Saúde

UERJ desenvolve aparelho que monitora concentração do coronavírus no ar

Publicados

em


source
CoronaTrap, equipamento desenvolvido pela UERJ
Divulgação

CoronaTrap, equipamento desenvolvido pela UERJ

Diante das incertezas causadas pelas novas variantes do coronavírus, os pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) anunciaram a criação de um monitor capaz de medir a carga viral de ambientes fechados e de grande circulação. O equipamento está sendo desenvolvido desde o início da pandemia, e aparece em uma nova versão aprimorada para testes em escolas e ambientes de grande circulação.

O “CoronaTrap”, como foi batizado, “aprisiona” o vírus dentro de uma câmara que impede o contato com a luz e protege da temperatura e umidade, evitando sua deterioração, tornando possível a medição da concentração do vírus.

Os protótipos serão distribuídos por escolas públicas, ambientes onde o comportamento do vírus ainda é pouco estudado, e no futuro, poderão ser utilizados também em restaurantes e outros locais onde há aglomeração de pessoas.

A ideia, segundo o professor Heitor Evangelista, do Laboratório de Radioecologia e Mudanças Globais (Laramg) do Departamento de Biofísica e Biometria da Uerj, que lidera a equipe desenvolvedora do equipamento, é estender seu uso para combater outros tipos de doença.

“É um legado interessante do nosso projeto. Temos uma tecnologia bem diferente do que se encontra no mercado, totalmente a baixo custo e desenvolvida pela UERJ”, disse.  Na próxima fase de estudos, os pesquisadores se dedicarão a fazer com que o CoronaTrap detecte o vírus em tempo real, sem que seja necessário levar uma amostra ao laboratório. “Produzida em larga escala, essa tecnologia tem potencial para revolucionar os estudos sobre contágio e ajudar no combate de diversas doenças”, concluiu o acadêmico.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Propaganda

Saúde

São Paulo faz busca ativa para vacinar população em situação de rua

Publicados

em


A prefeitura de São Paulo faz nesta quarta-feira (1º) um trabalho de busca ativa de pessoas em situação de rua que não tenham recebido a primeira dose ou a dose de reforço da vacina contra a covid-19. A ação será no Núcleo de Convivência São Martinho Lima, na região do Belenzinho.

Até a última sexta-feira (26), foram aplicadas 42.618 doses entre as pessoas em situação de rua da capital paulista. Segundo a prefeitura, 20.360 dessas pessoas estão com o esquema vacinal completo.

Em junho deste ano, quem estava em situação de vulnerabilidade teve a vacina da Janssen priorizada, devido à vantagem de ser aplicada em dose única.

Com a mudança de estratégia na vacinação, porém, quem foi vacinado com o imunizante da Janssen deve receber também uma dose adicional. Desde o último dia 29, São Paulo liberou que o reforço seja feito com a vacina da Pfizer. Basta ter tomado a vacina da Janssen há pelo menos dois meses.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana