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Whatsapp inclui desbloqueio facial, ocular e por impressão digital; saiba mais

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A fim de reforçar a segurança dos usuários, o Whatsapp adicionou uma camada extra de proteção em sua versão para computador: o desbloqueio biométrico. A medida se mostra cada vez mais necessária, vide o aumento do uso do serviço durante a pandemia de Covid-19 e o a alta de ataques a usuários

Assim como a verificação em duas etapas do aplicativo no celular, o uso dessa ferramenta não é obrigatório, apesar de ser indicado.

A novidade, se ativada, vai funcionar da seguinte forma para vincular o computador à conta do WhatsApp: antes da leitura do código QR será solicitado o desbloqueio por reconhecimento facial ou impressão digital.

Essa autenticação ocorre no próprio celular para preservar a privacidade. Depois da identificação, o internauta pode configurar o WhatsApp Web normalmente.

De acordo com a empresa, o recurso diminui a chance de um conhecido, seja em casa ou no escritório, vincular dispositivos à sua conta do WhatsApp.

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Update

A atualização de segurança será lançada nas próximas semanas, junto a um design repaginado da tela do WhatsApp Web nos celulares, para usuários com dispositivos compatíveis: todos que operam a partir do iOS 14 com Touch ID ou Face ID (iPhone 5s em diante); e para androids com desbloqueio por reconhecimento facial, impressão digital ou por íris.

Conforme as medidas de segurança atuais, quando ocorre um login na Web / Desktop, o telefone exibem um aviso. E os usuários podem desvincular dispositivos de seus aparelhos a qualquer momento.

O WhatsApp ainda disse que usa as mesmas APIs de autenticação biométrica padrão usadas por outros aplicativos seguros, como aplicativos bancários.

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Superapps: os aplicativos ‘tudo em um’ têm espaço no Brasil?

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Superapps são tendência global
Unsplash/Rob Hampson

Superapps são tendência global



Há alguns anos, ouvimos falar sobre a tendência dos superapps , os aplicativos que reúnem diversos serviços e produtos em um só, facilitando a vida dos usuários.

Quando se fala em superapps, um dos mais famosos e citados é o chinês WeChat . O aplicativo é um verdadeiro canivete suíço digital e permite troca de mensagens, consultas médicas, delivery, paquera, compra de produtos, pedidos de táxi, publicações, assistir a vídeos e muito mais – tudo na mesma aplicação.

No Brasil, a ideia de reunir diversas funções em um só aplicativo também vem ganhando espaço. Por aqui, um dos maiores exemplos é o Rappi , que começou como um serviço de delivery, mas já possui jogos, recursos de transmissões ao vivo , venda de pacotes de viagens e eventos online. Outros exemplos são o Ame, Magalu e PicPay, que reúnem alguns serviços em um só app.

“O superapp nada mais é que uma resposta que a sociedade, na figura do consumidor, está dando para as empresas”, analisa Paulo Marcelo, CEO da empresa de tecnologia Solutis.

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O especialista afirma que, cada vez mais, os usuários estão buscando praticidade, podendo encontrar diversas funcionalidades em um só aplicativo , ao contrário de ter vários sistemas instalados. Ele analisa, ainda, que embora não haja um superapp tão popular como o WeChat no Brasil, o cenário nacional segue uma tendência global e tem avançado nesse sentido.

Superapps em diversos setores da economia

Paulo afirma que o setor que mais investe em superapps é o varejo, que vem ultrapassando o conceito de compra e venda, com plataformas apostando também em outros serviços. Um dos exemplos é o app Magalu que, além de vender produtos do Magazine Luiza, também oferece cashback, compras de produtos de outras empresas parceiras e até supermercado.

Outro setor que tem apostados bastante nessa tendência é o financeiro. “O consumidor quer ter o canal com seu banco explorando outras alternativas, integrando não só produtos financeiros, mas também outros produtos de varejo, de serviços”, afirma Paulo.

Para o especialista, a área da saúde também pode se beneficiar bastante dessa tecnologia, já que o setor pode ser integrado em diversos sentidos. Paulo analisa que farmácias, hospitais e laboratórios, por exemplo, poderiam se integrar em uma só plataforma de telemedicina , prática que vem crescendo durante a pandemia de Covid-19 .

“Quando você faz uma teleconsulta com seu médico, isso tem a capacidade de se integrar com a compra de medicamentos, com suas receitas eletrônicas digitais, com disparar para fazer exames medicos”, exemplifica. “A saúde publica precisa se aproximar mais disso”.

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