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Vereador do MBL é expulso do Patriota após criticar Flávio Bolsonaro

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Vereador Rubinho Nunes, membro do MBL
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Vereador Rubinho Nunes, membro do MBL

O vereador por São Paulo Rubinho Nunes (sem partido), foi  expulso do Patriota após ser denunciado por indisciplina partidária.

Rubinho, que também é advogado do Movimento Brasil Livre ( MBL ), revelou que a decisão de sua expulsão foi tomada após ele criticar a ida do senador Flávio Bolsonaro ao partido. “Adotei uma linha contrária, pesada. Não concordo (com a filiação de Bolsonaro)”, declara à Folha de S.Paulo.

 O advogado revela que ao se filiar, foi garantido que nenhum membro da família Bolsonaro iria se filiar ao partido. Todavia, assim como Flávio, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem negociações para se juntar a sigla.

Não estou a fim de brigar, mas não vou anuir e concordar com a presença de figuras criminosas como os Bolsonaros”, diz o vereador, que não irá recorrer da decisão do partido. “Eu não faço fileira com a família Bolsonaro, com bandido, criminoso (…) Vou tocar a minha vida bem longe deles”, completa.

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POLÍTICA NACIONAL

CPI da Covid: Renan Calheiros se recusa a questionar depoentes e deixa Comissão

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Relator da CPI da Covid-19 senador Renan Calheiros (MDB-AL)
O Antagonista

Relator da CPI da Covid-19 senador Renan Calheiros (MDB-AL)


O relator da Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) da Covid-19 , Renan Calheiros (MDB-AL), abandonou a sessão da Comissão desta sexta-feira (18). A CPI ouve os médicos Ricardo Zimerman e Francisco Cardoso, apoiadores da cloroquina.

Após pronunciamento dos médicos convidados, quando habitualmente o senador Renan Calheiros inicia os seus questionamentos, Renan recusou-se a realizar perguntas aos médicos, que assinaram uma nota técnica do Ministério Público Federal (MPF) de Goiás com recomendações para o uso da cloroquina para os pacientes da região.

Em suas palavras, o senador Renan declarou que as atitudes do presidente Jair Bolsonaro são irresponsáveis, abriu mão dos seus questionamentos e deixou a CPI.

“Nós tivemos, ontem, a continuidade criminosa da defesa da imunização de rebanho, do desdém com a eficácia da vacina, e o exemplo do próprio presidente de que ele era a imunização natural, porque havia contraído o virús. Essa irresponsabilidade não pode continuar, isso é a reiteração do crime”, disse Renan Calheiros.


“Os Brasileiros estão morrendo, sabemos que ele tem pulsão por morte, mas ele precisa respeitar a memória de todos. Essa CPI se instalou para investigar esses fatos que não estavam sendo investigados. O presidente da república continua fazer o que sempre fez, utilizando as mídias sociais para induzir os brasileiros à morte, com mentiras, com falsidades. Eu, sinceramente, em funçaõ desse escárinio desse descaso, eu me recuso a fazer hoje, mesmo como relator dessa CPI qualquer pergunta aos depoentes”, completou o senador.

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