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Urso persegue esquiador na Romênia, que escapa de ataque por pouco; assista

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O caso aconteceu na Romênia, enquanto um homem esquiava pelas montanhas
Reprodução/ABC News Romênia/Facebook

O caso aconteceu na Romênia, enquanto um homem esquiava pelas montanhas

Um urso -pardo deu um susto em um esquiador em uma área montanhosa no resort Predeal, em Brasov, na Romênia . O homem acabou sendo perseguido pelo  animal durante um dia de recreação na neve. 

A perseguição foi gravada e exibida pela emissora ABC News . A situação chamou a atenção de diversas testemunhas, que tentaram ajudar o esquiador a despistar o  urso com gritos e assobios.

O homem conseguiu se salvar largando a bolsa que ele carregava nas mãos, para confundir o animal. “Ele [o esquiador] fez um movimento muito legal, que é realmente seguro quando você quer fugir do urso”, relatou Angel Somicu, uma testemunha que avistou o animal uma hora antes. “Ele largou a bolsa e, bem, o urso foi atraído para a bolsa”

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Após o acontecimento, os policiais receberam três ligações falando sobre a presença do animal e prometeram tentar capturá-lo. “Estamos considerando realocar o urso, que deveria estar hibernando agora, de qualquer maneira”, disse o porta-voz da polícia em Brasov, Ion Zaharia. “Mas, nos últimos anos, temos mais ursos enfrentando esquiadores no inverno”, observou.

Para evitar novos ataques, a patrulha da região alertou as pessoas que praticavam esqui sobre a presença do urso no local. Muitos visitantes foram vistos abandonando os esquis e deixando a encosta da montanha às pressas.

Fonte: IG Mundo

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Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news

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Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news
Divulgação/Agência Senado/Pedro França

Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news

O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), defendeu neste domingo a investigação a respeito da disseminação de notícias falsas na internet — um problema que, segundo ele, também atinge a comissão — e disse que gigantes do setor de tecnologia, como Google, Facebook e Twitter podem contribuir para o enfrentamento a este fenômeno.

“É importante investigar a disseminação de notícias falsas na internet. No âmbito da CPI da Pandemia, também enfrentamos este problema e os representantes do YouTube, Facebook e Twitter podem contribuir sim. Bom domingo a todos”, escreveu Aziz em uma rede social, ao reproduzir uma matéria que diz que a “CPI chamará plataformas”.

A convocação de representantes das chamadas Big Techs foi aprovada no dia 23 de junho, após um requerimento apresentado pelo vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Nos requerimentos , Randolfe argumentou que empresas devem responder a respeito das medidas tomadas para conter a disseminação de notícias falsas em suas plataformas “que geram consequências reais e dificultam o combate à pandemia”.

Apesar de as convocações terem sido aprovadas, as datas para os depoimentos jamais chegaram a ser marcadas. Nos bastidores, o que se comenta é que isso ocorreu porque os trabalhos da comissão passaram a se concentrar na apuração de suspeitas de corrupção em contratos firmados pelo Ministério da Saúde com empresas de logística e na compra de vacinas.

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No último dia 12, O GLOBO mostrou que representantes dessas empresas vinham procurando senadores com o objetivo de sair da mira da CPI da Covid e evitar medidas consideradas danosas à imagem, como a convocação de seus executivos e quebra de sigilos. Havia o temor de que a CPI pudesse enveredar de forma mais profunda por uma linha investigativa sobre a participação ou omissão delas no processo de disseminação de notícias falsas sobre a Covid-19.

O GLOBO também revelou que o YouTube, que pertence ao Google, permitiu a monetização de vídeos que divulgavam informações falsas sobre a Covid-19. Em documento enviado à CPI, o Google informou que canais faturaram pelo menos R$ 230 mil com esse tipo de conteúdo.

Instalada em 27 de abril, a CPI da Covid está em recesso e retoma os trabalhos no próximo dia 3 de agosto. O prazo final de funcionamento era 7 de agosto, mas a comissão teve o funcionamento prorrogado por mais 90 dias pelo presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Com isso, as atividades devem se estender até o início de novembro.

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