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Vacinação para idosos de 65 e 66 anos começa nesta quarta em SP

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Vacinação para idosos de 65 e 66 anos começa nesta quarta-feira (21) no estado de São Paulo
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Vacinação para idosos de 65 e 66 anos começa nesta quarta-feira (21) no estado de São Paulo

Começa nesta quarta-feira (21), feriado de Tiradentes, a vacinação contra Covid-19 para pessoas de 65 e 66 anos em São Paulo . Em todo o estado, a meta do governo paulista é imunizar 760 mil idosos dessa faixa etária.

Na capital, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) estarão abertas neste feriado nacional apenas para a vacinação contra a Covid-19 . Postos drive-thru, postos volantes das farmácias parceiras e os centros-escolas também funcionarão nesta quarta para a imunização.

Após o feriado, toda a estrutura de vacinação na cidade de São Paulo voltará a funcionar normalmente a partir de quinta (22), com os mais de 600 postos de imunização abertos.

Na sexta-feira, 23 de abril, idosos de 64 anos serão os próximos da fila da vacina . A expectativa é imunizar 420 mil pessoas desse grupo.

Novo cronograma de vacinação divulgado nesta terça-feira (20) inclui pessoas a partir de 60 anos, com comorbidades e profissionais do transporte público. Confira o calendário detalhado das próximas semanas:

  • 65 e 66 anos: 21 de abril;
  • 64 anos: 23 de abril;
  • 63 anos: 29 de abril;
  • 60, 61 e 62 anos: 6 de maio;
  • Pessoas com síndrome de down (de 18 a 59 anos): 10 de maio;
  • Pacientes renais em diálise (de 18 a 59 anos): 10 de maio;
  • Transplantados imunossuprimidos (de 18 a 59 anos): 10 de maio;
  • Metroviários e ferroviários: 11 de maio; e
  • Motoristas e cobradores de ônibus: 19 de maio.

Somando todos esses grupos, até 19 de maio a expectativa é vacinar 3,29 milhões de paulistas. O governo do Estado recomenda que a ida aos locais de vacinação seja feita de maneira gradual, evitando aglomerações nos postos, e com realização de pré-cadastro no site Vacina Já , para reduzir o tempo de atendimento.

Fonte: IG SAÚDE

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Fiocruz: pandemia de covid-19 faz vítimas cada vez mais jovens

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A pandemia de covid-19 no Brasil está se espalhando cada vez mais pelas camadas jovens da população.

A constatação faz parte do Boletim do Observatório Covid-19, editado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta sexta-feira (7). Os dados apresentados nesta edição confirmam o processo de rejuvenescimento da pandemia, com uma clara mudança demográfica: adultos jovens e de meia-idade representam uma parcela cada vez maior dos pacientes em enfermarias e unidades de terapia intensiva.

Referente às semanas epidemiológicas 16 e 17 de 2021, entre 18 de abril e 1º de maio, a análise destaca as oscilações dos indicadores nos estados, a alta proporção de testes com resultados positivos, bem como a manutenção da sobrecarga de todo o sistema de saúde. Esses indícios revelam que a pandemia se mantém em patamar crítico de transmissão, com valores altos de incidência e mortalidade.

“A ligeira redução de casos e óbitos por covid-19 não significa que o país tenha saído de uma situação crítica, pois as médias diárias de 59 mil casos e de 2,5 mil óbitos nestas duas semanas epidemiológicas se encontram em patamares muito elevados. Somente com a redução sustentada por algumas semanas, associada à aceleração da campanha de vacinação e à intensificação de ações de distanciamento físico e social, combinadas com proteção social, será possível alcançar a queda sustentada da transmissão e a redução da demanda pelos serviços de saúde”, alertaram os pesquisadores do Observatório, responsáveis pelo boletim.

Rejuvenescimento

O processo de rejuvenescimento da pandemia no Brasil é confirmado por meio dos novos dados apresentados no Boletim. A semana epidemiológica 16 apresenta idade média dos casos internados de 57 anos, versus idade média de 63 anos na semana epidemiológica 1. Para óbito, os valores médios foram 71 anos, na semana epidemiológica 1 e 64 anos nesta última. Segundo a Fiocruz, há deslocamento da curva em direção a faixas etárias mais jovens.

Quanto ao número de leitos, após muitas semanas em situação muito crítica, as taxas de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) covid-19 no país começam a dar sinais de melhora, embora ainda longe de indicar um quadro tranquilo. Entre 26 de abril e 3 de maio, as taxas de ocupação de leitos de UTI covid-19 para adultos mantiveram a tendência lenta de queda em quase todo o país.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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