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TV Brasil aumenta em quase 300% presença do jornalismo na programação

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Desde novembro, a TV Brasil vem trabalhando para ampliar o leque de produtos jornalísticos disponíveis ao cidadão brasileiro que procura informação pública com equilíbrio, pluralidade, sem viés partidário, comercial ou ideológico. Graças a esses esforços, a grade de programação da TV teve um aumento de 288% no conteúdo jornalístico nesse período. No que se refere a tempo de exibição, as produções jornalísticas da casa passaram de 43 horas mensais para 65 horas por mês desde abril.

De acordo com o gerente executivo de Telejornalismo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Oussama El Ghaouri, o aumento no conteúdo jornalístico se deve a uma reformulação na programação da TV, com o surgimento de telejornais locais e maior duração nos produtos já existentes.

Novos telejornais

TV Brasil ganhou seis novos jornais desde novembro: no fim do ano, estreou o vespertino Repórter Brasil Tarde, comandado do Rio de Janeiro pelo jornalista Luiz Carlos Braga. “Acho importante esse canal com as informações públicas, que mostram um Brasil muitas vezes esquecido por outros meios de comunicação”, diz Braga. Em abril, o Brasil em Dia, que traz as notícias do governo federal, ganhou um reforço nas manhãs: O Repórter Nacional na TV. Comandado pelos jornalistas Monike Castilho e Miguelzinho Martins, ele traz as informações públicas do início do dia. “A credibilidade da Rádio Nacional, uma das mais tradicionais do país, agora também está na tela da TV Brasil”, afirma a gerente de Jornalismo da emissora, Gabriela Mendes.

Além dos novos jornais nacionais, a TV Brasil passou a ter três produções locais: o Repórter DF, Repórter Rio e Repórter SP. Cada um deles com o objetivo de trazer as principais notícias desses três centros durante 15 minutos. “As coisas acontecem é na cidade. Você ter um jornal local aproxima o cidadão da empresa jornalística porque ele vai ver o fato que aconteceu na cidade dele aparecendo na TV”, diz o gerente de Telejornalismo. “Em nível nacional, essa notícia às vezes se perde. Aí [no local] é que você se aproxima e cria vínculo com o cidadão”, completa.

Além desses, surgiu também o Resumo Brasil. Comandado por Priscila Mendes, ele vai ao ar todos os sábados e traz, como o próprio nome diz, um resumo com as principais notícias da semana.

Tempo maior para o jornalismo

Além dos novos produtos, em abril a TV Brasil ampliou o tempo dos telejornais nacionais da casa: O Repórter Brasil Tarde e o Repórter Brasil Noite. Eles passaram de 30 para 40 minutos. “Com a pandemia de covid-19, sentimos a necessidade de ter mais tempo para explicar esse assunto à população e aí, consequentemente, precisamos de mais tempo para tratar de outros assuntos que não podiam ser deixados de lado.”, explica El Ghaouri.

O diferencial da comunicação pública

A missão da TV Brasil é criar e difundir conteúdos que contribuam para o desenvolvimento da consciência crítica das pessoas. As informações são levadas ao público de forma clara e objetiva. “Não trabalhamos com sensacionalismo, com exploração da vida alheia e trabalhamos exclusivamente com informações oficiais, as pessoas têm certeza de que aqui não tem fake news.” diz Oussama El Ghaouri. “Isso é o que nos dá credibilidade.”, completa.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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Anvisa autoriza produto à base de cannabis em projeto com a Fiocruz

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou autorização sanitária para um novo produto à base de cannabis com a participação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), produzido pela empresa Prati, Donaduzzi e Cia. O preparado foi denominado Canabidiol Farmanguinhos 200 mg/mL.

O produto tem administração por via oral e é composto de 200 mg/ml de CBD, um dos princípios ativos da Cannabis sativa e de até 0,2% de THC (tetra-hidrocanabinol, o principal componente psicoativo da planta). O pedido foi feito pela Fiocruz em março deste ano. De acordo com a Anvisa, a análise levou 35 dias no total.  

O canabidiol só pode ser utilizado a partir de um determinado tipo de receita médica (tipo B) e somente no caso de esgotamento de outros tratamentos, conforme determina a legislação para o tema.

Ainda de acordo com o regramento da Anvisa, essas substâncias são produtos, e não medicamentos. Isso porque neste último caso precisa haver estudos clínicos que comprovem a eficácia das substâncias.

Até o momento, argumenta a Anvisa, as pesquisas científicas ainda não desenvolveram métodos para aferir as evidências e informações suficientes para que tais produtos sejam considerados medicamentos.

Na avaliação do advogado da Comissão de Assuntos Regulatórios da Ordem dos Advogados do Brasil Rodrigo Mesquita, o deferimento envolve a pesquisa de um canabidiol com insumo importado pela Fiocruz. A regra existe desde 2019 e apenas agora houve uma aprovação desta, informou.

“A impossibilidade de se cultivar no país é um entrave central à própria realização de pesquisas com produtos derivados de cannabis. Enquanto não houver regulação que permita o cultivo não vai ser possível explorar a potencialidade que as instituições de pesquisa brasileiras têm nessa área.”

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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