geografia
Geologia
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João Carlos Vicente Ferreira |
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Relevo do município de Poxoréo |
Mato Grosso, em relação a compartimentação geotectônica, abrange o sul do Cráton Amazônico, correspondente a Província Estrutural do Tapajós; a Faixa de Dobramento Paraguai, que é parte da Província Estrutural do Paraná. Algumas bacias preenchidas por sedimentos fanerozóicos ocorrem tanto no interior cratônico como no domínio das faixas de dobramentos, destacando-se, dentre elas, as bacias dos Parecis, aquelas que acolheram os sedimentos cenozóicos do Pantanal mato-grossense, os da Depressão do Araguaia (Ilha do Bananal), os da Depressão do Guaporé (fronteira Brasil-Bolívia) e os de Alto Xingu.
As Unidades Litoestratigráficas que compõem o Estado de Mato Grosso são as seguintes:
Arqueano
Proterozóico
Paleozóico
Mesozóico
Cenozóico
Principais estruturas geológicas:
A compartimentação geotectônica de Mato Grosso abrange, em sua maior distribuição territorial, o segmento sul do Cráton Amazônico, que compreende a Província Estrutural do Tapajós; seguido da Faixa de Dobramentos Paraguai, que compreende a Província Estrutural do Tocantins e, finalmente, a Bacia do Paraná, que corresponde à Província Estrutural do Paraná. Cada Província apresenta um estilo estrutural característico e próprio de sua evolução geológica, em resposta às diversas fases ou etapas de movimentações a que esta vasta região foi submetida. As Principais Estruturas Geológicas de Mato Grosso são:
Porção Sul do Cráton Amazônico/Província Estrutural do Tapajós, Feições Lineagênicas
Faixa de Dobramentos Paraguai/Província Estrutural do Tocantins
Bacia do Paraná/Província Estrutural do Paraná
AGRO & NEGÓCIO
Previsão meteorológica indica semana de chuvas intensas em todo o Brasil
No Centro-Oeste, a previsão indica chuvas irregulares ao longo da semana, com destaque para o Oeste de Mato Grosso e Sul do Mato Grosso do Sul onde se espera maior acumulação. No Sudeste, a maior parte da região terá uma semana sem grandes volumes de chuva, exceto por pancadas dispersas que atingem todos os estados.
As regiões Sul e Nordeste do Brasil estão sob alerta para altos volumes de precipitação nesta semana, segundo meteorologistas. O aumento significativo nas chuvas pode resultar em alagamentos e inundações, com fenômenos meteorológicos distintos influenciando cada área.
O Nordeste brasileiro enfrentará períodos de chuva forte, especialmente ao longo das zonas costeiras. Estados como Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão são os mais afetados. A atividade intensa da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é a principal causa do aumento das precipitações, com previsões de chuvas recorrentes e de forte intensidade em cidades como Fortaleza e Salvador, que podem esperar uma semana de instabilidade climática até quinta-feira.
No Sul, a instabilidade é dominada pela combinação de uma área de baixa pressão e uma frente fria que se desloca pela região. Esta condição climática favorece chuvas generalizadas entre segunda e terça-feira, com possibilidade de altos volumes acumulados, aumentando os riscos de inundações, especialmente no Oeste do Rio Grande do Sul e Leste de Santa Catarina.
Ciclone no Sul
Enquanto isso, um ciclone extratropical previsto para se formar na Argentina trará instabilidade significativa para o Cone Sul, afetando não só a Argentina e o Uruguai, mas também o Paraguai e o Sul do Brasil. Os meteorologistas da MetSul alertam para chuvas localmente fortes e temporais intensos nas áreas mencionadas até a metade da semana.
A situação climática ocorre em um momento delicado para a agricultura brasileira. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de grãos no país deve sofrer uma redução significativa devido à influência do El Niño, que afetou negativamente as fases de plantio e desenvolvimento das lavouras. A esperança agora se volta para a possível chegada do fenômeno La Niña nos próximos meses, que poderia melhorar as condições de umidade em algumas regiões.
Os especialistas continuam monitorando os padrões climáticos e alertam para a necessidade de preparação para condições extremas de tempo, com possíveis impactos significativos na infraestrutura urbana e rural das regiões afetadas.
Fonte: Pensar Agro
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