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Fibrose Cística atinge milhares de pessoas, mas continua quase desconhecida

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

Hoje é um dia especial, dia de falar de um doença rara, mas que, por ser confundida com outras, pode estar sendo subnotificada e tratada. A fibrose cística (FC),  também conhecida como doença do beijo Salgado, é uma doença que faz com que o corpo produza muco de 30 a 60 vezes mais espesso que o normal. Isso leva ao acúmulo de bactérias e germes, causando inflamações e infecções recorrentes, trazendo danos (até irreversíveis) aos órgãos acometidos. Além disso, provoca alterações na digestão dos alimentos, levando a quadros de desnutrição, baixo ganho de peso e qualidade de vida ruim.

É uma doença genética crônica, que causa alteração na função de uma proteína da superfície das células responsável por transportar cloretos. Apesar de ser mais comum nos pulmões e no sistema digestivo, a fibrose cística é uma doença sistêmica. Dessa forma, pode afetar também pâncreas, glândulas sudoríparas, intestino e sistema reprodutor.

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A FC atinge cerca de 70 mil pessoas em todo o mundo. No Brasil, mais de 5 mil pessoas convivem com a doença, a maioria crianças. E, por ser facilmente confundida com uma pneumonia, a FC acaba passando despercebida, na maioria das vezes. Não há cura para a fibrose cística, mas há cada vez mais opções para seu tratamento e também não é possível prevenir o desenvolvimento da doença. Mas, para pessoas que já têm a doença, os tratamentos adequados são essenciais para a qualidade de vida. Por isso, é preciso muita informação e, principalmente, desmistificar essa doença.

A primeira informação importante é que a FC não é contagiosa. Uma pessoa com fibrose cística já nasce com a doença, não a adquire ao longo da vida. A doença é causada por uma alteração no gene CFTR, responsável por controlar o movimento dos íons de cloreto de sódio nas membranas celulares. Na prática, essa deficiência faz com que as secreções do corpo se tornem mais espessas que o comum, dificultando a eliminação.

Portanto, a hereditariedade é o principal fator de risco da doença. Por ser uma condição de origem genética autossômica recessiva, para que uma pessoa desenvolva a fibrose cística ela precisa herdar um gene alterado do pai e outro da mãe, obrigatoriamente.
Raça – considerada uma doença de origem europeia, é mais incidente em pessoas brancas.

A fibrose cística é uma doença sistêmica e pode se manifestar de maneiras diversas de pessoa para pessoa, de acordo com a gravidade – algumas podem não aparentar a condição, mas ainda assim precisam do tratamento. Isso acontece porque parte dos sintomas está relacionado ao tipo de mutação genética que o paciente apresenta.

No geral, os sinais e sintomas da fibrose cística estão ligados ao acúmulo de muco e ao órgão afetado: se a secreção fica acumulada no pâncreas, dificulta a digestão e absorção de gorduras, causando diarreias, gordura nas fezes, fezes mal cheirosas, dificuldade no ganho de peso. Mas se o muco afeta o pulmão, gera tosse crônica, infecções, inflamações e pneumonias de repetição.

A doença também  provoca suor muito salgado (daí o “apelido” de beijo salgado), baixo crescimento e pouco ganho de peso, mesmo com apetite normal (aquela criança raquitica, mas que se alimenta normalmente, pode ter FC), alongamento e arredondamento na ponta dos dedos (baqueteamento digital), diarreias constantes e sem motivo, chiado no peito/ tosse persistente com catarro espesso, falta de fôlego e infecções pulmonares .

Aí você tem uma listinha de sintomas pra comparar, o problema é que muitas crianças não apresentam nenhum sinal ou sintoma nos primeiros meses e até anos de vida. O Teste do Pezinho, realizado entre o 3º ao 5º dia de vida, é uma maneira de identificar precocemente esta doença. Se houver alteração na dosagem de uma substância chamada trispina imunorreativa (IRT), é necessário repeti-la quando o bebê completar 30 dias. Se no segundo teste a alteração for confirmada, a suspeita da doença é encaminhada para investigação e iniciado o tratamento imediatamente.

 

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Como treinar ombro em casa: guia de exercícios

Descubra como treinar ombros em casa com exercícios eficazes para ganhar força e definição. Este guia completo oferece dicas práticas e técnicas para resultados visíveis.

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É muito importante treinar os ombros para ter força e estabilidade. Você pode fazer isso em casa, sem precisar de equipamentos caros.

Basta usar o seu corpo e objetos simples, como garrafas de água. Praticar exercícios de ombro em casa ajuda a fortalecer esses músculos. Isso melhora a postura e diminui o risco de lesões.

Você pode fazer elevações laterais, remadas inversas e flexões de ombros, ajustando o peso e as repetições conforme sua capacidade.

A importância do treino de ombros para a saúde e estética

O treino de ombro em casa é essencial para a saúde e beleza do corpo. Ele ajuda a prevenir lesões como osteoartrite e tendinite. Também melhora a capacidade de levantar pesos e aumenta a força muscular.

“Para começar, é fundamental compreender a anatomia do ombro, incluindo seus músculos e articulações. Com as orientações adequadas, é possível personalizar o treino de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Treinar os ombros não só melhora a postura, mas também reduz significativamente o risco de lesões”, comentou um dos melhores ortopedistas de ombro em Goiânia.

Benefícios do fortalecimento dos ombros

Fortalecer os ombros traz muitos benefícios. Melhora a força e a flexibilidade do corpo. Também ajuda a ganhar massa muscular e aumenta a amplitude de movimento.

Anatomia básica do ombro

A anatomia do ombro envolve músculos e articulações. Conhecer essa anatomia é crucial para fazer exercícios seguros e eficazes. Isso permite adaptar o treino para cada pessoa.

Por que treinar ombros em casa é eficaz?

O treino de ombros em casa é eficaz porque se ajusta a cada pessoa. Exercícios simples, como a elevação lateral com halteres, são muito eficazes. Com as dicas certas, é possível melhorar a saúde e a estética do corpo.

Como treinar ombro em casa: exercícios básicos sem equipamentos

Para começar o treino de ombro em casa, o ideal é iniciar com exercícios simples que não exigem equipamentos especiais.

Movimentos como elevações laterais, frontais e rotacionais são excelentes opções e podem ser realizados com pesos leves, como mochilas preenchidas com arroz ou feijão.

Por exemplo, a elevação lateral pode ser feita com pesos de 1 ou 2 kg, utilizando mochilas com arroz ou feijão. Já a elevação frontal pode ser executada com pacotes de 1 kg, como os de arroz ou feijão.

Para quem prefere um exercício sem peso, a prancha com elevação de braço é uma ótima alternativa, focando no fortalecimento dos deltoides.

Para um treino eficaz, recomenda-se realizar 2 a 3 séries de 10 a 12 repetições, de 2 a 3 vezes por semana. Escolha de 3 a 4 exercícios por sessão e ajuste a intensidade e o volume ao longo do tempo, conforme sua evolução.

Após o treino, não se esqueça de alongar os braços para relaxar a musculatura e prevenir tensões.

Com essas orientações, você pode montar um treino de ombro em casa, sem a necessidade de equipamentos específicos, contribuindo para o fortalecimento e a definição muscular.

Lembre-se sempre de manter a postura correta e priorizar a segurança durante a execução. Em caso de dúvidas, consulte um profissional de saúde ou um personal trainer para orientações personalizadas.

Técnicas avançadas para maximizar seus resultados

Para ter um treino de ombro eficaz em casa, é essencial usar técnicas avançadas. Isso inclui exercícios variados, ajustes de intensidade e progressão. Também é importante cuidar do tempo de descanso e recuperação.

Para mulheres, exercícios como o military press e o side raise são muito bons. Eles ajudam a fortalecer os deltoides.

Variações de exercícios para diferentes níveis

Exercícios como o military press e o side raise podem ser ajustados para todos. Para o military press, faça 4 séries de 10 repetições. Isso ajuda muito na hipertrofia.

O side raise é ótimo para trabalhar a cabeça medial do deltóide. Faça 4 séries de 10 repetições. Essas mudanças são cruciais para um treino de ombro bem-sucedido em casa.

Ajustes de intensidade e progressão

É muito importante ajustar a intensidade e a progressão do treino. Isso ajuda a evitar lesões e traz melhores resultados.

Para mulheres, um bom protocolo é fazer 4 séries de 10 repetições no military press e no side raise. Com o tempo, aumente a carga ou o número de repetições. Isso fará o treino mais eficaz.

Tempo de descanso e recuperação

O descanso e a recuperação são essenciais para um treino de ombro bem-sucedido. Deixe 1 a 2 minutos de descanso entre as séries. Evite usar técnicas avançadas demais para não sobrecarregar os músculos.

Além disso, faça o treino de ombro em dias diferentes do treino de peito. Isso ajuda a melhorar o desempenho.

Erros comuns e como evitá-los no treino de ombro

Para evitar lesões e fazer um treino de ombro bem em casa, é essencial saber os erros comuns. É importante não fazer mais de 4 séries de desenvolvimento e elevações frontais se fizer mais de 8 séries de supino/paralela.

Também é bom esperar pelo menos 3 dias para treinar ombros depois de fazer treino de peito.

Outro erro comum é não aquecer bem ou fazer os exercícios de forma errada. Para evitar isso, faça 8 a 12 repetições com uma cadência de 1 segundo subindo e 2 segundos descendo. Isso ajuda a isolar o deltoide médio corretamente.

Faça exercícios de rotação interna e externa para estabilizar o ombro e evite a ‘fatiga’ no final do exercício. Para encontrar os melhores exercícios para ombro em casa, mude os exercícios e não faça a mesma rotina.

Varie os métodos de desenvolvimento, como usar cabos e máquinas. Faça exercícios de rotação interna e externa. Com essas dicas, você evita lesões e faz um treino de ombro seguro e eficaz.

Montando sua rotina personalizada de treino

De acordo com especialistas em ortopedia da clínica COE, localizada em Goiânia, para fazer uma rotina de treino de ombro em casa, é importante pensar bem na frequência e nos exercícios. A rotina deve se ajustar ao seu nível de condicionamento e objetivos.

Exercícios como elevação lateral e remada aberta são bons para o ombro. Também é essencial fazer alongamentos para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Frequência ideal de treinos

A frequência de treinos de ombro em casa varia conforme o seu nível e objetivos. Em geral, 2-3 treinos por semana são o suficiente para ver resultados.

Combinando exercícios efetivamente

Para combinar exercícios, várias opções que trabalhem diferentes músculos do ombro são necessárias. Também é crucial dar tempo de descanso e recuperação entre os treinos.

Adaptando o treino ao seu nível

Adaptar o treino ao seu nível envolve ajustar a intensidade e duração dos exercícios. Incluir exercícios de aquecimento e alongamento é fundamental para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Transforme seus ombros com dedicação e consistência

Para melhorar seus ombros, é essencial ser dedicado e consistente. Faça os exercícios regularmente para ver resultados.

É importante fazer 2-3 sessões por semana, com um dia de descanso. Cada exercício deve ser feito em 3 séries. Faça 8-15 repetições em cada série.

O treino em casa pode ser tão bom quanto em academia. Mantenha-se motivado e focado. Defina metas alcançáveis e veja seu progresso.

Se necessário, mude o treino. Com esforço, seus ombros vão ficar fortes e definidos. Você vai se sentir mais elegante.

Não desista quando enfrentar desafios. Mantenha o foco e celebre cada pequena vitória. Seus ombros fortes mostram seu esforço e dedicação. Comece agora e veja seus ombros mudarem!

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