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Zelensky quer aliança pela paz e apela por exclusão do espaço aéreo

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, falou a membros do Congresso dos Estados Unidos na manhã de hoje (16), por volta das 10h da manhã (horário de Brasília). Zelensky fez um forte apelo pela criação de um espaço de exclusão aéreo nos céus do país, que permitiria que aviões de outros países possam abater aeronaves russas. Ele sugere a criação de uma aliança pela paz e pede que o presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, seja o líder da paz mundial.

“Hoje não é suficiente ser o líder de uma nação, ser o líder do mundo significa ser o líder da paz. Ser forte é estar pronto a lutar pela vida dos cidadãos do mundo. Ter direitos humanos, direito de viver decentemente e de morrer quando sua hora chegar e não quando seu vizinho decidir. Hoje o povo ucraniano está defendendo não só a Ucrânia, estamos lutando pelos valores da Europa e do mundo, pelo futuro”, afirmou Zelensky.

O mandatário ucraniano sugeriu a criação de uma coalização antiguerra, uma aliança forte, que possa responder rapidamente e seja capaz de desmobilizar invasões, como a da Ucrânia. Ele reclamou que as instituições criadas após as guerras do século passado não funcionam.

“Precisamos de novas instituições, novas alianças. Nós propomos a criação de uma associação de união para a paz. A união de países que tenham força e consciência de parar conflitos imediatamente e que deem assistência em 24 horas. Se necessário armas, sanções, apoio humanitário, político, financeiro. Tudo para manter a paz de forma rápida e salvar vidas”, disse, acrescentando que essa união poderia também ajudar aqueles que são vítimas de desastres naturais ou epidemias.

Zelensky agradeceu o apoio americano e afirmou que os Estados Unidos ajudaram a oprimir o agressor economicamente. Mas disse que precisa de novos pacotes de sanções “até que a máquina militar russa pare”.

Ele falou que territórios independentes de seu país foram transformados em campos de batalha, com pessoas inocentes sendo atacadas. “Estamos vivendo isso há 3 semanas. A Rússia transformou os céus da Ucrânia em uma fonte de morte para milhares de pessoas. Os russos já dispararam mil mísseis, drones, bombas para nos matar. É um terror que o mundo não viu, que a Europa não viu por 80 anos. Estamos pedindo uma resposta a esse terror. Será que é pedir muito? Criar uma zona de exclusão aérea humanitária para que a Rússia não possa mais aterrorizar nossos cidadãos?”, questionou.

Zelensky disse ainda que os americanos sabem o tipo de ajuda que os ucranianos precisam, de sistemas fortes de aviação. “Esses aviões existem mas estão no solo, não nos céus da Ucrânia, eles não estão defendendo a Ucrânia”.

Edição: Valéria Aguiar

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Cuba: incêndio em Matanzas deixou 16 mortos, confirma governo

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Explosão causou grande desastre em Cuba
Reprodução/Twitter

Explosão causou grande desastre em Cuba

 O governo de Cuba confirmou nesta quarta-feira (17) 16 mortes no grande incêndio que atingiu um depósito de petróleo em Matanzas no início de agosto.

Jorge González, presidente da Sociedade Cubana de Medicina Legal, revelou em uma coletiva de imprensa que após a extinção das chamas que destruíram quatro reservatórios, 14 restos ósseos foram encontrados.

Na área do incêndio, considerado o maior desastre industrial da história do país, os restos ósseos encontrados foram expostos a temperaturas que chegaram a dois mil graus Celsius, segundo González.

Os especialistas ainda revelaram que “toda a tecnologia para qualquer tipo de identificação” está disponível em Cuba, mas não para eventos “destas características”.

Antes disso, as autoridades do país haviam informado que duas pessoas tinham morrido no desastre, além de 14 desaparecidos e dezenas de feridos. Todos os homens do Corpo de Bombeiros que chegaram ao depósito no início do incêndio não sobreviveram.

Para homenagear os bombeiros que faleceram durante o combate ao incêndio em Matanzas, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, decretou luto oficial no país.

As chamas começaram a se espalhar no dia 5 de agosto, quando um raio acertou um tanque de petróleo bruto em uma zona industrial de Matanzas, cidade situada a pouco mais de 100 quilômetros da capital Havana. Em seguida, o fogo se alastrou para um segundo reservatório, este de óleo combustível.

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Fonte: IG Mundo

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