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CHACINA EM MERURI

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CHACINA EM MERURI. No ano de 1976, a Fundação Nacional do Índio iniciou a demarcação de Meruri, regularizando a situação fundiária das terras que foram destinadas aos bororo pelo governador do Estado de Mato Grosso, Dom Aquino Corrêa, em 1918. Alguns fazendeiros da região invadiram a região dos bororo, alguns possuindo, inclusive, títulos expedidos pelo próprio governo do Estado. Os índios iniciam uma campanha em prol do reconhecimento e demarcação de suas terras. No dia 15 de julho do mesmo ano, um grupo de sessenta homens armados, chefiado pelo fazendeiro João Mineiro, invadiu a missão e assassinou o índio Simão Okóge Ekudugódu, com aproximadamente 40 anos, e o padre Rodolfo Lunkenbein (Döringstadt-Alemanha, 01/04/1939 – Meruri, 15/07/1972), diretor da histórica Missão Salesiana de Meruri, sepultado na aldeia. Durante a chacina, também foi morto o filho de um dos fazendeiros. Em Barra do Garças, os assassinos foram absolvidos e somente aqueles que possuíam títulos legais receberam indenização. (AM)

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CIDADE DE PEDRA

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CIDADE DE PEDRA. Denominação de conjunto excepcional de escarpas e pedras na cidade de Rondonópolis, sul de MT. O local da Cidade de Pedra, de nomenclatura ancestral teve ocupação muito antiga, anterior aos bororos. Inúmeros sítios arqueológicos foram encontrados e pesquisados na região dentre os quais os de Ferraz Igreja, Vermelhos, Cipó, Anões, Alvorada, Falha e Mano Aroé, e tantos outros. Esta porção territorial é alvo de pesquisa sistemática da missão Franco-Brasileira. A Cidade de Pedra possui paisagem grandiosa por sua exuberante beleza natural escarpeada pelo Rio Vermelho, não muito distante da cidade de Rondonópolis em área com vegetação e fauna pouco alteradas. Atualmente é parque ecológico e arqueológico em reserva particular do patrimônio natural (RPPN). Em Cidade de Pedra a ocupação foi intensa nos últimos 3 mil anos, sendo que os grupos ocupantes da região há 2 mil anos ainda não conheciam a cerâmica, e foi a partir desta época que os ceramistas iniciaram seus afazeres deixando fragmentos que comprovam a tese. As pesquisas também revelam que o povo ceramista dava preferência a esta região quer seja como breve acampamento, moradia perene ou mesmo como necrópole, e a teoria foi justificada pela presença de fogueiras e áreas de atividades cotidianas.

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