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Vacinação contra aftosa será suspensa em seis estados e no DF

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento vai suspender a vacinação contra a febre aftosa no Espírito Santo, em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, no Tocantins e Distrito Federal em novembro de 2022, após a última etapa de vacinação que será realizada no mesmo mês. 

Cerca de 113 milhões de bovinos e bubalinos deixarão de ser vacinados, o que corresponde a quase 50% do rebanho total do país. O anúncio foi feito pelo ministro Marcos Montes durante a abertura da 87ª edição da ExpoZebu, em Uberaba (MG), no sábado (30). 

De acordo com o ministério, a suspensão faz parte do projeto de ampliação de zonas livres de febre aftosa sem vacinação no país. A meta é que o Brasil se torne totalmente livre da doença sem vacinação até 2026.

No primeiro momento, não haverá restrição na movimentação de animais e de produtos entre os estados que terão a vacinação suspensa em 2022 e os estados que ainda vacinam contra a aftosa. Segundo o ministério, isso ocorre porque o reconhecimento internacional das unidades da Federação como zonas livres da doença sem vacinação não será encaminhado para a Organização Mundial da Saúde Animal no próximo ano.

Para o reconhecimento como zona livre de febre aftosa sem vacinação, a organização exige a suspensão da vacina e a proibição do ingresso de animais vacinados nos estados e regiões propostas por, pelo menos, 12 meses.

No Brasil os estados de Santa Catarina, do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, de Rondônia e partes do Amazonas e de Mato Grosso já têm a certificação internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação.

*Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Edição: Graça Adjuto

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Hepatite misteriosa: OMS registra mais de 920 casos e 18 mortes

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Brasil registrou sete mortes pela doença
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Brasil registrou sete mortes pela doença

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já registrou 920 casos prováveis de hepatite aguda de origem misteriosa em criança s. Destas, 45 (5%) necessitaram de transplantes e 18 (2%) morreram.

O número representa um aumento de 240,7% em relação ao boletim anterior, publicado no dia 27 de maio, que contabilizava 270 casos suspeitos da doença. O surto afeta 33 países. No Brasil, o Ministério da Saúde investiga 88 casos e sete mortes.

A doença, que atinge crianças e adolescentes, tem preocupado autoridades sanitárias do mundo, uma vez que ainda não foi identificado seu agente causador. Metade dos ​​casos notificados está na Europa.

O Reino Unido é o país mais afetado, com 267 registros. Em segundo lugar, estão as Américas, com 383 casos, incluindo 305 nos Estados Unidos da América, seguido do Pacífico Ocidental, Sudeste Asiático e Mediterrâneo Oriental.

Acredita-se que o número real de casos seja maior do que isso, devido à baixa vigilância para detecção da doença. O surto foi inicialmente detectado em 5 de abril, quando o Reino Unido notificou dez casos de hepatite aguda grave de causa desconhecida em crianças menores de 10 anos, à OMS. Todas eram previamente saudáveis.

Fonte: IG SAÚDE

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