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Rodovia sob suspeita leva presidente do TCE-MT a relatar risco em viagem

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A situação da MT-170, rodovia estratégica para a ligação entre os municípios de Castanheira, Juruena, Cotriguaçu, Colniza e Aripuanã, no noroeste de Mato Grosso, voltou ao centro das discussões sobre infraestrutura no Estado após o presidente do Tribunal de Contas (TCE-MT), Conselheiro Sérgio Ricardo, afirmar que enfrentou situações de risco durante uma viagem pelo trecho em obras.

Segundo o conselheiro, os buracos e as condições da pista foram tão severos que ele chegou a temer pela própria segurança. A declaração foi feita nesta semana, em meio às inspeções realizadas pelo Tribunal em obras públicas e às investigações sobre problemas identificados na rodovia.

Antiga BR-174, a MT-170 é considerada uma das principais vias de integração do extremo noroeste mato-grossense e fundamental para o transporte de cargas e o acesso da população aos serviços de saúde e educação. Desde que a estrada foi estadualizada, em 2021, o Governo de Mato Grosso já investiu cerca de R$ 675 milhões na pavimentação, dos quais mais da metade dos 271 quilômetros previstos já foi executada.

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No entanto, um trecho de 50,7 quilômetros que recebeu investimento de aproximadamente R$ 130 milhões passou a apresentar deterioração precoce, levando a Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) a abrir processos administrativos e encaminhar um dossiê ao Ministério Público, Tribunal de Contas e Controladoria Geral do Estado. A pasta sustenta que os problemas decorrem de falhas na execução da obra e já notificou o consórcio responsável dezenas de vezes desde 2023.

As irregularidades também motivaram inspeções do TCE, que estuda determinar a reconstrução completa dos segmentos danificados. Técnicos apontam indícios de utilização de materiais inferiores aos previstos em projeto e espessura do revestimento asfáltico abaixo da originalmente especificada.

A atuação do Tribunal em campo gerou embates políticos nas últimas semanas. Críticos das vistorias acusam exposição excessiva por parte do presidente da Corte, enquanto Sérgio Ricardo sustenta que a fiscalização presencial é necessária para verificar a aplicação dos recursos públicos e acompanhar de perto a qualidade das obras executadas.

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Polícia Civil prende três suspeitos e esclarece homicídio em menos de 24 horas em Barra do Garças

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Três pessoas que tiveram o envolvimento identificado em um homicídio ocorrido em Barra do Garças foram presos em flagrante pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (19.6), menos de 24 horas após o crime.

Entre os presos estão três homens, sendo um de 29 anos e dois de 20 anos de idade, que responderão pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

A investigação foi conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças com apoio da Delegacia de Alto Araguaia, com apoio de outras unidades da instituição e demais forças de segurança. As diligências iniciaram imediatamente após a comunicação do desaparecimento da vítima e da posterior localização do corpo às margens do Rio Garças, no município de Pontal do Araguaia.

As circunstâncias indicavam a prática de homicídio qualificado seguida de ocultação de cadáver. Desde os primeiros levantamentos, equipes da Polícia Civil, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e do Corpo de Bombeiros Militar atuaram de forma integrada na preservação do local, coleta de vestígios e realização das providências periciais necessárias para a produção da prova técnica.

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Também foram realizadas buscas complementares para localização de outros elementos relacionados à dinâmica criminosa. Durante a investigação, os policiais civis realizaram levantamentos de informações, oitivas de testemunhas, trabalhos de campo e análise de dados, permitindo a reconstituição de parte significativa dos fatos e a identificação dos indivíduos supostamente envolvidos.

As diligências desenvolvidas pela equipe de investigação possibilitaram a prisão em flagrante de um dos suspeitos, de 29 anos, em Barra do Garças.

A partir das informações produzidas pelos investigadores, a Polícia Civil de Alto Araguaia localizou e prendeu os outros dois envolvidos, ambos de 20 anos de idade, demonstrando a efetiva integração entre as unidades policiais.

As investigações apontam, em tese, possível relação dos investigados com facção criminosa, hipótese que continua sendo apurada por meio de diligências complementares e produção de novas provas, visando ao completo esclarecimento dos fatos e à responsabilização de todos os envolvidos.

Fonte: Governo MT – MT

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