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WhatsApp permite arquivar conversas para sempre; veja como usar a novidade

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WhatsApp lança novo recurso
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WhatsApp lança novo recurso

O WhatsApp disponibiliza a todos os usuários, nesta terça-feira (27), uma nova ferramenta para conversas arquivadas. Agora, é possível guardar determinadas conversas para sempre, sem que elas fiquem incomodando.

O recurso já está disponível para todos, tanto usuários do Android como do iOS. “Temos ouvido dos usuários que eles desejam que suas mensagens arquivadas fiquem escondidas na pasta de conversas arquivadas, em vez de voltar para a lista principal da conversa quando uma nova mensagem chega. As novas configurações farão com que qualquer mensagem arquivada fique nesta pasta específica, mesmo se uma nova mensagem for enviada nesta conversa”, escreveu o WhatsApp, em nota à imprensa.

Antes, qualquer conversa individual ou em grupo poderia ser arquivada, mas voltaria à tela principal com a chegada de novas mensagens. Agora, uma aba chamada “Arquivadas” fica no topo da lista de conversas e abriga todas as que foram arquivadas. Mesmo se novas mensagens chegarem, as conversas permanecerão na pasta, a não ser que o usuário escolha removê-las de lá.

Para arquivar uma conversa, basta clicar e segurar sobre ela e, em seguida, clicar no ícone de arquivo no topo do aplicativo (uma pasta com uma seta para baixo). Já para desarquivar uma conversa, é só ir na pasta de “Arquivadas”, clicar e segurar sobre ela e tocar no ícone de desarquivar (uma pasta com uma seta para cima).

Se você não gostou da novidade e quer que as conversas arquivadas apareçam na lista principal a cada nova mensagem, dá para voltar à configuração antiga. Para isso, é só seguir os seguintes passos:

  1. Clique nos três pontinhos no canto direito superior da aba de conversas;
  2. Clique em “Configurações”;
  3. Clique em “Conversas”;
  4. Desative a opção “Manter conversas arquivadas”.

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Private Relay do iCloud+ pode vazar IP do usuário em vez de escondê-lo

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Private Relay do iCloud  pode vazar IP do usuário em vez de escondê-lo
Bruno Ignacio

Private Relay do iCloud pode vazar IP do usuário em vez de escondê-lo

Uma falha foi descoberta no novo recurso do iCloud de Retransmissão Privada (Private Relay), que expõe o endereço IP de usuários em determinadas situações. Ironicamente, o serviço da Apple surgiu justamente para aumentar a privacidade e esconder registros DNS e endereços IP quando se navega pela internet.

O problema foi identificado pelo pesquisador e desenvolvedor Sergey Mostsevenko, que o demonstrou e explicou em uma postagem de blog nesta semana. A falha no recurso de Retransmissão Privada do iCloud está relacionada à tecnologia Web Real-Time Communication (WebRTC), resultando no vazamento do endereço IP de usuários.

Retransmissão Privada permite visualização de endereço IP

A Retransmissão Privada do iCloud foi anunciada em junho, durante a Worldwide Developers Conference. O recurso foi criado sob a promessa de impedir o rastreamento de endereços IP, localização geográfica do usuário e outras informações relacionadas ao uso da internet. Assim, a Apple realiza literalmente uma retransmissão de dados, utilizando dois pontos separadas e operados por entidades diferentes.

Na prática, as conexões de Internet configuradas para passar pela Retransmissão Privada da Apple usam endereços IP anônimos compatíveis com a região do usuário, mas não revelam sua localização ou identidade exata. Assim, teoricamente, sites, provedores e até mesmo a própria Apple deveriam ser incapazes de ver o endereço IP real de alguém que usa o serviço. Não é bem assim.

Acontece que o endereço real de um usuário é retido em certos cenários de comunicação usando a tecnologia WebRTC. Assim, esses IPs podem ser descobertos com a aplicação de algum código escrito para essa finalidade.

Falha foi corrigida no macOS, mas persiste no iOS 15

Ilustração da falha da Retransmissão Privada do iCloud+ que permite a visualização do IP do usuário (Imagem: Sergey Mostsevenko, )
Ilustração da falha da Retransmissão Privada do iCloud+ que permite a visualização do IP do usuário (Imagem: Sergey Mostsevenko, )

Mostsevenko explica que a API WebRTC é usada para facilitar as comunicações diretas pela internet sem a necessidade de um servidor intermediário. É uma tecnologia Implementada na maioria dos navegadores e que depende da estrutura de estabelecimento de conectividade interativa (ICE) para conectar dois usuários.

A vulnerabilidade em questão está no “Server Reflexive Candidate”, usado para a transmissão para servidores NAT (STUN), ou Tradução de Endereços de Rede. Trata-se de um protocolo que permite que vários dispositivos acessem a Internet por meio de um único endereço IP. Nesse tipo de servidor, o endereço IP público e número de porta são compartilhados.

“Como o Safari não faz proxy de solicitações STUN por meio da Retransmissão Privada do iCloud, esses servidores sabem seu endereço IP real. Isso não é um problema por si só, pois eles não têm outras informações; no entanto, o Safari passa candidatos ICE contendo endereços IP reais para o ambiente JavaScript”.

Dito isso, Mostsevenko afirma e demonstra em sua pesquisa que, ao retirar o anonimato do usuário durante esse processo, basta analisar o endereço IP real retido pelos candidatos ICE, algo que, segundo ele, é facilmente realizado com um simples aplicativo web. A falha foi relatada à Apple e a empresa já lançou uma correção no último beta do macOS Monterey lançado nesta semana. No entanto, a vulnerabilidade permanece sem correção no iOS 15.

Com informações: Apple Insider

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