Saúde
Carnaval provoca explosão de DSTs, Aids, gripe, Covid e até “doença do Beijo”
A cantora Anitta surpreendeu o Brasil em dezembro passado ao revelar ter sido diagnosticada com o vírus Epstein-Barr, que causa a “doença do beijo” ou mononucleose. Este vírus é responsável também por provocar a Esclerose Múltipla (EM), uma doença incapacitante e mortal.
Nesse período de período de Carnaval o aumento de contaminação por essa e diversas outras doenças é imenso. As pessoa caem na folia e a ideia geral é “vou beijar muito”. E é comum sair beijando na boca sem qualquer critério.
Some-se a isso a aglomeração de pessoas, muita exposição ao sol, ao calor (estamos no verão!), chuva, má alimentação e o excesso de bebidas alcoólicas, temos um cenário de caos, muito propício para a contaminação de diversas doenças.
Isso, quando ficam só no beijo, né? Porque é comum partir para a relação sexual desprotegida e aí abre-se a porta para a Aids (sim! ela continua por aí), para DSTs (as doenças sexualmente transmissíveis), além de gravidezes indesejadas etc.
Por conta disso tudo, época do ano, centenas de pessoas são acometidas por males como doenças respiratórias virais, conjuntivites, doença do beijo (Mononucleose), hepatites e outras IST’s.
O mais comum e menos perigoso, nessa época, é pegar conjuntivite, doença muito comum durante o Carnaval por conta da aglomeração de pessoas em um único lugar. Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. Ela pode ser causada por reações alérgicas a poluentes e substâncias irritantes ou por vírus e bactérias. Nesses casos, a doença é contagiosa e pode ser transmitida pelo contato direto com as mãos, com a secreção ou com objetos contaminados.
Outra “doencinha” comum, motivada pela a aglomeração, é a gripe e as doenças respiratórias. Por isso, o ideal é que o folião beba bastante água para manter o corpo hidratado e alimente-se bem, evitando comer besteiras ou ficar durante longos intervalos sem ingerir alimento. E aqui vale lembrar que a Covid 19 continua campeando por aí e fazendo vítimas. Quem não tomou vacina que se cuide porque mata mesmo. E não tem cloroquina que dê jeito, hein!
BEIJO – Por fim, vamos falar da “Doença do beijo” confessada pela Anitta (Veja aqui). A Mononucleose Infecciosa é causada por um vírus da família herpes vírus, chamado de Epstein Baar Vírus.
É uma doença transmitida por gotículas e por secreções sexuais com maior incidência na população jovem e adulta que pode ser assintomática ou desencadear sintomas como:
– inflamação e dor na garganta;
– febre;
– mal-estar;
– dor de cabeça;
– fadiga e cansaço;
– calafrios;
– náuseas e vômitos;
– tosse;
– perda de apetite;
– inflamação dos gânglios do pescoço;
– dores musculares; e
– aumento do fígado e do baço.
A doença do beijo não tem cura. Por isso, quando o vírus faz com que a pessoa apresente os sintomas de mononucleose, é preciso tratar os sintomas em si, tomando medicamentos que aliviem a febre e a dor de garganta, por exemplo.
Ficar em repouso e manter-se bem hidratado e alimentado são formas de fazer com que os sintomas da doença do beijo sejam amenizados.
Na matéria da Anita, que você vê no link acima, tem mais informações sobre essa doença.
Cuiabá
Cuiabá passa a ter unidades de referência contra tuberculose
A Prefeitura de Cuiabá ampliou a oferta do teste tuberculínico (PPD) na rede municipal. Com a medida, todas as regionais de saúde da Capital passam a contar com uma unidade de referência para a realização do exame, facilitando o acesso da população ao serviço e fortalecendo as ações de prevenção e controle da tuberculose.
O teste tuberculínico auxilia na identificação de pessoas infectadas pelo Mycobacterium tuberculosis, bactéria causadora da tuberculose, e na investigação de possível infecção pelo bacilo.
Em Cuiabá, o PPD está disponível nas unidades de referência das regionais Norte, Sul, Leste, Oeste e Rural. O atendimento para aplicação do teste ocorre das 7h às 11h e das 13h às 17h.
A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta principalmente os pulmões. A transmissão ocorre pelo ar, principalmente quando uma pessoa com tuberculose pulmonar ativa tosse, fala ou espirra.
Entre os principais sintomas da doença estão tosse persistente, febre, suor noturno, emagrecimento e cansaço. Pessoas que apresentam esses sinais devem procurar uma unidade de saúde para avaliação.
O PPD é realizado por meio da aplicação de uma pequena quantidade de tuberculina na pele do antebraço. Após a aplicação, o paciente deverá retornar à unidade no período indicado pelo médico ou enfermeiro responsável, conforme avaliação individual, para que seja feita a leitura do teste.
O teste tuberculínico não confirma, sozinho, um caso de tuberculose ativa. Quando necessário, a equipe de saúde realiza ou solicita outros exames para investigar a presença da doença.
A solicitação do teste pode ser feita por médico ou enfermeiro. Para o agendamento, o profissional deverá entrar em contato, por e-mail, com a unidade de referência da respectiva regional. A solicitação deve conter o nome completo do paciente, CPF e indicação clínica ou justificativa para a realização do teste.
A tuberculose tem cura e o tratamento é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O acompanhamento é realizado pelas equipes de saúde, que orientam o paciente durante todo o tratamento.
O SUS também disponibiliza tratamento preventivo para pessoas com infecção latente, quando houver indicação, com o objetivo de reduzir o risco de desenvolvimento da tuberculose ativa.
Saiba onde realizar o teste tuberculínico em Cuiabá
Regional Norte
USF Novo Paraíso II
Enf.ª Acácia e Lívia Sobral
E-mail: [email protected]
Regional Sul
USF Liberdade
Enf.ª Christiane Oliveira Ferreira
E-mail: [email protected]
USF Pedra 90 IV
Enf. Geanlucas Mendes Monteiro
E-mail: [email protected]
USF Coxipó São Gonçalo
Enf.ª Isoquele Soares Peridó Gonçalves
E-mail: [email protected]
Regional Leste
USF Pico do Amor
Enf.ª Carolina Carvalho da Silva
E-mail: [email protected]
Regional Oeste
USF Ribeirão do Lipa
Enf.ª Ana Paula Vicente
E-mail: [email protected]
Regional Rural
USF Guia
Enf.ª Leidiany Stoffel da Costa
E-mail: [email protected]
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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