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CARVALHO (Francisco de Paula Magessi Tavares de)
CARVALHO (Francisco de Paula Magessi Tavares de). Capitão-general de Mato Grosso (Portugal – Rio de Janeiro, 26 de junho de 1847). Tomou posse em 6 de janeiro de 1819. Foi o único capitão-general que a história registrou o nome da esposa, Rita, que o acompanhou em sua viagem a Mato Grosso. Efetuou uma administração pró-Cuiabá, para aí transferindo várias repartições do governo da capitania, como a Casa de Fundição, a Junta da Fazenda, o Desembargo do Paço, Ouvidoria Geral e outras. Iniciou as obras do quartel, olaria, fábrica de pólvora e do trem de guerra. Adquiriu em Cuiabá uma casa para servir de residência dos governadores, décadas mais tarde denominada Palácio Alencastro. Apesar da sua administração voltada tão somente para Cuiabá, esquecendo-se de Vila Bela SS Trindade, não soube granjear a simpatia e a confiança da população cuiabana. A 20 de agosto, foi deposto pelo povo, clero e militares, assumindo em seu lugar uma Junta em Cuiabá, presidida pelo bispo D. Luis de Castro Pereira. Foi conselheiro do Império e presidente da província Cisplatina, em Montevidéu e, em 1827, agraciado com o título de Barão de Vila Bela.
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CIDADE DE PEDRA
CIDADE DE PEDRA. Denominação de conjunto excepcional de escarpas e pedras na cidade de Rondonópolis, sul de MT. O local da Cidade de Pedra, de nomenclatura ancestral teve ocupação muito antiga, anterior aos bororos. Inúmeros sítios arqueológicos foram encontrados e pesquisados na região dentre os quais os de Ferraz Igreja, Vermelhos, Cipó, Anões, Alvorada, Falha e Mano Aroé, e tantos outros. Esta porção territorial é alvo de pesquisa sistemática da missão Franco-Brasileira. A Cidade de Pedra possui paisagem grandiosa por sua exuberante beleza natural escarpeada pelo Rio Vermelho, não muito distante da cidade de Rondonópolis em área com vegetação e fauna pouco alteradas. Atualmente é parque ecológico e arqueológico em reserva particular do patrimônio natural (RPPN). Em Cidade de Pedra a ocupação foi intensa nos últimos 3 mil anos, sendo que os grupos ocupantes da região há 2 mil anos ainda não conheciam a cerâmica, e foi a partir desta época que os ceramistas iniciaram seus afazeres deixando fragmentos que comprovam a tese. As pesquisas também revelam que o povo ceramista dava preferência a esta região quer seja como breve acampamento, moradia perene ou mesmo como necrópole, e a teoria foi justificada pela presença de fogueiras e áreas de atividades cotidianas.
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