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Vídeo: PF prende irmão de prefeito candidato à reeleição com dinheiro na cueca

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Miguel Amorim, irmão do prefeito Naumi Amorim (PSD), que concorre à reeleição em Caucaia (CE)


Miguel Amorim foi preso pela Polícia Federal (PF) com dinheiro na cueca no último sábado (28), um dia antes do segundo turno. Ele irmão de Naumi Amorim (PSD) que é prefeito e candidato à reeleição em Caucaia (CE). 

Além do irmão do candidato, secretários de Caucaia foram alvos de busca e apreensão, que encontraram cerca de R$ 600 mil com as autoridades que são suspeitas de crime eleitoral. Ao todo 5 pessoas foram detidas. Um assessor de uma deputada estadual e um servidor público também teriam envolvimento com os crimes eleitorais, segundo informações do G1 .

O candidato disse que vai esperar os resultados da investigação. Os suspeitos foram ouvidos e liberados pela PF, algumas foram detidas com dinheiro vivo, listas de nomes e material de campanha.

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Nos bastidores, Wajngarten trabalha para tirar Pazuello do Ministério da Saúde

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Ministro é alvo de críticas de mais um integrante do governo Bolsonaro
Agência Brasil

Ministro é alvo de críticas de mais um integrante do governo Bolsonaro

O processo de “fritura” do  general Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde segue acontecendo dentro do governo. Após a PGR abrir inquérito contra ele, o ministro agora é alvo de Fabio Wajngarten, secretário especial de comunicação do governo Jair Bolsonaro.

Segundo informações do blog da jornalista Bela Megale,  Wajngarten já teria iniciado conversas nos bastidores, inclusive com o próprio presidente, para tirar Pazuello do comando da pasta da Saúde.

Ainda de acordo com a publicação, a morte de um amigo por Covid-19 e o fato de ter participado intensamente das negociações com a Pfizer para a compra de vacinas da empresa, que acabaram não dando certo, seriam as principais motivações do secretário. Ele, inclusive, culpa Pazuello pelo fracasso nas tratativas.

No último sábado, o ministério divulgou nota a respeito do tema, afirmando que  recusou a oferta da Pfizer porque considerou que o acordo “causaria frustração em todos os brasileiros” por se tratar de lote pequeno: “teríamos que escolher, num país continental com mais de 212 milhões de habitantes, quem seriam os eleitos a receberem a vacina “.

Assim, o país segue com apenas duas opções de vacinas até o momento: a CoronaVac, que teve mais um lote aprovado pela Anvisa , mas que agora enfrenta o problema da falta de insumos para dar prosseguimento ao processo, e a AstraZeneca/Oxford , importada da Índia e que começou a ser distribuída no último final de semana.

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