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YouTube para Android ganha reprodução 4K de vídeos mesmo em telas HD

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YouTube para Android ganha reprodução 4K de vídeos mesmo em telas HD
Ana Marques

YouTube para Android ganha reprodução 4K de vídeos mesmo em telas HD

Os usuários de smartphones com Android agora podem reproduzir vídeos do YouTube em 4K a 60 fps com HDR , ainda que seus celulares tenham telas com menor resolução. O recurso foi liberado do lado do servidor, portanto você já pode verificar se está disponível sem precisar atualizar o aplicativo. A função já estava disponível no iOS desde o final do ano passado.

Algumas pessoas podem achar que os benefícios desse recurso seriam apenas para quem usa um telefone com display 4K (alô, Sony!) ou monitores externos, mas não é bem assim que funciona.

Ainda que você não consiga tirar o máximo de proveito da resolução oferecida, os usuários ainda poderão obter uma qualidade melhor na reprodução devido ao maior bitrate, mesmo em telas HD. Na prática, os mais detalhistas poderão perceber imagens mais nítidas e com uma melhor gama de cores.

Testei a nova configuração com um Galaxy S20 Ultra, que respondeu bem à reprodução em 2160p. Em alguns aparelhos, porém, o aumento da resolução pode apresentar quadros cortados e pouca fluidez, como reporta o GSMArena .

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Vale ressaltar que o streaming em 4K acabará baixando arquivos em tamanhos maiores, o que pode não representar uma troca vantajosa o suficiente se você estiver usando dados móveis, por exemplo.

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Troca de dados entre WhatsApp e Facebook é ilegal, determina Alemanha

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WhatsApp troca dados dos usuários com o Facebook
Unsplash/Allie

WhatsApp troca dados dos usuários com o Facebook



Nesta terça-feira (13), um dos principais órgãos reguladores da Alemanha entrou com uma ação contra o Facebook . O motivo seria que a empresa de Mark Zuckerberg estaria trocando dados de usuários entre a rede social e o aplicativo de mensagens WhatsApp de forma ilegal.

Segundo o comissário Johannes Caspar, oficial de proteção de dados de Hamburgo e quem iniciou a ação, a recente atualização dos termos de uso e política de privacidade do serviço, que engloba esse compartilhamento, fere o Regulamento Geral de Proteção de Dados ( GDPR ) da União Europeia.

Caspar justificou a iniciativa afirmando que o Facebook precisaria da autorização expressa dos usuários para o compartilhamento – algo que não teria ocorrido. Além disso, ele lembrou que, quando o WhatsApp foi adquirido pelo Facebook há alguns anos, uma das premissas é que não ocorreria a troca de informações entre os serviços.

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“Temos motivos para acreditar que a política de compartilhamento de dados entre WhatsApp e Facebook está sendo inadmissivelmente aplicada devido à falta de consentimento expresso e voluntário”, disse o especialista. Algo que, segundo ele, não aconteceu.

Novos termos de uso

Em agosto, o Facebook alterou a política de uso do WhatsApp . Caspar classifica essa alteração do serviço como “uma troca ilegal de dados em massa”, motivo pelo qual ele estaria entrando com o procedimento, e argumenta que a ação visa proteger os dados dos cerca de 35 milhões de usuários do WhatsApp na Alemanha.

A ação regulatória prevê o bloqueio do compartilhamento dos dados por três meses, com possibilidade de a decisão ser ampliada, se autorizada pelo comitê regulatório para proteção de dados.

Além disso, a ação pede ao Facebook que dados sejam apagados, bem como sugere uma multa para o caso de não cumprimento da decisão. Em contrapartida, um porta-voz do WhatsApp afirmou que a empresa não estaria agindo contra as leis locais.

Segundo o porta-voz, “ao aceitar os termos de serviço atualizados do WhatsApp , os usuários não concordam com qualquer expansão em nossa capacidade de compartilhar dados com o Facebook, e a atualização não afeta a privacidade de suas mensagens com amigos ou familiares”, disse, em nota, à Reuters . O Facebook alega que sua atuação está em conformidade com a lei e que vai recorrer da decisão.

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