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Vereador Jairinho é investigado por agressões a três crianças, diz polícia

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Dr. Jairinho
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Dr. Jairinho

Com o recente depoimento de uma ex-namorada de Dr. Jairinho,  Jairo Souza Santos Junior, de 43 anos, Débora Melo Saraiva, já são  três casos investigados pela polícia sobre crianças agredidas pelo vereador, que está preso com a atual namorada, Monique Medeiros, desde 8 de abril.

Débora Melo Saraiva, de 34 anos, disse que foi agredida e seu filho, torturado pelo parlamentar. “Ela (Débora) disse que foram tantas agressões que ela sequer consegue lembrar quantas vezes ela apanhou do vereador Douror Jairinho”, afirmou ao G1 o chefe do departamento de polícia da capital, Antenor Lopes, após o fim do depoimento.

Jairinho e atual namorada, Monique Medeiros, estão presos sob a suspeita de homicídio duplamente qualificado pela morte de Henry Borel, filho dela. Além do homicídio, o político é indiciado por tortura. Já a professora Monique, responde por negligência e por não denunciar o namorado.

O menino foi levado para o hospital onde foi decretada sua morte na madrugada do dia 8 de março, quando estava em casa com o casal Jairinho e Monique.

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Outra denúncia de agressão do vereador a uma criança foi feita por outra ex-namorada, mãe de uma menina que hoje tem 13 anos. A criança prestou depoimento em março na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav).

“O Jairinho que eu conheço, que a minha filha descreve, que fez o que fez com ela, eu hoje oro a Deus pelo livramento de não ter sido ela [que morreu]. Porque ele podia ter matado a minha filha”, disse a ex-namorada ao Fantástico. A mulher pediu para não ser identificada pelo programa.

De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, os dois casos estão na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav) e seguem sendo investigados. A polícia já ouviu algumas testemunhas, mas pretende ouvir Jairinho, que nega todas as acusação.

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Justiça revoga prisão domiciliar do ex-deputado Eduardo Cunha

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Ex-deputado Eduardo Cunha
Antonio Cruz/Agência Brasil

Ex-deputado Eduardo Cunha

O desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), revogou hoje (6) a prisão domiciliar do ex-deputado federal Eduardo Cunha. 

O magistrado atendeu ao pedido de habeas corpus protocolado pela defesa no processo que está relacionado à Operação Sepsis, investigação que apurou o suposto pagamento de propina de empresas interessadas na liberação de verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS). 

Na decisão, o desembargador disse que Cunha está preso há mais de quatro anos e não há riscos para o andamento do processo. 

“Ocorre que, passado mais um ano de sua prisão domiciliar, constato não haver mais necessidade de manutenção de sua prisão domiciliar, notadamente, pelo tempo que em que a medida constritiva foi determinada, em razão de não se ter notícia do descumprimento das obrigações impostas e, também, pela demora em se marcar o julgamento da apelação já interposta em favor do requerente”, decidiu. 

Na semana passada, em outra decisão, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, revogou outro mandado de prisão contra o ex-deputado. 

Na decisão, a 8ª Turma determinou que Cunha está proibido de deixar o país e deve entregar à Justiça todos os passaportes que possui. 

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