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Usuários reclamam de instabilidade em aplicativo do Banco do Brasil

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Agência do Banco do Brasil
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Agência do Banco do Brasil

Correntistas do Banco do Brasil relataram problemas com o aplicativo nesta sexta-feira (4). Além do BB,  o Nubank também apresentou instabilidade.

As reclamações são relacionadas às plataformas de Internet Banking, em maioria, a dificuldades de login nos apps e na realização de transferências por Pix. Nas redes sociais, alguns clientes se queixaram de erros nos valores exibidos nos extratos bancários e débitos indevidos.

Ontem, o Itaú Unibanco apresentou problemas semelhantes no aplicativo e no site. Alguns correntistas relataram difculdades de login, erro em transações e dinheiro “extra” ou a menos na conta corrente. Procons notificaram a empresa pelas falhas. O serviço foi restabelecido no fim da tarde de ontem, pouco antes das 18h.

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A ferramenta Down Detector, que acompanha reclamações sobre dificuldades de acesso a sites e redes sociais, registrou um pico de reclamações às 13h29, horário de Brasília, com ao menos 458 notificações relacionadas ao Banco do Brasil.

O Banco do Brasil confirmou que houve uma breve instabilidade no final da manhã desta sexta. Em nota, o banco informou que o app e todas as suas transações funcionam dentro da normalidade nesta tarde.

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Valores a Receber: 2ª fase de consultas ainda segue sem data definida

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Valores a Receber: 2ª fase de consultas ainda segue sem data definida
José Cruz/Agência Brasil

Valores a Receber: 2ª fase de consultas ainda segue sem data definida

Prevista para começar no dia 2 de maio, a segunda fase de consultas ao “dinheiro esquecido” nos bancos — o Sistema de Valores a Receber, do Banco Central — segue sem data definida. A retomada foi adiada com a greve dos servidores da entidade monetária.

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“As consultas ao Sistema de Valores a Receber (SVR) estão temporariamente suspensas para aprimoramento”, informa o Banco Central no site do SVR.

A paralisação dos servidores, porém, terminou há 40 dias, e o BC ainda não divulgou uma data para a retomada das consultas.

Questionado, o BC afirmou que “o cronograma e as informações sobre a nova etapa do SVR serão divulgados oportunamente, com a devida antecedência”.

O Banco Central estima que há cerca de R$ 8 milhões em valores “esquecidos” nos bancos. Na primeira fase de consultas, cerca de R$ 4 milhões foram liberados.

A primeira fase de consultas se encerrou no dia 16 de abril, com a respecagem de valores esquecidos por brasileiros que haviam perdido o prazo para resgate. Na ocasião, eles puderam reagendar uma nova data para recuperar o dinheiro.

Para a segunda fase, o Banco Central anunciou algumas mudanças:

  • Não haverá mais necessidade de agendamento. O cidadão poderá pedir o resgate dos recursos no momento da primeira consulta;
  • O SVR contará com informações novas repassadas pelas instituições financeiras. Ou seja, mesmo quem já resgatou seus recursos e quem não tinha valores a receber na primeira etapa deve consultar novamente o SVR, pois os dados serão atualizados e pode haver recurso novo.

Nessa etapa, os cidadãos poderão consultar se possuem dinheiro esquecido nos bancos oriundo de:

  • Contas-correntes ou de poupança encerradas, com saldo disponível;
  • Tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o BC;
  • Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito;
  • Recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.


Fonte: IG ECONOMIA

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