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Universidade do Ceará pede para testar em humanos nova vacina contra a Covid

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Camilo Santana
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Camilo Santana

A Universidade Estadual do Ceará pediu oficialmente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a  autorização para iniciar testes em humanos de uma nova vacina contra a covid-19 desenvolvida pela instituição. 

O imunizante, que apresentou eficácia superior a 90% em testes realizados em camundongos, foi batizado como 2H120 Defense e tem valor estimado de R$ 0,04 por dose, o que representaria a vacina mais barata a ser usada no Brasil.

Caso a autorização seja dada, a universidade conduzirá o estudo clínico em três fases, sendo que na primeira recrutaria 100 pessoas adultas, com idade entre 18 e 60 anos, que não apresentem comorbidades. Para a segunda, a escolha seria por pessoas acima de 60 anos com comorbidades. Para a última fase, não há um número específico de pessoas.

A 2H120 Defense utiliza um modelo de coronavírus aviário e que, enfraquecido, não causa contaminação em humanos. A imunização completa também seria em duas doses.

Por meio das redes sociais, o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), que trava uma disputa para a Anvisa liberar o uso emergencial da Sputnik V,  apoiou a vacina da universidade estadual. 

“Visitei nesta sexta-feira o laboratório de Biotecnologia e Biologia Molecular da Universidade Estadual do Ceará, onde estão feitos os estudos e testes para a produção da vacina contra a Covid da Uece. O imunizante aguarda autorização da Anvisa para ser testado em humanos. Fiz questão de visitar a universidade para mostrar o papel da Ciência e da pesquisa em nossa sociedade. Por meio delas que desenvolvemos tecnologias e ações para salvar vidas e melhorar a qualidade de vida das pessoas. O Estado do Ceará sempre investirá em ciência e pesquisa”, apontou.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Anvisa autoriza estudo sobre dose de reforço da Pfizer

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (18) o estudo clínico para testar uma possível dose de reforço da vacina Cominaryt, da Pfizer. 

Será um estudo clínico para que o laboratório possa avaliar a segurança, a capacidade de dar uma resposta imune e a eficácia de várias estratégias de reforço da vacina em diferentes populações de participantes, como por exemplo, grupos etários, que receberam previamente 2 doses da vacina no estudo inicial.

O estudo pretende recrutar 443 participantes no centro clínico do Hospital Santo Antônio da Associação Obras Sociais Irmã Dulce, em Salvador (BA) e 442 participantes no CEPIC – Centro Paulista de Investigação Clínica e Serviços Médicos, em São Paulo (SP).

Serão incluídos participantes a partir dos 16 anos de idade que tomaram as duas doses da vacina da Pfizer (BNT162b2) há pelo menos 6 meses, no estudo inicial do imunizante.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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