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Trump é banido do Facebook por tempo indeterminado, anuncia Zuckerberg

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Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, é banido de Facebook e Instagram por tempo indeterminado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , foi expulso do Facebook e do Instagram por tempo indefinido, segundo informou nesta quinta-feira (7) o diretor-executivo da plataforma, Marck Zuckerberg. A expulsão acontece um dia após o republicano fazer postagens com teor favorável aos invasores do Congresso dos Estados Unidos , nesta quarta. Trump já havia sido  suspenso pelo Facebook e pelo Twitter , mas por tempo determinado.

“Acreditamos que os riscos de permitir que o presidente continue a usar nosso serviço durante este período são simplesmente grandes demais”, escreveu Zuckerberg ao anunciar a decisão de bloquear Trump .

“Portanto, estamos estendendo o bloqueio que colocamos em suas contas do Facebook e Instagram indefinidamente e por pelo menos as próximas duas semanas, até que a  transição pacífica de poder seja concluída”.

Já o Twitter , por sua vez, proibiu Trump de postar por 12 horas ou até ele excluir as publicações que foram consideradas de incitação à violência . Inicialmente, a plataforma havia apenas restringido as interações com as mensagens simpáticas aos manifestantes, impedindo que fossem compartilhadas sem nenhum comentário ou tivessem respostas. Depois, o Twitter preferiu apagar as postagens, somando ao todo três exclusões.

A plataforma também alertou o presidente de que, caso volte a postar conteúdos que incitem à violência, ele também será banido do Twitter, que é a sua rede social mais utilizada.

Ao longo da quarta-feira, Trump emitiu mensagens simpáticas aos manifestantes. Mesmo quando gravou um vídeo os pedindo para irem para casa, disse que “os amava” e eles eram “muito especiais”.

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Estelionato pela internet pode dar até 8 anos de cadeia; entenda a nova lei

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Nicolas Nogueira

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O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (5), um Projeto de Lei (PL) que aumenta as penas para furto e estelionato pela internet ou por aparelhos digitais, como celulares e computadores. O  PL prevê reclusão de quatro a oito anos para quem cometer estes crimes.

A pena de furto prevista no Código Penal, sem essas circunstâncias, é de um a quatro anos e multa. Para estelionato, a legislação atual prevê de um a cinco anos de prisão.


Com o novo projeto, a pena de furto seria aumentada de um terço ao dobro se o crime for praticado contra idoso ou vulnerável. Para fraudes cometidas com uso de servidor de informática mantido fora do país, a pena aumenta de um terço a dois terços.

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Quanto ao estelionato, o texto propõe a reclusão de 4 ou 8 anos e multa se a fraude for cometida com informações fornecidas pela vítima ou por terceiro por meio de, por exemplo, redes sociais, contatos telefônicos ou e-mails fraudulentos.

Próximos passos

O texto do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) foi apreciado pela Câmara dos Deputados em abril e sofreu poucas alterações. Os senadores acataram as mudanças feitas pelos deputados. O projeto segue para sanção presidencial. 

“[O projeto] Tem tudo a ver com o momento que estamos vivendo, um momento em que, durante essa pandemia, os golpes virtuais dispararam em todo o Brasil”, afirmou o relator da matéria, senador Rodrigo Cunha (PSBD-AL).

“Então, nós temos aqui, de dados objetivos, mais de 60 milhões de brasileiros que já sofreram fraudes apenas pela internet, na maneira financeira, fora também os outros tipos de golpes, como, por exemplo, propaganda enganosa, clonagem de cartão de crédito, boletos falsos.”

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