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POLÍCIA

Carne imprópria para consumo é apreendida em açougue em Cuiabá

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Policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e fiscais da Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá apreenderam aproximadamente 825 quilos de produtos de origem animal, entre carne bovina, de frango e linguiça, nesta quinta-feira (12.01), em um açougue localizado no bairro Cidade Alta, na Capital.

Durante a fiscalização no estabelecimento, foi constatado que o açougue compra carcaças, desossa e acondiciona as carnes em embalagens com a sua própria marca de forma irregular.

“Para realizar esse processo, a empresa precisa possuir registro no órgão competente, obedecer normas de estrutura e de processamentos previstos na legislação e ter o acompanhamento de fiscais do órgão”, explica o delegado da Decon, Rogério Ferreira.

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O açougue já havia sido notificado anteriormente, porém continuava atuando com o procedimento. Os produtos de origem animal apreendidos terão que ser descartados pelo responsável do local, uma vez que não podem ser comercializados e nem utilizados para a alimentação humana por falta de inspeção.

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A Polícia Civil instaurou procedimento investigatório e deve ouvir os fiscais da Vigilância Sanitária e os responsáveis legais pelo açougue, nos próximos dias, para esclarecer os fatos.

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POLÍCIA

Acusado de extorquir influenciadora com “nudes” é preso em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16), a Operação Falso 9. A ação visa desarticular um esquema de sextorsão que teve como alvo uma influenciadora digital e modelo residente no interior do estado. Durante a ofensiva, os agentes cumpriram cinco ordens judiciais, incluindo um mandado de prisão preventiva e buscas domiciliares nos municípios de Juína e Castanheira.

De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), os criminosos utilizavam aplicativos de mensagens para se aproximar da vítima. Para ganhar sua confiança, os suspeitos criaram um perfil falso se passando por um jogador de futebol de renome nacional. Após estabelecerem um vínculo de proximidade e obterem imagens privadas da modelo, o grupo passou a exigir pagamentos em dinheiro para não divulgar o conteúdo íntimo na internet.

Sob forte pressão psicológica, a influenciadora chegou a ceder às ameaças e realizou uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil. No entanto, as exigências financeiras continuaram, chegando à cifra de R$ 20 mil. O trabalho de inteligência da DRCI permitiu identificar o mentor do crime em Juína, além de outros envolvidos que davam suporte à prática criminosa em Castanheira.

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O delegado Guilherme Campomar da Rocha, responsável pelo caso, explicou que a operação busca colher novas provas e interromper o ciclo de chantagens. Segundo ele, a medida é fundamental para evitar que a vítima continue sendo alvo de novas extorsões. Além da prisão e das buscas, a Justiça autorizou a quebra de sigilo telemático dos aparelhos apreendidos para aprofundar a investigação.

O nome da operação, Falso 9, é uma alusão direta à tática usada pelos golpistas de se passarem por um atleta de futebol para enganar a vítima. A ação faz parte da Operação Pharus, um planejamento estratégico da Polícia Civil para o ano de 2026 que foca no combate a grupos criminosos em todo o território mato-grossense. As autoridades seguem trabalhando para identificar se outras pessoas foram vítimas do mesmo grupo.

 

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