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“Você só pensa que vai morrer”, diz sobrevivente de queda de helicóptero em BH

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Helicóptero cai em área de mata densa em Belo Horizonte (MG)
Corpo de Bombeiros/Divulgação

Helicóptero cai em área de mata densa em Belo Horizonte (MG)

Raisa Leal, 30, estava abordo do  helicóptero que caiu 500 metros após decolar no bairro Olhos D’Água, na Região Oeste da capital mineira. Ela, a piloto os empresários Fernando de Castro, de 24 anos, e Francisco de Castro, de 22 saíram ilesos do acidente que aconteceu na manhã deste sábado (8). As informações são do  G1. 

“Na hora que caiu, eu já falei: ‘vou morrer’ e fechei o olho. Eu só queria sair lá de dentro, fiquei desesperada. Você só pensa que vai morrer”, disse a dentista que tem 30 anos. 

O grupo estava indo visitar a avó dos rapazes em Ipatinga, no Vale do Aço abordo da aeronave que é do modelo Robinson R44, com capacidade para quatro pessoas e peso total de 1.134 kg. Eles pretendiam voltar a tempo do dia das mães. 

“Foi um susto muito grande. Conseguimos abrir a porta, saímos, fomos subindo a mata e encontramos com o Corpo de Bombeiros, que já estava a caminho. Tudo certo”, relatou Fernando.

O empresário, que teve apenas um arranhão no braço , conta que foi tudo muito rápido: “Eu estava mexendo no celular, na hora que vi já tinha caído, já estava no chão”, disse.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, houve um pequeno vazamento de combustível e os militares se mobilizam para fazer o transbordo do tanque.

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G7 exige ação da Rússia contra crimes cibernéticos e “atividades malignas”

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 G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos
Reprodução/Flickr

G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos

O G7 , grupo dos sete países mais industrializados do mundo, exigiu neste domingo (13) que a Rússia tome medidas contra os que fazem ataques cibernéticos e usando ransomware a partir do país. O ransomeware é um ataque que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido.

A reprimenda veio em um comunicado emitido após uma cúpula de três dias entre líderes do G7 no Reino Unido, que também pediu que Moscou “pare com seu comportamento desestabilizante e atividades malignas” e conduza uma investigação sobre o uso de armas químicas em território russo.

O comunicado diz que a Rússia precisa “responsabilizar aqueles que, dentro de suas fronteiras, conduzem ataques ransomeware, abusam de moedas virtuais para lavar dinheiro e outros crimes cibernéticos”. 

A questão está sob os holofotes após um ataque virtual ao Colonial Pipeline, maior tubulação de combustíveis dos Estados Unidos, e outro que interrompeu as operações norte-americanas e australianas do frigorífico JBS. 

A nota do G7 pede ações mais amplas contra ataques cibernéticos. “Pedimos que os estados identifiquem e interrompam redes criminosas de ransomware que operem de dentro de suas fronteiras e responsabilizem essas redes por suas ações”, diz o documento. 


O pedido por investigação sobre uso de armas químicas vem após o crítico do Kremlin Alexei Navalny ser atendido na Alemanha, com médicos alemães informando que foi um envenenamento com um agente nervoso de uso militar. Navalny acusa Putin de ordenar o envenenamento, mas o Kremlin nega as acusações. 

Fonte: IG Mundo

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