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Consprev assina termo de adesão dos municípios ao BB previdência

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O Consórcio Público Intermunicipal de Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social dos Municípios Mato-grossenses-Consprev e o Banco do Brasil assinaram um termo de adesão durante a realização da Marcha em Defesa dos Municípios, realizada em Brasília, no período de 25 a 28 de abril. O objetivo é fazer a gestão do Regime de Previdência Complementar, com o melhor atendimento aos municípios consorciados.

A solenidade de assinatura do termo de adesão dos municípios consorciados ao Consprev com a diretoria do Banco do Brasil contou com a presença de prefeitos, representantes da Associação Mato-grossense dos Municípios-AMM, equipes técnicas e de outros convidados.  

O presidente do Consprev e prefeito de Novo Horizonte do Norte, Silvano Pereira Neves, destacou a importância da parceria com a instituição bancária em relação aos municípios.  “O consórcio mais uma vez saiu à frente, cumprindo o seu papel representativo, defendendo avanços institucionais para os seus consorciados”, assinalou, destacando a presença das gestões  municipais que têm o Regime Próprio de Previdência Social Complementar.

A prefeita de São Félix do Araguaia, Janailza Taveira, que também é presidente do Consórcio de Saúde da região, enalteceu a parceria com o Banco do Brasil e frisou que Consprev e BB Previdência vão oferecer os melhores serviços aos municípios, com o Regime Próprio de Previdência.  Atualmente 56 municípios de Mato Grosso estão inseridos no regime dos consorciados.

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Com a reforma da previdência, a Emenda Constitucional 103/2019 determina que todo servidor que recebe acima do teto no Regime Geral de Previdência (RGPS) estará inserido no Regime Próprio de previdência Complementar-RGPC.

Conforme relatou o diretor do Consprev, Renato Ferreira de Santana Lara, o banco fará a gestão do regime de previdência complementar, por meio do BB Previdência. “Para nós é motivo de muita satisfação e alegria. Esta parceria proporciona aos municípios mais segurança jurídica e a certeza de bom atendimento”, frisou.

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TCE-MT dá parecer favorável às contas de Campos de Júlio e Vale de São Domingos por equilíbrio fiscal e boa gestão dos recursos públicos

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Com destaques para a boa gestão fiscal e o equilíbrio financeiro, as contas anuais de governo dos municípios de Campos de Júlio e Vale de São Domingos receberam pareceres prévios favoráveis do Plenário do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT). Os balanços foram relatados pelo conselheiro Antonio Joaquim e apreciados em sessão plenária ordinária da última terça-feira (18).

“No exercício de 2025, o município de Campos de Júlio registrou Índice de Gestão Fiscal (IGFM) de 0,96, o que demonstra que o município alcançou o conceito de gestão de excelência. Já o índice de gestão fiscal de Vale de São Domingos totalizou 0,75, o que demonstra que o município alcançou o conceito B, de boa gestão”, observou o conselheiro.

Os balanços também apresentaram equilíbrio orçamentário e financeiro, além de cumprimento dos limites e percentuais constitucionais e legais. “Ambas as gestões evidenciaram o cumprimento de todos os limites constitucionais e legais aplicáveis, especialmente em saúde e educação”, afirmou o relator.

Campos de Júlio e Vale de São Domingos superaram o percentual mínimo de aplicação em ensino, com investimentos de 26,66% e 30,45% (mínimo de 25%). Destaque também para a aplicação dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) na remuneração dos profissionais do magistério, que consumiu 98,25% e 97,78%, respectivamente (mínimo de 70%).

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Além de superarem o mínimo constitucional de 15% para a saúde, com índices de 24,61% e 18,16%, respectivamente, o comprometimento da receita com pessoal foi de 38,73% para o primeiro município e 32,86% para o segundo, respeitando o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Equilíbrio orçamentário

Com nível diamante de transparência (95,54%), a receita arrecadada por Campos de Júlio somou R$ 142,5 milhões, atingindo 96,58% da previsão inicial. A despesa realizada totalizou R$ 148 milhões, resultando em superávit de execução orçamentária ajustado de R$ 23,9 milhões e superávit financeiro global de R$ 63,8 milhões. A capacidade de pagamento também se mostrou elevada: havia R$ 2,66 disponíveis para cada R$ 1,00 de restos a pagar.

Já Vale de São Domingos alcançou o nível ouro de transparência. Ao comparar as receitas arrecadadas (R$ 46.782.440,91) com as despesas realizadas (R$ 46.080.807,20), o município apresentou um superávit de execução orçamentária de R$ 701,6 mil. A capacidade de pagamento ficou em R$ 3,33 disponíveis para cada R$ 1,00 de restos a pagar.

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Recomendações

Para contribuir para o aperfeiçoamento da gestão, o conselheiro Antonio Joaquim fez recomendações para que Campos de Júlio implemente medidas destinadas a ampliar as vagas em creches e eliminar a fila de espera, além de realizar ações de vigilância contra arboviroses e melhorar o controle da hanseníase.

Já para Vale de São Domingos, o conselheiro fez orientações como a adesão ao Programa de Certificação Institucional e Modernização da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social (Pró-Gestão RPPS), o reforço das ações integradas de vigilância em saúde, saneamento, controle de vetores e educação em saúde e o fortalecimento das medidas de vigilância e controle da hanseníase.

Nos votos, o relator acolheu em parte as manifestações feitas pelo Ministério Público de Contas (MPC) e foi seguido por unanimidade do Plenário.

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