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Trinta e três anos de história

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Po Henrique Alexandre Mazzardo

A história da criação da Fiagril se funde com a história do desenvolvimento da agricultura em Mato Grosso. Aliada à vocação natural do estado para a produção de grãos e a vinda de pessoas com o desejo de produzir, a empresa foi fundamental para construir a potência que se tornou o Centro-Oeste brasileiro. 

A empresa teve seu início em Lucas do Rio Verde, há 33 anos, pelo produtor rural Marino José Franz. Nascido como uma empresa familiar para ajudar os produtores a se desenvolverem, se consolidou como uma companhia de fornecimento de insumos agrícolas. 

Atualmente, Mato Grosso se consolidou como um estado na vanguarda do agronegócio, sendo o maior produtor nacional de soja, milho, algodão e rebanho bovino. A Fiagril, no mesmo sentido, aumentou, ao longo dos anos, a sua oferta de produtos e serviços com o intuito de proporcionar aos produtores rurais uma maior rentabilidade nas suas lavouras. 

Além do fornecimento de insumos agrícolas, a empresa passou a armazenar, comercializar e exportar grãos de soja e milho. Em 2008, foi inaugurada também a primeira planta de fabricação de biodiesel. Apesar de ter se consolidado e criado raízes em Mato Grosso, Fiagril também aumentou suas filiais para estados como Tocantins e Amapá. 

A expansão do modelo de negócio foi feita com base em intensas pesquisas sobre o perfil dos produtores desses estados, além da análise de investimento e desenvolvimento do agronegócio nas regiões. Para os próximos anos, a expectativa é que Pará e Rondônia também tenham acesso aos serviços prestados pela companhia. 

Como resultado dessas transformações, a Fiagril tem mais de mil e duzentos clientes ativos e outros três mil clientes nas 21 unidades distribuídas em 3 estados. Com faturamento de mais de R$ 3 bilhões e mais de 450 colaboradores, a expectativa é de crescimento para os próximos anos. 

Essa trajetória da Fiagril nos traz imenso orgulho, tanto pelo nosso crescimento, como pela nossa origem, no berço do agronegócio, que se consolidou como o campeão em valor de produção agrícola de 2019, com mais de R$ 37 bilhões. E com 22 dos 50 municípios que mais investem na produção agrícola no Brasil.

Todas as ações tomadas levaram em consideração o crescimento do estado e o apoio produtor. Sabemos que tivemos suma importância no caminho traçado pelo agronegócio em Mato Grosso. Que venham mais anos prósperos e que possamos contribuir ainda mais com o desenvolvimento da agricultura no Brasil. 

Henrique Alexandre Mazzardo é Chief Executive Officer (CEO) da Fiagril

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Sobre discípulos e mestres

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Por Cassyra Vuolo

Certo dia um discípulo perguntou:

-“Mestre como devo tratar os outros?”

O mestre respondeu:

-“Não existem outros”.

A intensidade deste diálogo é inversamente proporcional a sua duração e a sua aplicabilidade tão necessária, quanto atual. Somos discípulos ou mestres, dependendo do lado da mesa que estivermos.

A forma como nos colocamos nesses espaços e as nossas decisões dizem muito sobre quem somos e as lições aprendidas na vida, ou não.

Um discípulo não tem um único mestre. A vida se encarrega de apontar diferentes mestres e oportunidades de aprendizado nas diferentes dimensões que assumimos.

No ambiente familiar, desde muito cedo os diálogos com nossos mestres, suas imagens e seus arquétipos contracenam conosco com enorme naturalidade. E tais lições viscerais ficam registradas com precisão em nosso interior emocional.

Na modernidade líquida do mundo globalizado, nas mídias sociais os mestres e discípulos têm seus conteúdos registrados nas timelines, na quantidade de “likes” que geram uma infinidade de algoritmos e identificam quem influenciamos e também nossos influenciadores.

Na vida profissional, o “líder” ou “CEOs”, ou como antigamente era conhecido, “o chefe” está identificado no organograma, na porta da sala etc., e destes apreendemos mais pelo “modus operandi” que tratam as pessoas do que pelo cumprimento dos planos e manuais técnicos.

Não existe uma fórmula para ser um bom discípulo. Sabe-se que o conhecimento, o conjunto de informações adquiridas por meio da sua experiência, agregam e influenciam nas atitudes, comportamentos e perspectivas individuais. Deste espera-se discernimento.

E para ser mestre?
Para liderar? Quais seriam os critérios mínimos?

Os manuais de liderança trazem centenas de páginas. Não desconsiderando estes conteúdos, sugiro que façamos a pergunta inicial e aguardemos a resposta.

Para facilitar a análise, um gabarito.

Um certo Nazareno respondeu: “Amarás teu próximo como a ti mesmo.” Veja no próximo um “outro nós”.

Um indiano pregou a paz e disse: “Não posso fazer mal a você sem ferir a mim mesmo”.

Quem são nossos mestres? Como estamos liderando?

A conclusão é sua. Eu já fiz a minha: “escolho estar de costas para o escuro e de frente pra luz.”

Cassyra Vuolo é Secretária de Articulação Institucional e Desenvolvimento da Cidadania do Tribunal de Contas de Mato Grosso

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