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POLÍTICA MT

ALMT e TRE alinham cobertura das Eleições 2026

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Profissionais da Secretaria de Comunicação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), incluindo equipes da TV Assembleia, Rádio Assembleia, site institucional e Publicidade, se reuniram nesta terça-feira (8) com o diretor-geral do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE), Mauro Diogo, para alinhar os últimos ajustes para a cobertura da apuração das Eleições 2026.

Pela quarta eleição consecutiva, os veículos de comunicação da ALMT acompanharão a apuração diretamente do local de totalização dos votos no TRE, com exclusividade, e transmitirão, em tempo real, as informações oficiais sobre os resultados da votação.

O secretário de Comunicação da ALMT, coronel Henrique Santos, destacou a importância da parceria entre a Assembleia Legislativa e o Tribunal Regional Eleitoral no período das eleições.

“A ALMT cumpre seu papel constitucional ao dar transparência e levar informação à população por meio de seus veículos oficiais, como a TV Assembleia, a Rádio Assembleia e o site institucional. Esperamos que, mais uma vez, a apuração e todo o processo eleitoral sejam um sucesso”, afirmou.

Henrique Santos também ressaltou que a TV Assembleia segue em expansão para ampliar seu alcance no estado. “Trabalhamos por um sinal livre, uma TV oficial, que leva informação com credibilidade e transparência”, declarou.

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O diretor-geral do TRE-MT, Mauro Diogo, ressaltou que a parceria com a Assembleia é mantida desde 2020 e destacou a importância da presença de uma emissora pública e oficial na cobertura da apuração.

Foto: MARCOS LOPES/ALMT

“Desde o início, partimos dessa premissa: trata-se de uma emissora pública e oficial que, ao longo dos anos, tem avançado em qualidade, ampliado sua presença nos municípios e expandido o alcance do sinal. Por isso, essa parceria é muito importante para o Tribunal”, disse.

Segundo ele, o acompanhamento da totalização dos votos também contribui para dar visibilidade e transparência ao trabalho realizado pela Justiça Eleitoral.

“A equipe da Assembleia estará no ambiente onde os votos são totalizados, o que contribui para dar visibilidade a esse processo”, acrescentou.

Diogo lembrou que a cooperação entre as instituições teve início antes da cobertura da apuração, com a realização de campanhas de orientação aos eleitores e de combate à desinformação.

Conscientização – A campanha de combate à desinformação desenvolvida pela ALMT e TRE foi lançada em agosto e corresponde à segunda etapa do projeto Comunicação Cidadã – Eleições Gerais 2026. O objetivo é orientar os eleitores a identificarem informações falsas, manipuladas ou retiradas de contexto e verificar as informações antes de compartilhá-las. Entre os materiais produzidos estão VT de 60 segundos, spots de rádio, anúncios para jornal e revista, banners, carrosséis e vídeos para redes sociais.

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Na primeira etapa do projeto, realizada em abril, o objetivo foi alertar os eleitores sobre o fim do prazo para emissão, transferência ou regularização do título de eleitor.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

”Quem tem poder para decidir destinos precisa responder pelos próprios atos”, Neri endurece crítica diante da crise no STF

Sobre responsabilidade, ex-ministro lembra que foi declarado inelegível em plena eleição de 2022 e depois foi inocentado; Neri cobra transparência diante da atual crise do Supremo

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Em meio à crise que atinge o Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-ministro da Agricultura e candidato a deputado federal Neri Geller fez um alerta que carrega o peso da própria história: decisões tomadas pelas mais altas Cortes do país têm consequências que, muitas vezes, não podem ser reparadas depois.

Em 2022, em plena disputa pelo Senado por Mato Grosso, Neri teve o mandato de deputado federal cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi declarado inelegível e teve o registro de candidatura negado.

A decisão atingiu diretamente sua participação naquela eleição. Mais tarde, porém, o próprio TSE reviu o caso e restabeleceu seus direitos políticos.

“Eu sei o que é sofrer na pele as consequências de uma decisão e, depois, ver a própria Justiça reconhecer que aquela condenação não deveria permanecer. Meus direitos foram devolvidos. A eleição, ninguém me devolveu”, afirmou Neri.

A declaração ocorre no momento em que o próprio STF atravessa uma crise interna e enfrenta cobranças públicas por esclarecimentos e transparência.

Para Neri, questionar decisões ou condutas de integrantes do Judiciário não significa atacar as instituições.

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“Instituição forte não é aquela que está acima de qualquer questionamento. É aquela que tem transparência, respeita a Constituição e sabe corrigir seus erros. Nenhum Poder pode estar acima da lei.”

Neri afirma que sua própria trajetória reforçou a defesa do devido processo legal e da responsabilidade de quem ocupa posições de poder.

“Eu continuei acreditando na Justiça até conseguir reverter aquela decisão. Mas aprendi uma coisa que não esqueço: a Justiça pode corrigir uma decisão. O tempo e uma eleição perdida, não.”

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