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Xiaomi vai usar Mi Stores para vender seu próprio carro elétrico

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Lei Jun, CEO da Xiaomi
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Lei Jun, CEO da Xiaomi

A Xiaomi vem se preparando para lançar o seu próprio carro elétrico . Enquanto isso, a companhia já está traçando planos para levar o novo produto aos consumidores: segundo a Reuters, a companhia pretende usar as suas lojas para vender o futuro automóvel. O primeiro modelo deve ser lançado a partir de 2024.

As novas informações dão uma prévia sobre a estratégia de vendas da marca. A agência de notícias informa que a companhia pretende usar as suas próprias lojas físicas como um canal para auxiliar na comercialização do futuro automóvel elétrico. Atualmente, a fabricante possui milhares de Mi Stores espalhadas pelo mundo.

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As autoridades da China deram mais detalhes sobre a nova empreitada. Neste fim de semana, o governo local revelou que a Xiaomi vai abrir uma fábrica em Pequim com capacidade para preparar 300 mil veículos por ano. A expectativa é de que a produção em massa comece em 2024. Já a construção da planta acontecerá em duas fases.

Carro elétrico da Xiaomi será produzido a partir de 2024

Os novos detalhes batem com a expectativa de Lei Jun, CEO da Xiaomi. Em outubro, o executivo informou que a produção em massa do carro elétrico da marca será iniciada em 2024. O prazo também foi levantado pelo diretor internacional de marketing da companhia, Zang Ziyuan, em uma publicação na rede social chinesa Weibo.

A companhia ainda deu outros passos nos últimos meses para alcançar o seu novo objetivo. Em junho, a fabricante conhecida pelos celulares Mi, Redmi e Poco, wearables e afins abriu 20 vagas para expandir a sua própria área de carros autônomos. As oportunidades foram disponibilizadas em escritórios de Pequim, na China.

Lei Jun também informou que o primeiro carro da marca seria um sedan ou SUV. Os detalhes foram revelados em abril, poucos dias após a companhia anunciar um investimento de US$ 10 bilhões para o novo setor. “A companhia irá constituir uma subsidiária integral para operar o negócio de veículos elétricos inteligentes”, afirmaram.

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Anatel barra teste da Starlink que levaria internet para ONG no Brasil

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SpaceX, do bilionário Elon Musk
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SpaceX, do bilionário Elon Musk

Em novembro de 2021, a SpaceX, do bilionário Elon Musk, tentou obter autorização para testar, no Brasil, o serviço de internet por satélite Starlink . A documentação apresentada atendia às exigências da Anatel, então parecia que tudo caminhava para um desfecho favorável aos testes. Só parecia: em dezembro, a Starlink foi informada de que a Anatel suspendeu o processo.

Os testes seriam realizados na comunidade Savoyzinho, em São Paulo (SP), em parceria com a ONG internacional Luta Pela Paz. O plano consistia em conectar um centro comunitário que atende a cerca de 40 alunos ao serviço de internet banda larga oriundo dos satélites Starlink.

Se não houvesse impedimentos, os testes iriam ser realizados entre 7 de dezembro de 2021 e 4 de fevereiro de 2022.

Mas houve. Em um documento submetido à Anatel via Sistema Eletrônico de Informações (SEI), a Starlink Brazil Serviços de Internet informa que a autorização de uso temporário de espectro, etapa necessária para os testes, não avançou.

No documento, é possível perceber certa surpresa com relação à posição da Anatel. A Starlink relata que, no início de dezembro de 2021, a Gerência de Outorga e Licenciamento de Estações (ORLE) da Anatel considerou os documentos apresentados condizentes com as exigências da entidade.

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Dias depois, em 7 de dezembro, a Starlink pagou as taxas necessárias para fazer o processo de autorização andar. Depois do pagamento, representantes da empresa entraram em contato com a Anatel, ocasião em que foram informados de que a autorização para os testes em conjunto com a ONG Luta Pela Paz iria ser publicada em breve.

Anatel suspendeu processo de aprovação

Então, veio a surpresa: “passado um mês da data prevista para o início do teste, a Starlink foi informada da decisão da Anatel de suspender o processo”, descreve um trecho do documento.

A razão da suspensão? Não está claro. Em comunicado enviado à companhia, a Anatel informa apenas que decidiu não avançar com a aprovação até que haja uma deliberação do Conselho Diretor sobre o direito de exploração do sistema de satélites não geoestacionários Starlink.

É por isso que, no documento enviado à Anatel, a empresa pede que a agência dê “maiores esclarecimentos sobre o motivo da referida suspensão do pedido”.

Ali, a companhia de Elon Musk também argumenta que, em ocasiões anteriores, a Anatel concedeu autorização temporária de espectro a outras empresas, como Globalsat Brasil e Swarm Brasil Satélites, razão pela qual a Starlink pede que a Anatel analise o seu caso “levando em consideração o princípio de isonomia constitucionalmente estabelecido”.

Sem essa autorização, os satélites Starlink simplesmente não podem ser testados no país. “Mais importante ainda, deve-se notar que a solicitação da Starlink atende ao interesse público, pois a mesma poderia iniciar as operações imediatamente no Brasil. A Starlink compartilha das atuais metas de políticas públicas do governo brasileiro para a expansão da conectividade no Brasil, especialmente em regiões rurais ou remotas”, diz o texto.

Vale destacar que, nos Estados Unidos, o serviço de acesso à internet da Starlink deixou a fase beta em outubro de 2021. Por lá, o plano é único e custa US$ 99 por mês. O kit de instalação, com antena e roteador, deve ser pago à parte e sai por US$ 499.

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