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Conheça as plantas mortais que você cultiva em casa, ao alcance das crianças

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

Você gosta de plantas? Um jardim bem bonito e florido na frente da casa é sonho de muita gente. Afinal, as plantas dão vida à decoração e transformam o ambiente. O problema é que a maioria das plantas usadas em decoração são extremamente venenosas e, se você tiver crianças, o melhor é evitar esse tipo de decoração ou usar as artificiais – pode não ficar tão bonito, mas é seguro.

Recorrentemente um menino de 5 anos morreu no Paraná, depois de morder uma folha de “comigo-ninguém-pode” que decorava a sala de sua casa. Segundo contou a mãe, o menino brincava dentro de sua casa, em perfeita segurança, quando começou a passar mal. Algumas horas depois, o problema se agravou, o garoto foi levado ao hospital e morreu por intoxicação. Um teste sanguíneo mostrou que a intoxicação havia sido por oxalato de cálcio, que se encontra na planta amoena (conhecida como ‘comigo ninguém pode’).

Por situações assim, o SUA SAÚDE AQUI trata hoje de algumas destas plantas que provavelmente você tem em casa e pode causar uma tragédia dessas.

Começando pela “Comigo-Ninguém-Pode” que é uma altamente tóxica, que pode matar em minutos crianças e animais domésticos. Se por descuido dos pais uma criança (como foi o caso do garotinho de Rolândia) colocar a planta na boca ou tiver contato com os olhos ela libera cristais de Oxalato de Cálcio que ao entrar em contato com o organismo humano ou animal, causa uma espécie de reação alérgica quase instantânea na língua e glote, dificultando a respiração, causando asfixia, náusea, vômitos, diarreia e salivação excessiva. Porque alguém traria uma planta assim pra dentro de casa? Responda você.

Outra planta comum é o Crisântemo, popularmente conhecida como “flor de cemitério”. As pétalas dessas flores são tóxicas, mas não causam muitos problemas além de coceira e inchaço no local me que tenha contato com sua pele. Pessoas alérgicas podem ter problemas graves.

O Anthurium dá uma flor exótica e exuberante, talvez por isso as pessoas gostem… Mas é altamente tóxica. Se ingerida pode causar lesões na boca, faringe e laringe, vômito, dificuldade de engolir e asfixia. São especialmente perigosas para crianças e animais de estimação.

A tal Rosa do Deserto é outra planta mortal que você deve evitar trazer para dentro de casa, por mais bela que possa lhe parecer… Originária da África, a Adenium obesum tem uma substância química chamada ouabaína, que provoca insuficiência respiratória quase imediata. Os nativos africanos usam a tal “rosa” como um veneno de lanças e flechas. Ela tem um “leite” que é um veneno altamente concentrado. Ele é tão tóxico que um elefante, ao ser atingido por uma flecha envenenada, mal consegue fugir por uma distância de dois quilômetros. Dessa forma, os caçadores conseguem alcança-los facilmente enquanto os bichos agonizam. Se ela já é capaz de derrubar animais tão grandes, imagina o que faz com humanos?

E as Hortênsias, você gosta? Acha bonitas. Pois é o veneno da hortênsia pode causar convulsões, dores de barriga, vômitos e, em casos mais graves, coma. Essa não é a planta mais indicada para criar em lugares com animais e crianças pequena.

E, pra gente não se estender muito, uma planta que você não vai cultivar dentro de casa, mas que nasce espontaneamente em qualquer terreno baldio brasileiro e é acessível às crianças: a mamona. Elas são, como sugeria o nome daquele grupo musical engraçado, realmente assassinas. Tão mortal que é considerada pelo Guiness Book como a planta mais venenosa do mundo. Ela é nativa do Mediterrâneo, África oriental e Índia e tem toxina chamada ricina é encontrada em toda a planta, mas está concentrada nas sementes/grãos (da qual se estrai o óleo de mamona). Uma semente pode para matar um humano.

 

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Filho de Faustão sofria de obesidade mórbida infantil e fez cirurgia

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Quem vê o João Guilherme, filho do Faustão, atuando no programa da rede bandeirantes, talvez não imagine que um rapaz tão novo já tenha enfrentado tantos problemas de saúde, a ponto de ter que fazer cirurgia bariátrica. O garoto, aos 16 anos, pesava 150 quilos e, seguindo os passos do pai, “entrou na faca” uma fez a cirurgia bariátrica (SAIBA MAIS AQUI).

“Antes, ele levava a sério o negócio de churrasco, pesava 150 quilos. Hoje pesa 75 quilos, não é isso?”, perguntou Faustão durante o Faustão na Band. “Não, 72 quilos. Sabe o que acontece? Para quem é ex-gordo cada quilinho faz diferença”, respondeu João.

Em 2020, João passou por uma cirurgia bariátrica. Faustão fez a mesma cirurgia em 2009. “Eu sempre fui feliz, nunca tive problema. Mas a gente não imagina como pode ser mais feliz por questão de saúde e autoestima”, afirmou o jovem.

Na época, Luciana Cardoso, mãe de João e mulher de Faustão, falou sobre o procedimento do rapaz. “Foi uma indicação médica. Ele tinha indicadores de que poderia ter problemas no futuro”, disse.

OBESIDADE INFANTIL – Foi-se a época em que uma criança gordinha era orgulho para os pais. Sinal de saúde. Hoje sabe-se que a gordura em excesso, em qualquer idade, é um problema grave. Na infância, ainda pior.

Estudos recentes mostram que a obesidade é o terceiro problema de saúde pública que mais demanda gastos da economia brasileira, estando à frente até do tabagismo. Estima-se que os gastos giram em torno de R$ 110 bilhões, o que equivale a 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Outro dado marcante do crescimento epidêmico do excesso de peso é o aumento deste agravo em idades cada vez mais precoces. Em 2004, já se estimava que 10% das crianças e adolescentes do mundo apresentavam excesso de peso e que, dentre elas, um quarto eram obesas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 15% das crianças brasileiras com idade entre 5 e 9 anos têm obesidade atualmente.

A obesidade mórbida é uma doença crônica progressiva, onde o excesso de gordura corporal se acumula a tal ponto que a saúde fica comprometida. O problema de obesidade em crianças, geralmente, está associado a prática do desmame precoce, combinadas com dietas incorretas – repletas de industrializados como: salgadinhos tipo “snacks”, bebidas com alto teor de açúcares, doces e alimentos frios – e questões culturais (criança gordinha ainda é sinônimo de criança saudável).

Outra causa importante refere-se também ao desequilíbrio entre a ingestão de alimentos e o gasto energético. Atualmente, grande parte do tempo das crianças é dedicado à televisão, videogame, computadores, que constituem um ambiente bastante favorável ao aumento da prevalência da obesidade, já que por dia as crianças brasileiras passam em média 3 horas na escola e “5 horas em frente à TV”, reduzindo, desta forma, a prática de atividades físicas que possibilitem os gastos energéticos.

Dentre os riscos a saúde provenientes da obesidade podemos citar: doenças respiratórias, doenças ortopédicas, colesterol e triglicerídeos elevados, hipertensão arterial e diabetes tipo 2. Pesquisas mostram que apenas 9% dos pais notam problemas dos filhos com a balança. É preciso estar sempre atento e algumas mudanças de hábito são fundamentais para a reeducação alimentar e controle do peso.

Como combater a obesidade

  • Fracione o volume de alimentos em 6 refeições durante o dia, evitando jejuns prolongados;

  • Incentive o consumo de frutas e hortaliças, em diferentes preparações;

  • Evite que a criança belisque fora das refeições e não substitua a refeição por mamadeiras, iogurtes e vitaminas;

  • Restrinja o consumo de guloseimas;

  • Reduza o tempo à frente da televisão, principalmente durante as refeições;

  • Estimule a prática de atividade física;

  • Não ofereça a comida como recompensa ou ameace com castigo caso não consumam a refeição ou determinado item;

  • Dê o exemplo. Não adianta dizer para beber suco e tomar refrigerante;

  • Fique atento e tome cuidado para não cair nas pegadinhas de alimentação saudável.

 

SAIBA MAIS
Entende-se por obesidade quando o Índice de Massa Corporal (IMC) de uma criança de 5 a 10 anos está acima de 30 kg/m². Já a obesidade mórbida é quando o IMC supera os 40 kg/m². Os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde apontam que uma em cada três crianças de 5 a 9 anos está obesa.

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