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Vacina de Oxford deve ter dose única para atingir mais pessoas, diz Fiocruz

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Deve haver uma maior lacuna entre as duas doses da vacina de Oxford, segundo defende a Fiocruz

O vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, orientou nesta quinta-feira (21) que a  vacina de Oxford seja, em um primeiro momento, aplicada por meio de dose única para que mais pessoas possam ser vacinadas.

“O programa que vem sendo usado pela Inglaterra e outros países, é aproveitar a característica da vacina e disponibilizar a vacina para mais pessoas.”, disse, em entrevista à GloboNews .

De acordo com Krieger, o imunizante produzido pela niversidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca tem eficácia de 73% por 120 dias a partir da aplicação da primeira dose, o que já seria suficiente para resuzir a carga viral da população e arrefecer a pandemia.

“Tratamos a segunda dose como um reforço. Não é uma vacina que precisa de duas doses, já que tem uma eficácia com a primeira dose. Dados científicos mostram que o esforço nesse espaço de tempo (120 dias) aumenta um dos componentes da resposta imune em cerca de 7x e eleva a eficácia para acima dos 80%.”, explicou.

Fonte: IG SAÚDE

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Sociedade de Infectologia diz que Plano SP é ‘insuficiente’ para conter a Covid

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O estado de São Paulo atingiu nesta segunda-feira (1°) a taxa de 73,2% de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI)
Foto: Prefeitura do Recife

O estado de São Paulo atingiu nesta segunda-feira (1°) a taxa de 73,2% de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI)

A Sociedade Paulista de Infectologia (SPI) divulgou uma  carta com críticas ao  Plano São Paulo , estratégia do governo do estado para vencer a Covid-19. A entidade classificou o plano como “insuficiente para reduzir a transmissão do vírus”.

Por meio de nota, a SPI cobra políticas públicas mais rígidas no distanciamento social, com lockdown em regiões “próximas ao colapso assistencial.”  Já em locais menos atingidos pela pandemia, a SPI pede que o governo implemente “restrições maiores” aos serviços não essenciais, além de toque de recolher pelo menos a partir das 20h.

A Sociedade Paulista de Infectologia pede ainda a ampliação da testagem e velocidade na vacinação. “Uma uma vacinação lenta, em recortes populacionais, está fadada a não resultar em proteção efetiva em tempo oportuno”, diz a carta.

A SPI aconselha as pessoas a permanecerem em casa o maior tempo possível. “À população, recomendamos o distanciamento (pelo menos 1,5 metros de uma pessoa a outra), uso correto e contínuo de máscaras bem ajustadas na face, higiene das mãos e – sobretudo – que se permaneça em casa o maior tempo possível. Cada medida isoladamente (e especialmente o conjunto de todas) impacta a cadeia de transmissão ou controle. É responsabilidade de cada cidadão cumprir as normas para proteger-se e proteger as demais pessoas. Cabe ao estado fiscalizar e prover condições cientificamente embasadas para o cumprimento dessas ações de prevenção”, diz comunicado. 

A carta pontua, ainda, que não existem terapias eficazes contra a Covid-19 e que a taxa de morte ou sequelas em pacientes graves é alta mesmo com os “melhores recursos assistenciais.”

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Leitos em São Paulo

O estado de São Paulo atingiu nesta segunda-feira (1°) a taxa de 73,2% de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI), com 7.173 pacientes internados com Covid-19, informou o governo estadual em boletim diário. Na Grande São Paulo, a taxa de ocupação de UTI é de 74,3%.

Ainda de acordo com os dados da Secretaria de Saúde, ao todo, no estado, 15.740 pessoas estão internadas em decorrência da doença, sendo 8.567 em leitos de enfermaria. 

O número é 14,7% maior que o pico observado na 1ª onda da pandemia, na 29º semana de julho do ano passado. Parte desse crescimento se dá porque o jovem sem comorbidades sai mais e, quando infectado, demora a procurar ajuda. “São pessoas que se sentem à vontade para sair, pensam que só vão perder paladar e olfato, mas perdem vida e vida das pessoas em torno”, afirmou Gorinchteyn.

Fonte: IG SAÚDE

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