a vida.
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A classificação da felicidade é baseada em uma média de três anos de avaliações pessoais da satisfação com a vida.


Finlândia foi eleita o país mais feliz do mundo, de acordo com o Relatório Mundial da Felicidade da Organização das Nações Unidas (ONU). É a oitava vez consecutiva que o país europeu lidera o ranking.



O relatório, que leva em consideração o triênio anterior (2022 a 2024), avalia fatores objetivos, como PIB per capita e expectativa de vida. Além disso, leva em consideração liberdade, generosidade, percepção de corrupção e outros.

Atrás da Finlândia, todos países nórdicos: Dinamarca e Islândia, que completam o top 3, e Suécia.Brasil  subiu oito posições na lista e está em 36º lugar — o segundo país sul-americano mais bem colocado, atrás apenas do Uruguai.

Frio não combina com felicidade? Não para os finlandeses.
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Frio não combina com felicidade? Não para os finlandeses.


Em 24º, os Estados Unidos seguem em queda e registram sua pior posição desde o início do índice, em 2012. O país ocupou a 11º posição na época. No outro extremo, o Afeganistão segue em último lugar (147º).

Conheça a Finlândia

A Finlândia é um país nórdico localizado no norte da Europa, e faz fronteira com Suécia, Rússia e Noruega ao norte. A capital e maior cidade é Helsinque. O finlandês e o sueco são as duas línguas oficiais do país, presidido por  Alexander Stubb desde 2024.

O clima local é caracterizado por invernos longos e rigorosos, com temperaturas frequentemente abaixo de zero e paisagens cobertas de neve. Os curtos verões são curtos, e registram até 25°C.

O urso-pardo, que pode chegar até 600kg, é considerado o animal nacional da Finlândia.
Reprodução: Flipar

O urso-pardo, que pode chegar até 600kg, é considerado o animal nacional da Finlândia.





O país também ostenta densas florestas e mais de 160 mil lagos. À AFP Frank Martela, a estudante Eveliina Ylitolonen disse que a valorização à natureza explica o bem-estar dos finlandeses: “É um elemento importante dessa felicidade”.

A moeda da Finlândia é o euro (€). Em 2025, 1 euro está na faixa dos R$ 6. O país possui uma economia desenvolvida e diversificada, com destaque para os setores de tecnologia, manufatura e serviços, e apresenta um dos maiores PIBs per capita do mundo, de 40 mil euros.

Como visitar a Finlândia?

A nação oferece uma variedade de atrações turísticas, além de ser conhecido por sua segurança, infraestrutura de alta qualidade e população acolhedora. Para os brasileiros, vale checar os requisitos de visto e vacinas antes da viagem.

A aurora bureau e a Vila do Papai Noel são dois dos principais atrativos da Finlândia.
Reprodução

A aurora bureau e a Vila do Papai Noel são dois dos principais atrativos da Finlândia.


Também é recomendado planejar a visita de acordo com as estações do ano e as preferências pessoais. Considere as atividades desejadas, seja para aproveitar os esportes de inverno ou os festivais de verão. 

Alguns dos principais destaques incluem:

  • Helsinque: a capital finlandesa é conhecida por sua arquitetura deslumbrante, museus renomados e uma vibrante cena cultural.​
  • Lapônia: região no norte do país famosa por suas paisagens árticas, onde é possível observar a aurora boreal e visitar a vila do Papai Noel.​
  • Lagos e Florestas: Conhecida como a “Terra dos Mil Lagos”, a Finlândia possui vastas áreas naturais perfeitas para atividades ao ar livre, como caminhadas, pesca e passeios de barco.​

Fonte: Turismo

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Mato Grosso aposta no turismo ufológico para diversificar e atrair novos visitantes

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Relatos de fenômenos aéreos não identificados, lendas regionais, paisagens naturais e narrativas cercadas de mistério têm contribuído para a consolidação de um novo nicho turístico em Mato Grosso: o ufoturismo. Embora ainda esteja em processo de estruturação, o segmento vem atraindo a atenção de pesquisadores, gestores públicos e empreendedores do setor como uma oportunidade de diversificação da oferta turística do Estado.

O tema esteve presente na programação da FIT Pantanal 2026, realizada entre os dias 3 e 7 de junho, em Cuiabá. A feira sediou a II Jornada Brasileira de Ufoturismo, com palestras voltadas à discussão do potencial turístico dos fenômenos ufológicos e das novas oportunidades relacionadas ao segmento. Além dos debates, municípios como Barra do Garças e Tesouro utilizaram o evento para promover atrativos ligados ao turismo místico e ufológico. A Chapada dos Guimarães também foi destacada entre os destinos associados a esse universo.

Presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP), Ataíde Ferreira da Silva Neto afirma que Mato Grosso reúne características que o colocam em posição de destaque dentro do cenário nacional. “O Estado é rico em acontecimentos ufológicos. Temos um grande acervo de filmagens e registros desses fenômenos, o que desperta a curiosidade do público e atrai interessados por essa temática”, afirma.

Segundo ele, a relação de Mato Grosso com o tema remonta ao século XIX. Um dos registros mais antigos ocorreu em 1846, quando o militar e engenheiro Augusto Leverger relatou ter observado um objeto luminoso no céu enquanto navegava pelo Rio Cuiabá. O episódio foi publicado na Gazeta Oficial do Império do Brasil e é apontado por pesquisadores como a primeira notícia sobre avistamento de um objeto voador não identificado divulgada pela imprensa brasileira.

Para Ataíde, a combinação entre natureza e mistério é um dos fatores que despertam o interesse dos visitantes. “Nós temos a Chapada dos Guimarães, a Serra do Roncador, em Barra do Garças, além de lendas e histórias que atravessam gerações. São lugares que unem belezas naturais e uma história cheia de enigmas e mistérios”, destaca.

Entre os destinos mais conhecidos está Barra do Garças, município que concentra parte significativa das narrativas relacionadas ao tema. A cidade abriga a Serra do Roncador, frequentemente associada a relatos de fenômenos inexplicáveis, e também o Discoporto, estrutura criada a partir de uma lei municipal aprovada em 1995 que reservou uma área no Parque Estadual da Serra Azul para a implantação de um espaço destinado simbolicamente ao pouso de objetos voadores não identificados.

Jornalista, artista plástico e assessor da Secretaria Municipal de Turismo de Barra do Garças, Genito Santos explica que a cidade transformou sua relação histórica com o tema em um atrativo turístico.

“Barra do Garças é considerada um dos pontos de maior incidência de casuísticas ufológicas do Centro-Oeste brasileiro. Temos dois ícones importantes desse segmento: a Serra do Roncador e o Discoporto, que é o único lugar do mundo credenciado por lei para receber naves de outros planetas”, afirma.

De acordo com Genito, o turismo ufológico e o turismo místico caminham lado a lado na região. “Barra do Garças recebe visitantes de várias partes do Brasil e do exterior que buscam conhecer a Serra do Roncador, suas histórias, seus mistérios e as narrativas relacionadas aos avistamentos de discos voadores”, diz.

Além de Barra do Garças, outras localidades mato-grossenses também integram esse circuito de interesse. Entre elas estão o Morro do Pião, em Tesouro, e a Caverna Aroe Jari, em Chapada dos Guimarães, locais frequentemente citados em relatos e narrativas associadas ao imaginário ufológico e místico.

Para os pesquisadores do setor, o interesse crescente por experiências temáticas e pelo chamado turismo de nicho abre espaço para a consolidação do ufoturismo como produto turístico organizado. Segundo Ataíde Ferreira, o segmento ainda se desenvolve de forma gradual no Estado, mas começa a ganhar estrutura e visibilidade.

“O Estado tem percebido a importância desse nicho de interessados e começado a formar oficialmente iniciativas que atraem esse público. A inclusão do tema na FIT Pantanal demonstra esse movimento”, avalia.

Na mesma linha, Genito Santos destaca que o segmento avança em direção ao reconhecimento formal dentro do mercado turístico brasileiro. “É uma modalidade que vem se organizando e ganhando visibilidade. Mato Grosso tem potencial para se tornar uma referência nacional nesse tipo de turismo”, afirma.

Combinando patrimônio natural, histórias locais e experiências voltadas ao imaginário e ao desconhecido, o ufoturismo passa a integrar o conjunto de segmentos que podem contribuir para ampliar o fluxo de visitantes e diversificar a atividade turística em Mato Grosso.

 

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