Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

cotidiano

Cãozinho atropelado em frente do atacarejo na FEB é resgatado e adotado

Fort Atacadista arcou com as despesas veterinárias do animalzinho, que recebeu um lar de uma funcionária

Publicados

em

Uma história que poderia ser mais uma triste estatística terminou com um final feliz. Depois de ter sido atropelado em uma das avenidas mais movimentadas de Várzea Grande, a Avenida da FEB, na região metropolitana de Cuiabá, um cãozinho ferido foi resgatado, tratado e, posteriormente, adotado por uma funcionária da rede Fort Atacadista.

O atacarejo, inclusive, custeou todo o tratamento veterinário que o animalzinho precisou após ter sido atropelado na avenida em frente à loja. Chamado pela nova família de “Chico”, o cachorro marrom, de patinhas brancas e olhar carinhoso ainda se recupera do atropelamento.

O gerente da unidade Fort Atacadista da Avenida da FEB, André Barros, conta que ao tomar conhecimento do atropelamento do cãozinho em frente à loja, os funcionários rapidamente fizeram o resgate e acionaram uma ONG para auxiliar no cuidado do animal.

“Ele foi levado para uma clínica veterinária, recebeu todo o tratamento necessário, com cirurgia, medicação e internação e o Fort arcou com todas as despesas”, explicou André.

Sensibilizada com a história, a encarregada de frente de caixa da loja, Gleiciane Costa Lima, realizou a adoção do cãozinho e o levou para casa, assim que ele recebeu alta da clínica.

“Desde o dia em que soube da situação dele, me sensibilizei e disse ao meu chefe que gostaria de adotá-lo”, relata a tutora de “Chico”. Os filhos dela, Christian, de 4 anos, e Nycollas, de 8, foram os responsáveis pela escolha do nome “Chico”, que agora se junta à família, também tutora de outro cãozinho “Dudu”, de 5 anos. “O Chico já faz parte da família. Está se recuperando super bem e logo estará 100%”, comemora Gleiciane.

O final feliz de “Chico” poderia não ter acontecido. Isso porque, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil, existem cerca de 30 milhões de animais abandonados, sendo que desse total, 10 milhões são gatos e 20 milhões, cachorros, que acabam de alguma forma ou outra abandonados na rua e nas estradas, em estado de vulnerabilidade, com grandes chances de atropelamento.

Conscientização Fort Atacadista

O Fort Atacadista, rede de atacarejo do Grupo Pereira, é uma empresa preocupada com a causa animal. Atualmente, a cada nova loja da rede inaugurada, uma entidade engajada com o bem-estar animal é contemplada com a doação em dinheiro que seria utilizada na queima de fogos de artifício durante a inauguração.

Em Cuiabá, as lojas do Fort Atacadista estão presentes nas avenidas Fernando Corrêa da Costa (Coxipó), Miguel Sutil e Rodovia Emanuel Pinheiro, na saída para Chapada dos Guimarães. Em Várzea Grande, na avenida da FEB.

Sobre o Fort Atacadista

Criada em 1999, com a abertura de sua primeira unidade na cidade de Joinville, em Santa Catarina, a rede Fort Atacadista é a bandeira de atacarejo do Grupo Pereira, um dos maiores varejistas de alimentos do Brasil. Com 49 unidades distribuídas nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e no Distrito Federal, o Fort Atacadista se destaca pelos preços competitivos, pela excelência em produtos perecíveis e pela arquitetura moderna de suas lojas, que oferece layout planejado para facilitar a jornada de compra do cliente, além das facilidades de pagamento e benefícios oferecidos pelo Vuon Card, cartão de crédito próprio do grupo.

Fundado em 1962, em Santa Catarina, o Grupo Pereira é detentor ainda de redes de varejo alimentar, atacado de distribuição, farmácias e dois postos de combustível, além do braço financeiro Vuon e de logística Perlog. Com mais de 16 mil colaboradores, está presente nas regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste. Saiba mais em fortatacadista.com.br e grpereira.com.br.

 

Propaganda

cotidiano

INSS libera consignado para beneficiários sem biometria facial mediante validação de dados bancários

Publicados

em

Beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que não possuem biometria facial cadastrada nas bases do governo passam a ter uma alternativa para autorizar a contratação de empréstimo consignado. Com a nova regra, essas pessoas poderão utilizar a validação de dados bancários para acessar o Meu INSS e autorizar operações de crédito consignado. A medida amplia o acesso ao consignado para beneficiários que, até então, não conseguiam realizar a operação por não terem cadastro biométrico disponível nas bases governamentais.

A mudança está prevista na Instrução Normativa PRES/INSS nº 213, de 17 de agosto de 2026, publicada na quinta-feira (20/8). A norma estabelece regras e procedimentos para a contratação de crédito consignado, com desconto diretamente nos benefícios pagos pela Previdência Social.

A validação biométrica continua sendo a primeira opção para autorizar a operação. Ao acessar o sistema, a Dataprev verifica se o beneficiário possui cadastro biométrico disponível nas bases governamentais. Somente quando a biometria não é localizada o sistema libera o login via Gov.br, com validação por dados bancários.

Na prática, a mudança evita que a ausência de biometria impeça o beneficiário de contratar o consignado. A autenticação por dados bancários passa a ser uma alternativa para essas pessoas, mantendo a necessidade de autorização expressa do titular do benefício.

Regras e margem consignável

Para contratar o empréstimo, o benefício precisa estar desbloqueado. Em regra, todo benefício recém-concedido permanece bloqueado para consignado nos primeiros 90 dias. Após esse período, o titular pode solicitar o desbloqueio pelo Meu INSS. A mesma regra de 90 dias deve ser observada em caso de transferência de localidade do benefício e respeitada pelas instituições financeiras.

Com o benefício desbloqueado, os bancos podem consultar a margem disponível. A contratação só é concluída após a autorização expressa do beneficiário pelo aplicativo. Conforme a Medida Provisória nº 1.355/2026, a margem consignável é de até 40% do valor do benefício.

Outra mudança é que a instituição financeira deve enviar ao INSS os documentos e as informações exigidos para a operação, como contrato, documento oficial de identificação com foto, CPF e autorização para o desconto no benefício, realizada por biometria ou login bancário no Gov.br.

O contrato pode ter, no máximo, 108 parcelas mensais e sucessivas. Os bancos também devem enviar os comprovantes de depósito em até sete dias úteis após a contratação. Se as informações não forem encaminhadas dentro do prazo, o INSS interromperá os descontos e reterá o repasse ao banco até a regularização.

Como funciona a portabilidade?

A nova norma também estabelece regras para a transferência do empréstimo de um banco para outro. O segurado solicita a portabilidade à instituição financeira de destino e autoriza o procedimento pelo Meu INSS, por biometria ou, na ausência de cadastro biométrico, por meio da validação de dados bancários. Também é necessário assinar o Termo de Autorização de Portabilidade.

A instituição de origem tem até 20 dias para confirmar a operação. Caso isso não ocorra dentro desse prazo, a portabilidade será cancelada.

Assim, quem não possui biometria cadastrada passa a ter uma alternativa para autorizar operações de crédito consignado pelo Meu INSS, mantendo-se a exigência de autorização expressa do beneficiário.

ASCOM

Beneficiários do INSS sem biometria poderão contratar consignado com validação de dados bancários; veja as regras — Instituto Nacional do Seguro Social – INSS

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana