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Wuhan já tinha indícios de epidemia de coronavírus no fim de 2019, diz OMS

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Agentes da OMS investigam origem do vírus
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Agentes da OMS investigam origem do vírus

A missão da Organização Mundial de Saúde (OMS), que busca apurar a origem da Covid-19 na cidade chinesa de Wuhan, encontrou indícios de que um surto da doença já era visível em dezembro de 2019, antes dos primeiros casos reportados pelo país.

De acordo com uma reportagem exibida pela rede CNN, os agentes da OMS apontaram a possibilidade de subnotificação, já que em dezembro a cidade não contava apenas com casos isolados, como os relatos oficiais sugeriam. Agora, a agência busca analisar amostras de sangue na cidade, o que deve ser liberado pelo governo Chinês.

A investigação sobre o vírus já ocorre há várias semanas em Wuhan. Apesar dos indícios de que a epidemia teria começado antes do notificado, a OMS também afirma que não existem evidências de que o vírus tenha sido transmitido pela primeira vez no mercado de animais da cidade. A OMS também descartou a criação do vírus em laboratório.

Fonte: IG SAÚDE

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Rússia bate novo recorde de mortes diárias por causa da pandemia de Covid-19

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Rússia bate novo recorde de mortes diárias por causa da pandemia de Covid-19
Maxim Titov/Pexels

Rússia bate novo recorde de mortes diárias por causa da pandemia de Covid-19

A Rússia bateu novamente o recorde nacional de mortes causadas pela Covid-19 ao registrar 1.015 óbitos nas últimas 24 horas, segundo informações das autoridades de saúde do país nesta terça-feira (19).

De acordo com dados oficiais, a Rússia registrou 33.740 novos casos do coronavírus Sars-CoV-2. Desde o início da pandemia, pouco mais de oito milhões de pessoas foram contaminadas pela doença no país e o número total de mortos subiu para 225.325.

Com o aumento diário da quantidade de óbitos, a Rússia ultrapassou a marca de 1000 mortes pela primeira vez no último final de semana. A situação da emergência sanitária colocou ainda mais pressão sobre o sistema de saúde do país.

A alta nos números vem sendo ocasionada por uma combinação de três fatores: a falta de regras sanitárias mais rígidas, a ausência de um maior monitoramento de surtos e a estagnação da campanha de vacinação.

Apesar das tentativas das autoridades russas de acelerar o ritmo das imunizações, somente 32% dos quase 146 milhões de habitantes do país completaram o ciclo vacinal.

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O Kremlin admitiu nesta terça que os seus esforços para convencer os russos a serem vacinados “apresentaram falhas”, mas acrescentou que a própria população precisar ser “mais responsável”.

“O Estado sabe sua parcela de responsabilidade, mas nem tudo o que precisava ser realizado em termos de campanha de informação e a importância da vacinação foi feito. Ao mesmo tempo, cada cidadão precisa ser mais responsável” comentou Dmitri Peskov, porta-voz do Kremlin.

Diversas regiões da Rússia tornaram obrigatória a vacinação para trabalhadores de alguns setores importantes da economia do país, como hotelaria e varejo. Em Moscou, capital da nação, há poucas restrições em vigor e o governo descartou um bloqueio nacional.

Segundo a imprensa local, a Rússia pensa em reintroduzir uma série de restrições para impedir a disseminação do vírus. O primeiro-ministro, Mikhail Mishustin, descreveu as possíveis novas medidas como “difíceis”, mas “necessárias” em função do grave momento que atravessa a nação.

Fonte: IG SAÚDE

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