AGRO & NEGÓCIO

UFPel e Embrapa assinam carta de intenções para instalação de Parque Tecnológico Agropecuário

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A UFPel e a Embrapa Clima Temperado assinaram uma carta de intenções para a instalação do Parque Tecnológico Agropecuário a ser inserido no Pelotas Parque Tecnológico, reforçando a instalação de incubadoras para o setor do agro. O ato se realizou durante a manhã do dia 10, na Estação Experimental Terras Baixas, onde ocorre a 31ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos de Terras Baixas do RS, com a presença de seus dirigentes e assessores. A proposta é oportunizar o desenvolvimento do conhecimento científico e tecnológico para constituição de empresas inovadoras, de forma a inserir os alunos da Universidade ao mercado de trabalho e transferir tecnologias desenvolvidas pelas duas instituições parceiras para o setor produtivo do agronegócio.

O convênio de cooperação técnica prevê a implementação do Parque Tecnológico Agropecuário, que surge de demandas do setor produtivo, o qual já possui duas empresas inovadoras a se candidatarem à avaliação e seleção para o segmento de incubação e/ou Associação. A documentação jurídica entre as instituições parceiras deverá ser oficializada em 40 dias. Após será apresentado edital público para inscrição de futuros empreendedores.

O Parque Tecnológico Agropecuário terá como público alvo os empreendedores e empresas que demonstrem efetivo potencial para absorver e desenvolver conhecimento científico e tecnológico e que queiram constituir empresas inovadoras e/ou inserir inovações no meio produtivo ligado à cadeia produtiva do agronegócio.

“Esta ideia nasceu do entendimento entre as duas instituições para que pudéssemos unir esforços para qualificar os ativos tecnológicos oriundos da área de Biotecnologia Agronômica, considerada uma iniciativa inovadora na região e no país, e que proporcionará o acompanhamento de etapas que requerem atenção como a pós-liberação dos ativos tecnológicos junto ao mercado”, explicou o chefe adjunto de Transferência de Tecnologias da Embrapa, Enilton Fick Coutinho.

A reitora Isabela Fernandes Andrade disse que a Embrapa e a UFPel possuem uma parceria de um longo tempo, facilitando a execução de ações para implantação de uma sede para incubadoras e startups. “É uma parceria que tem tudo para dar certo por que vai fortalecer a economia da nossa região, dando oportunidade aos nossos estudantes para se envolverem e atuarem no mercado”, comentou.

A reunião foi acompanhada pelo chefe-geral, Roberto Pedroso de Oliveira, o chefe adjunto de Transferência de Tecnologias, Enilton Fick Coutinho, o chefe adjunto de Administração, Carlos Leandro Barneche, o supervisor do Setor de Gestão da Inovação e Propriedade Intelectual, Nilton Alves Jacondino, o coordenador de Inovação e Tecnologia da UFPel, Vinícius Farias Campos, e o coordenador da Incubadora Conectar e diretor do Pelotas Parque Tecnológico, Felipe de Souza Marques.

O Pelotas Parque Tecnológico possui atualmente quatro incubadoras e 49 empresas diretamente vinculadas ao Parque, utilizando a experiência de rotatividade. Uma dessas empresas vinculadas possibilita a geração de 40 empregos diretos.

Fonte: Embrapa

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AGRO & NEGÓCIO

Ministério faz alerta para conter entrada de praga quarentenária da bananeira no Brasil

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Produtores de banana e demais envolvidos na cadeia produtiva da fruta, foram alertados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para reforçarem a atenção na ocorrência de sintomas de Fusarium oxysporum f. sp. cubense Raça 4 Tropical (Foc R4T), considerada a maior ameaça para a bananicultura mundial.  A doença já chegou à Colômbia e esta semana o Serviço Nacional de Sanidade Agrícola do Peru (Senasa) confirmou a ocorrência de foco da doença no país.

Diante da ameaça, o Mapa  emitiu alerta de emergência fitossanitária em todo o Brasil, reforçando a importância da realização das articulações necessárias junto aos órgãos estaduais de sanidade vegetal, associações de produtores, órgãos de assistência técnica, pesquisa e outros, visando evitar prejuízos aos bananicultores nacionais, no caso de sua eventual introdução no país. 

O governo recomenda a ampla divulgação do Comunicado Técnico nº 149 elaborado pela Embrapa Amazônia Ocidental, com a participação de técnicos do Ministério, onde constam orientações atualizadas sobre a praga, identificação dos sintomas, cuidados a serem observados durante o levantamento e as providências nas eventuais suspeitas de ocorrências no país.

Em caso de identificação de sintomas característicos da praga, os produtores, responsáveis técnicos, extensionistas ou pesquisadores devem comunicar imediatamente os Serviços de Sanidade Vegetal nas Superintendências Federais de Agricultura do Ministério da Agricultura ou nas Agências Estaduais de Defesa Agropecuária nos seus respectivos estados.

De acordo com o Mapa, apesar de identificada na província de Sullana, próximo à fronteira do Peru com o Equador e longe da fronteira com o Brasil, “é necessário reforço nas ações de vigilância e prevenção para impedir seu ingresso no país”.  Reconhecida como quarentenária, a praga consta na lista de prioridades do governo para a prevenção e vigilância fitossanitária.

O  Ministério a Agricultura informa, ainda, que já está realizando tratativas com os demais países integrantes do Comitê de Sanidade Vegetal (Cosave), para tornar viáveis ações coordenadas em nível regional, e reforça a proibição do transporte de material vegetal (frutos, folhas, mudas de banana), solo e até mesmo material artesanal (bolsas, chapéus, entre outros) produzidos com folhas ou fibras de bananeira.

Cuidados redobrados – O Departamento de Sanidade Vegetal (DSV) alerta aos bananicultores sobre a importância de que não sejam adquiridos materiais de propagação de banana de origem desconhecida, uma vez que essa tem sido uma importante via de disseminação da praga nos países em que ocorre atualmente.

O procedimento correto é contactar, o mais breve possível, a Superintendência Federal de Agricultura no estado que tomará providências como a coleta de amostras e envio ao laboratório oficialmente credenciado pelo Ministério da Agricultura para a identificação do agente e adotar medidas de mitigação para evitar a disseminação do patógeno para outros plantios.

Tendo em vista que não existem cultivares resistentes à raça tropical 4, os produtores devem atentar para a proibição de importação de mudas de bananeira e helicônia de países onde a praga ocorre, principalmente da Colômbia.

Uma vez que os agentes causais da murcha-de-Fusarium podem permanecer no solo por mais 30 anos, os produtores de banana só devem utilizar mudas de origem segura e comprovada, preferencialmente produzidas in vitro, visando minimizar os riscos de introdução de pragas na área de produção.

Caso durante os tratos culturais do plantio, o produtor observe sintomas que indiquem a presenta das pragas descritas no trabalho, ele não deve utilizar as ferramentas de manejo (facão, Lurdinha, ferro de cova etc.) em outras plantas antes de realizar a desinfestação dos apetrechos com hipoclorito de sódio.  

Fonte: Embrapa

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