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Vídeo: PM apreende 33 cilindros de oxigênio escondidos em caminhão em Manaus

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Em meio à crise no sistema de saúde do Amazonas, com a falta de leitos e de oxigênio, a Polícia Civil e a Polícia Militar apreenderam 33 cilindros de oxigênio que estavam escondidos em um caminhão, em Manaus, na tarde desta quinta-feira (14). Após uma denúncia anônima informar sobre a movimentação estranha do caminhão, os cilindros foram apreendidos.

Na ação, o oxigênio estava sendo retirado do caminhão e sendo colocado em carros particulares. O condutor do veículo, de 38 anos, foi preso sob a acusação de querer vender os cilindros para ganhar dinheiro. O homem ficará preso à disposição da Justiça.

A Secretária de Segurança Pública do Amazonas afirmou que, dos 33 cilindros apreendidos, 26 estavam carregados com oxigênio. Ainda segundo eles, o homem disse que tem uma empresa de comercialização de cilindros de oxigênio, mas “ficou com medo que a população invadisse o estabelecimento em busca do material e decidiu tirá-lo do local”.

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Os materiais apreendidos foram encaminhados na noite desta quinta-feira (14) para unidades hospitalares de Manaus, informou o delegado Bruno Fraga.

Veja o vídeo da apreensão na sequência:

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Investigada por racismo, mulher teria comparado negros a urubus: “Tenho nojo”

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Delegacia da Polícia Civil de Campo Belo
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Delegacia da Polícia Civil de Campo Belo

A Polícia Civil de Campo Belo (MG) analisa áudios repassados pelas redes sociais de uma técnica de enfermagem investigada por racismo. Um inquérito foi aberto para investigar o caso, mesmo sem denúncia das vítimas.

O áudio compartilhado nas redes sociais mostra a mulher dizendo: “odeio preto e tenho nojo” e “Deus me livre desse bicho, desse urubu”.

A própria suspeita teria acionado a polícia após algumas pessoas terem aglomerado em frente a porta e sua casa proferindo xingamentos e jogando pedras no imóvel.

“A mulher foi conduzida até a delegacia de Polícia Civil até para preservar a integridade dela, que corria o risco até de ser linchada”, disse delegado, Alessandro Gambogi.

Segundo o delegado que abriu o inquérito para investigar o caso, a suspeita foi ouvida e pediu desculpa “aos que se sentiram ofendidos”

 “O que tudo indica é que os áudios teriam sido emitidos para uma terceira pessoa, que teria tornado público. O inquérito policial foi aberto para apuração do caso, dos áudios, que foram encaminhados para a perícia. Apesar da suspeita ter confessado a autoria dos áudios, temos que finalizar a perícia e descobrir a circunstância de que foram emitidos. Por isso, também é necessário identificar esse interlocutor”, afirma.

O Estado de Minas  procurou a técnica de enfermagem, que disse que faz tratamento psiquiátrico. “Faço tratamentos psiquiátricos. No dia do acontecido um tal de Lucas entrou no meu perfil me instigando a falar da raça negra. Como estava irritada falei e ele jogou em todas as redes”, justificou.

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