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Cuiabá

Prefeitura de Cuiabá garante RGA e injeta R$ 88 milhões na valorização dos servidores

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A Prefeitura de Cuiabá publica nesta quarta-feira (20) o reajuste geral anual (RGA) dos servidores municipais, com impacto financeiro estimado em R$ 88 milhões na folha de pagamento. O percentual será de 4,11% para os servidores em geral e de 3,51% para os profissionais da educação, diferença explicada pela unificação da data-base dos servidores para o mês de maio.

Segundo o prefeito municipal, Abilio Brunini, cerca de R$ 69,9 milhões do impacto total correspondem aos servidores ativos, enquanto R$ 21,9 milhões são destinados aos inativos e aposentados previdenciários.

O prefeito destacou que o decreto do RGA será publicado ainda nesta quarta-feira e explicou que a diferença entre os índices não representa perda salarial para os profissionais da educação, mas sim uma adequação ao período considerado no cálculo inflacionário.

“Os demais servidores recebem 4,11% porque esse percentual contabiliza 12 meses de inflação. Já a educação terá 3,51% porque houve a unificação da data-base para maio e, nesse caso, o cálculo considera apenas 10 meses desde o último reajuste”, afirmou o prefeito.

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Abilio ressaltou ainda que, a partir do próximo ano, a tendência é de equalização dos percentuais entre todas as categorias. “Daqui para frente, a diferença do RGA vai ser igual para todos os servidores. O que muda agora é apenas o período utilizado no cálculo”, acrescentou.

O secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, explicou que o RGA é calculado automaticamente com base nos índices oficiais de inflação acumulados no período de referência.

“O reajuste geral anual segue a variação inflacionária dos últimos 12 meses. Como a educação tinha uma data-base diferente, ainda não completou esse período desde o último reajuste. Por isso, o índice aplicado neste momento é proporcional a 10 meses”, explicou Bussiki.

O secretário também afirmou que a equiparação imediata do percentual da educação aos 4,11% representaria ganho real acima da inflação, o que exigiria autorização legislativa.

“Se o município decidir aplicar 4,11% também para a educação neste momento, isso deixa de ser apenas recomposição inflacionária e passa a configurar ganho real referente aos dois meses não contabilizados anteriormente. Nesse caso, seria necessária a aprovação de um projeto de lei pela Câmara Municipal”, completou.

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Os aposentados com direito à paridade receberão os mesmos percentuais aplicados aos servidores da ativa, conforme a categoria correspondente.

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Cuiabá

IPS Brasil: Cuiabá está entre as dez capitais com melhor qualidade de vida do Brasil

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Foto: Drone Cuiabá

Cuiabá conquistou a décima posição no ranking das capitais brasileiras do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20). O levantamento, que analisa os 5.570 municípios do país, coloca a capital mato-grossense à frente de outras grandes cidades e na liderança estadual, com base em 57 indicadores que avaliam qualidade de vida, bem-estar social e condições ambientais da população.

Diferente de índices tradicionais focados no desempenho econômico, como o Produto Interno Bruto (PIB), o IPS mede o acesso das pessoas a condições essenciais para uma vida digna. Os indicadores são organizados em três grandes eixos: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades. Cuiabá se destacou especialmente nas duas primeiras dimensões, que englobam itens como nutrição, água e saneamento, moradia, segurança, acesso ao conhecimento básico e qualidade do meio ambiente.

No ranking geral das capitais, a cidade ficou atrás de centros como Curitiba, Brasília e São Paulo, mas superou diversas capitais de estados com economias igualmente pujantes. O resultado evidencia o contraste entre os grandes centros urbanos e os municípios mais remotos do país, onde o acesso a serviços públicos e infraestrutura ainda representa um desafio considerável.

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O IPS Brasil 2026 registrou média nacional de 63,40 pontos, em uma escala de zero a cem, com evolução discreta em relação à edição anterior. Para compor a avaliação, o índice considera 12 componentes: Nutrição e Cuidados Médicos Básicos; Água e Saneamento; Moradia; Segurança Pessoal; Acesso ao Conhecimento Básico; Acesso à Informação e Comunicação; Saúde e Bem-Estar; Qualidade do Meio Ambiente; Direitos Individuais; Liberdades Individuais e de Escolha; Inclusão Social; e Acesso à Educação Superior.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, comentou o resultado e afirmou que o reconhecimento reforça o potencial da capital em crescer de forma equilibrada, conciliando desenvolvimento econômico, preservação ambiental e qualidade de vida. Ele lembrou que Cuiabá abriga mais de 300 nascentes e defendeu a importância de ações voltadas ao futuro da cidade. Brunini também destacou que a capital se firma como referência do agronegócio, dos serviços e do comércio, com geração de empregos e demanda por mão de obra em diversos segmentos, sinal da pujança da economia local.

“Cuiabá vive um novo momento. Queremos uma capital viva, que preserve sua cultura, sua história e suas tradições, mas que também acompanhe o desenvolvimento, atraia investimentos, gere oportunidades e ofereça qualidade de vida para quem vive aqui”, afirmou.

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Confira abaixo o ranking de pontuações das capitais no IPS Brasil 2026:

  1. Curitiba (PR): 71,29
  2. Brasília (DF): 70,73
  3. São Paulo (SP): 70,64
  4. Campo Grande (MS): 69,77
  5. Belo Horizonte (MG): 69,66
  6. Goiânia (GO): 69,47
  7. Palmas (TO): 68,91
  8. Florianópolis (SC): 68,73
  9. João Pessoa (PB): 67,73
  10. Cuiabá (MT): 67,22

 

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