GERAL

Virada Cultural: Elba Ramalho e Gloria Groove são atrações do domingo

Publicados

em


Considerado um dos principais eventos de São Paulo, a Virada Cultural chega hoje (13) ao segundo e último dia, com diversas atrações. Este ano, em virtude da pandemia de covid-19, a organização decidiu realizar parte delas em formato online.

Para este domingo, está programado um show da drag queen Gloria Groove, uma das cantoras mais ouvidas da atualidade, que mistura pop, rap e trap em suas canções. A apresentação, que poderá ser conferida somente pela internet, começa às 16h30.

Conhecida pelo amplo repertório, que vai do baião ao frevo, a cantora paraibana Elba Ramalho também se apresenta neste domingo, às 18h. As músicas escolhidas irão homenagear Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Dominguinhos.

A Casa de Cultura Brasilândia recebe a Batalha da Brasilândia, uma espécie de duelo entre rappers que se provocam através de rimas e que traz à tona debates relacionados à justiça social e à juventude. Assim como o show de Elba Ramalho e Gloria Groove, a apresentação poderá ser vista somente por transmissão online, com início às 15h30.

A organização do evento dá, ainda, continuidade ao projeto Matriarcas Quilombolas, exposição que faz uma crítica ao apagamento histórico de mulheres negras do Brasil. A sessão, a segunda do dia, será realizada às 15h.

A edição deste ano da Virada Cultural conta com mais de 400 atrações, entre atividades online e intervenções urbanas, abrangendo artes visuais, circo, dança, literatura, moda, música, performance e teatro.

No total, participam seis teatros, nove centros culturais, 18 casas de cultura e 22 bibliotecas. A programação completa pode ser conferida no site oficial do evento, onde também é possível acessar as transmissões dos eventos.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Geral

Comentários Facebook
Propaganda

GERAL

Manual ajuda empresas a atuarem contra fake news

Publicados

em


A divulgação de notícias falsas – as fake news – resulta a cada ano, em todo o planeta, em prejuízos de quase R$ 500 bilhões. Boa parte desse montante é arcado por empresas. Diante desse cenário e com o objetivo de criar uma espécie de anticorpo social contra o problema – que vem ganhando escala por meio da internet – a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) elaborou um manual que pretende transformar os empregados das empresas “em verdadeiros agentes imunizadores contra notícias falsas na sociedade”.

O Manual Prático de Combate à Desinformação nas Empresas é o primeiro material de educação midiática que a Aliança Aberje de Combate às Fake News disponibiliza para o setor produtivo no Brasil, explica à Agência Brasil o diretor-geral da Aberje, Hamilton dos Santos.

Segundo o diretor, a ideia inicial do projeto foi aproveitar uma “iniciativa inspirada pelas lideranças de comunicação das grandes empresas para promover a instrução informativa dos funcionários dessas mesmas organizações” – todas ligadas à Aberje.

“Trata-se aqui de um universo nada desprezível de 6 milhões de trabalhadores. Em outras palavras, é um esforço inicial para transformar esses empregados em verdadeiros agentes imunizadores contra notícias falsas na sociedade”, detalha.

Manual

O manual apresenta nove capítulos que ajudam as empresas a identificar suas vulnerabilidades informativas, de forma a aumentar o nível de consciência midiática dos seus funcionários, a engajar lideranças contra notícias falsas e, sobretudo, a estabelecer planos de prevenção e contingência em relação a fake news.

Para isso, conta também com um glossário dos principais termos sobre o tema. Possibilita, ainda, que seja feito um check-up interno para identificar o nível de preparação dessas organizações. Também indica as principais agências de checagem no Brasil e apresenta uma relação de treinamentos e jogos gratuitos.

Custo pesado

Citando um estudo da Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos, Santos diz que notícias falsas custam US$ 78 bilhões por ano para toda a sociedade mundial. “É quase meio trilhão de reais. As fake news se tornaram, portanto, um novo e pesado custo de transação na economia mundial”, argumenta ao explicar que os custos de transação são valores necessários à realização de uma atividade, mas que não fazem parte direta do sistema de produção, tais como acerto de contratos, questões regulatórias, burocracias internas, monitoramentos e segurança.

“Quanto mais o setor produtivo é obrigado a pagar por essas questões, menos competitivo ele é”, completa ao explicar que o combate às fake news busca fazer da educação midiática uma ferramenta para eliminar a desinformação, e que, além de divulgar o manual para as empresas, a Aberje pretende em breve lançar um dossiê com os principais desafios e propostas sobre as notícias falsas na sociedade.

De acordo com o diretor, esse dossiê apontará também o papel do setor empresarial como um dos principais árbitros dessa desordem informacional. “Pretendemos investir em mais palestras e em parcerias na checagem de fatos que afetem especificamente o setor organizacional”.

Edição: Nélio Neves de Andrade

Fonte: EBC Geral

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana