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Casal é preso pela PM por tráfico de drogas e cultivo ilícito de maconha em Cotriguaçu
Equipes da 1ª Companhia Independente da Polícia Militar apreenderam, neste domingo (15.09), diversas porções de cocaína, maconha e pasta base de cocaína, além de duas mudas de cannabis sativa, no bairro Progresso, em Cotriguaçu (956 km de Cuiabá). Na ação, um homem, de 18 anos, e uma mulher, de 25 anos, foram presos em flagrante por tráfico de drogas e cultivo ilícito.
Os policiais militares realizavam patrulhamento de rotina pela região, quando avistaram dois homens, em atitude suspeita, de frente a uma residência, na Avenida Irineu Silveira. Um dos suspeitos estava em uma motocicleta, que fugiu em alta velocidade.
Em seguida, as equipes efetuaram a abordagem de um jovem, que dispensou diversos entorpecentes momentos antes de ser detido. No local, os militares ainda localizaram uma muda de cannabis de pouco mais de um metro de altura.
Assim que os policiais entraram na casa com objetivo de localizar mais produtos ilícitos, identificaram uma mulher de 24 anos. Em buscas no imóvel, a Polícia Militar apreendeu mais uma muda pequena de cannabis e outras porções de entorpecentes diversos.
Os policiais recolheram quase R$ 500 em espécie, uma balança de precisão, dois aparelhos celulares e um caderno contendo supostas anotações oriundas do tráfico de drogas. A dupla e os ilícitos foram levados à delegacia.
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Tribunal de Contas mantém suspensão de repasses e novos contratos de R$ 8,3 milhões em Cotriguaçu
O Plenário do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) manteve suspensos novos repasses e contratações da Prefeitura de Cotriguaçu ao Instituto de Pesquisas e Gestão de Políticas Públicas (IPGP), Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) contratada por R$ 8,3 milhões para suprir déficit de pessoal em diversas áreas da gestão.
Concedida em julgamento singular do conselheiro Alisson Alencar, a tutela provisória de urgência foi homologada na sessão ordinária do dia 9, ocasião em que foi destacada a ausência de planejamento e de definição clara do serviço contratado por meio do Chamamento Público 1/2025.
“Não é possível extrair quais problemas a administração quer solucionar ou os objetivos, metas e resultados que pretende atingir. Há apenas a indicação de objetivos genéricos para cada secretaria municipal a ser atendida pelo Termo de Parceria e o quantitativo de pessoal necessário”, observou o conselheiro-relator.
Em sua avaliação, a gestão teria transferido à Oscip o dever de elaborar projetos para os setores de administração e planejamento, agricultura, pecuária e assuntos fundiários, assistência social, infraestrutura e obras, saúde e urbanismo, incluindo as propostas voltadas ao Distrito de Nova União.
“Contudo, não há uma delimitação clara dos projetos que a administração pretende que sejam atendidos ou objetivos específicos que se pretende alcançar, há apenas uma indicação genérica de que o Termo de Parceria visa ‘suprir o déficit de recursos humanos’, permitindo a consecução de metas e resultados mensuráveis”, acrescentou.
Com relação às suspeitas de uso do termo de parceria para terceirização de mão de obra e de cobrança indevida de taxa administrativa, o relator explicou que a ocorrência dessas irregularidades não foi confirmada nesta fase do processo, ressaltando que ambas ainda serão analisadas na instrução de mérito.
Serviços em curso seguem mantidos
Em consonância com o parecer do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson suspendeu novas admissões, empenhos e repasses não imprescindíveis, aditivos e atos de execução futura, além de vedar pagamentos relacionados à chamada “taxa administrativa” fixa ou rubrica equivalente.
Durante a sessão, ele reforçou que a medida atinge apenas a ampliação da parceria. “A tutela provisória de urgência se direciona à suspensão da ampliação do objeto da parceria ou expansão das contratações, de modo a resguardar as contratações já realizadas e evitar a paralisação de serviços públicos essenciais.”
Além disso, por sugestão do conselheiro José Carlos Novelli, determinou a verificação da adesão de Cotriguaçu ao Programa de Apoio ao Gerenciamento do Planejamento Estratégico (GPE), que promove a cultura do planejamento entre gestores de cerca de 130 municípios mato-grossenses.
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