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Ventiladores pulmonares e equipamentos são entregues ao Hospital Municipal Coração de Jesus

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O Hospital Municipal Coração de Jesus, em Campo Verde, recebeu na manhã desta quinta-feira (4), equipamentos que vão garantir um melhor atendimento aos pacientes. Foram entregues dois ventiladores pulmonares de última geração, duas camas automáticas, 10 suportes para soro, 5 escadinhas, dois degraus e um carrinho de emergência.

Os equipamentos, de acordo com Israel Paniago, diretor administrativo do HMCJ, serão utilizados na criação de mais dois leitos semi-intensivos para tratamento a pacientes de Covid-19. Com os investimentos feitos, o Hospital passa a contar com 4 leitos preparados para esse tipo de atendimento. Mais dois leitos devem ser montados.

Conforme informou Paniago, foram investidos R$ 140 mil na aquisição dos equipamentos, que foram comprados com parte dos recursos repassados pela Prefeitura e que seriam investidos na realização da Expoverde desse ano. Outra parte foi de recursos viabilizados pelo Sindicato Rural.

Paniago informou também que mais R$ 56 mil foram aplicados na compra de um carrinho de anestesia, que ainda não foi entregue pelo fornecedor.

Secretário Municipal de Saúde, Altair Timóteo de Araújo destacou o valor pagos nos respiradores, que custaram R$ 61 mil cada. Por terem sido comprados no início da pandemia do novo coronavírus, custaram bem abaixo do valor que está sendo praticado no mercado em razão da crescente demanda por esse tipo de equipamento.

“Isso mostra que estamos tratando com responsabilidade o dinheiro, seja ele público ou de doação, e estamos também dando transparência às nossas ações”, disse ele.

Araújo frisou que a estrutura montada no HMCJ para pacientes com Covid-19 é formada por leitos de terapia semi-intensiva, com suporte para atender os pacientes até que seja regulada vaga para uma Unidade de Terapia Intensiva. “Temos todos os equipamentos de uma UTI, só não contamos com uma equipe multiprofissional necessária para que esses leitos possam ser credenciados como UTI”, explicou.

 

Fonte: AMM

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Comunidade rurais próximas a Campo Verde estão isoladas e pedem socorro

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A reunião aconteceu em frente à Escola Agrícola, prefeito de Campo Verde e o deputado Allan Kardec, participaram

Pelo menos 8 comunidades da região da Serra de São Vicente (90 km da capital), fizeram uma manifestação ontem (22.06) para pedir socorro. Segundo as lideranças comunitárias, eles estão isolados, sem assistência e sem apoio técnico para desenvolverem suas atividades.

O problema, de acordo com o presidente da Associação Córrego do Ouro, Nadir Moreira, é a situação geográfica dos assentamentos, onde moram 2 mil famílias, nunca foi esclarecida. “Ninguém aqui sabe a qual município nós, de fato pertencemos”.

Moreira diz que o problema vem se arrastando há 3 décadas e chegou agora a um estado insustentável, pois essa indefinição não permite a regularização das terras e por consequência trava o sistema de crédito e dificulta o processo de produção, colocando todas as famílias em dificuldades. eles reivindicam que a região seja anexada ao município de Campo Verde.

“Além de estar mais próximo da gente Campo Verde é quem nos atende com assistência à saúde e na manutenção das estradas, além disso, Campo Verde é um município produtor agrícola e possui políticas de apoio ao setor rural”. O representante dos assentados disse que as comunidades estão reivindicando que a Assembleia Legislativa interfira e vote um projeto lei que permita que o território dos assentamentos rurais seja anexado ao município.

O prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, que participou da manifestação, se mostrou solidário à anexação da região. “São comunidades que têm uma ligação muito forte com a gente e esse remanejamento já tem projetos em andamento junto ao estado, que contempla a região dos assentamentos”, informou.

ENTENDA O CASO

O Assentamento Mata Mata que compõe o grupo dos oito, já foi considerado a “menina dos olhos” do Governo durante a gestão Dante de Oliveira (1987/1990). Naquele período o Governo levou a energia e água tratada, construiu pontes de concreto e forneceu sistema de irrigação. Como resultado desses investimentos só o Mata Mata foi responsável por 15% dos produtos de hortigranjeiros que abasteciam Cuiabá e Várzea Grande.

De lá para cá a região foi perdendo essa assistência por parte da Capital e para complicar ainda mais, a Lei Federal 10.500/2017 definiu um novo reordenamento territorial para os municípios brasileiros e determinou que os assentamentos Mata Mata, Santo Antônio da Fartura, Bigorna, Córrego do Ouro, Serrana, Bom Jardim e São Vicente, alguns deles pertencentes a Santo Antônio de Leverger e Chapada dos Guimarães, fossem todos anexados ao território do município de Campo Verde.

Ocorre que, apesar da Lei ter definido o novo layout a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG) antiga SEPLAN, em seus registros considera aquele território como sendo uma área branca isolada pertencente a Cuiabá. Santo Antônio e Chapada alegando prejuízo iniciaram uma serie de interpelação jurídicas, fato que, por força de uma decisão liminar Campo Verde está hoje impedido de assumir de vez e realizar qualquer tipo de investimento na área dos assentamentos.

 

 

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