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Valor da gasolina e do diesel sobe pela quarta semana seguida, diz ANP

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Confira a relação dos preços dos combustíveia
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Confira a relação dos preços dos combustíveia

O preço da gasolina voltou a subir pela quarta semana seguida. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o preço médio do litro no país está em de R$6,076 na semana entre os dias 12 e 18 de setembro. Em relação às últimas quatro semanas, quando o litro estava a R$ 5,982, o avanço foi de 1,57%. Em relação a semana passada (entre os dias cinco e onze), a alta foi de 0,2%. No ano, a gasolina já subiu 35,5%, de acordo com a ANP.

Em três estados, o preço do litro da gasolina continua acima de R$ 7. É o caso do Acre (com preço máximo de R$ 7,13), Rio de Janeiro (R$ 7,199) e Rio Grande do Sul (R$ 7,185). Por isso, é preciso pesquisar para economizar.

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O diesel também subiu nesta semana, em sua quarta alta semanal. O preço médio do litro chegou a R$ 4,709 em média no país, maior que os R$ 4,695 da semana anterior e mais que os R$4,608 de quatro semanas atrás. No ano, a alta é de 30,5%.

No caso do gás de botijão, o preço também sobe há três semanas seguidas. Atualmente está em média a R$98,33 o botijão de 13 quilos. É um valor superior em relação à semana anterior, quando estava em R$ 96,89, e aos R$ 93,65 de quatro semanas atrás.

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Caminhoneiros fazem protesto contra Detran em rodovia estadual no Pará

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Paralisação não é relacionada ao preço do diesel e não faz parte da greve prevista para 1º de novembro
Reprodução: iG Minas Gerais

Paralisação não é relacionada ao preço do diesel e não faz parte da greve prevista para 1º de novembro

Caminhoneiros bloquearam um trecho da BR-316, na altura da cidade de Benevides, na região metropolitana de Belém, nesta terça-feira. Cerca de 1,5 mil profissionais ocuparam a faixa em direção à capital do Pará, entre 6h e 14h, para protestar pelo cumprimento de leis estaduais sobre transporte de carga e locomoção de caminhoneiros em rodovias estaduais, e pediram fiscalização do Detran do Pará.

Segundo o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Estado do Pará, Eurico Ribeiro dos Santos, a paralisação ocorreu para demandar que o Detran cumprissem a Lei da Balança e a flexibilização do horário de entrada dos veículos dentro de centros urbanos, hoje restrita ao horário entre 7h e 10h e de 17h às 21h.

A Lei da Balança determina que os caminhões devem respeitar um limite de peso para trafegar em rodovias brasileiras, e devem ser pesados por balanças federais. Entretanto, Santos explica que, na mesma rodovia BR-316, o governo estadual instalou uma balança, que não funciona 24 horas.

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“O trabalhador que circula pela região é penalizado porque não sabe quanto pesa o veículo dele. Então, como o peso fica incerto, alguns caminhões levam metade da carga, e outros ficam ainda mais pesados, e pode acabar dando prejuízo para os caminhoneiros. Queremos que seja fiscalizado”, afirma o presidente do sindicato, informando que a categoria tem uma reunião marcada nesta quarta-feira, na Cas Civil, para discutir a unificação do ICMS.

Outra reivindicação é pela flexibilização do horário de entrada de caminhões em Belém. Hoje, o Detran determina que devem respeitar as janelas de horários entre 7h e 10h e 17h às 21h.

No entanto, Santos explica que a entrada restrita gera impacto negativo no caminhoneiro, que precisa descarregar, mas não consegue acessar a cidade, por conta dos horários, e também não tem espaço para estacionar nas rodovias.

Procurado pelo GLOBO, o Ministério da Infraestrutura disse que a manifestação no Pará é pontual e não há manifestações em rodovias federais. Segundo a pasta, a pauta na região é local e não há mais bloqueios de pistas.

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