Várzea Grande

Três escolas municipais de Várzea Grande são finalistas do projeto do Ministério Público

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01/12/2020    9

Três escolas municipais de Várzea Grande são finalistas do projeto “Onde há educação a corrupção não tem vez”, idealizado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MP/MT) e executado em parceria com a prefeitura local, por meio da secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer. As unidades integram o programa de Educação em Tempo Ampliado (ETA). Entre os finalistas estão as Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB), ‘Tenente Abílio’, ‘Salvelina Ferreira’ e ‘Dirce Leite de Campos’.

A mostra dos trabalhos reuniu na manhã de hoje (1º) alunos, professores, técnicos e articuladores do ETA, bem como duas escolas da rede publica municipal, convidada para o encerramento das atividades relativas ao atual ano letivo. Como convidados da mostra estavam representantes da EMEB do campo, ‘Euraídes de Paula’ e urbana  ‘Paulo Freire’.

Todos os alunos que integraram o projeto do Ministério Público tiveram de desenvolver roteiros de teatro que tivessem como tema central as perdas, impactos e efeitos gerados pela corrupção, especialmente no poder público. Após palestras, os estudantes são estimulados à crítica e à conscientização em relação aos desvios de recursos públicos que poderiam estar sendo aplicados em educação, saúde, saneamento básico entre outros segmentos de áreas essenciais. “Toda a dinâmica remete à reflexão acerca dos malefícios da corrupção”, destaca o promotor de Justiça Douglas Strachicini.

Cada uma das escolas finalistas criou seu próprio enredo para encenação, apoiados pelos professores e articuladores do ETA. Como explica a articuladora do ETA da EMEB ‘Tenente Abílio’,Adnilse   Souza , o tema central da dinâmica foi contextualizado com a pandemia do novo coronavírus. “Focamos nas ilustrações de jovens que furam as orientações em relação ao vírus, desrespeitando as medidas de biossegurança. Eles se esquecem ao negar o isolamento, e podem levar o vírus para dentro de casa e infectar pais, avós, parentes com alguma comorbidade”. Além disso, foi retratado o pagamento de propinas, que em meio a um cenário pandêmico, resulta em respiradores de menor qualidade, colocando em risco vidas.

Da EMEB ‘Dirce Leite de Campos’, os alunos tiveram um amplo entendimento acerca do tema e depois trocaram ideias para desenvolver o enredo da peça de teatro, como explica o articulador, Genessy Almeida. “Desvio de dinheiro, superfaturamento e maus gestores de recursos públicos, foram representados”.

Da EMEB ‘Salvelina Ferreira’, o professor de teatro e dança, Júnior Faria, ampliou o entendimento da corrupção, tratando de assuntos impactos pela ação. “Temos a questão de desvio no Auxílio Emergencial, de vendas posição nas filas da Caixa Econômica e à crítica à falta de recursos. A corrupção liquida com investimentos”.

Em todas as unidades finalistas, oito alunos de cada uma, participaram das encenações.

O secretário municipal de Educação, Silvio Fidelis, explica que as escolas finalistas – todas integrantes do ETA – mostram o quanto o projeto é um diferencial no ensino-aprendizagem da rede pública municipal. “Começamos em outubro de 2015 com o projeto, de forma piloto, em uma escola municipal. Chegamos a 2020 com 22 escolas integrando o ETA, agregando 1,7 mil alunos. Acredito que esses dados mostram a importância, o alcance e como ele tem sido um diferencial na comunidade escolar”.

Mesmo sob um período de muitas dificuldades, adotando todas as medidas que esse novo tempo requer, retomamos as aulas do ETA em setembro, reforçando o ensino e despertando talentos. “Foi preciso criar um sistema hibrido de ensino que envolve oficinas e aulas remotas, um desafio que está se mostrando vencido e de resultados”.

Os integrantes da equipe vencedora serão premiados com um tablet cada um. O professor-orientador da turma também ganhará um tablet. A escola cuja equipe sagrar-se vencedora receberá, ainda, o prêmio no valor de R$ 1 mil. Os demais estudantes ganharão medalhas por participação do projeto.

Por: Marianna Peres – Secom/VG

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Várzea Grande

Sociedade civil organizada é convidada a participar do Conselho da Cidade

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Entidades representantes da sociedade civil organizada com atuação no município de Várzea Grande podem se inscrever para integrar o Conselho da Cidade, o Concidade, e assim contribuir com o desenvolvimento urbano e social do município. O edital de convocação para o preenchimento de 13 vagas da categoria foi publicado nesta quinta-feira, 21 de janeiro, no Diário Oficial dos Municípios. 

A inscrição deve ser realizada na Secretaria Municipal de Planejamento, em horário comercial das 8h às 12h e das 14h às 18h entre os dias 21 e 29 de janeiro. A audiência pública que escolherá os representantes será realizada no dia 09 de fevereiro, às 8h, no ginásio “Complexo Esportivo Júlio Domingos de Campos – Fiotão”.

Estão convocadas a participar do processo de escolha entidades oriundas dos segmentos: classe trabalhadora, movimentos sociais, classe empresarial, classe de profissionais acadêmicos, de pesquisa e de conselhos de classe, além de Organizações Não Governamentais (ONGs).

De acordo com o edital é impreterível que as entidades tenham atuação fim na área de desenvolvimento urbano e social. Das 13 entidades representativas da sociedade civil organizada 05 membros devem ser oriundos dos movimentos sociais; 02 da classe trabalhadora; 02 da classe empresarial, 03 das classes de profissionais acadêmicos, de pesquisa e de conselhos de classe; e, um das organizações não governamentais.

O secretário de Planejamento e presidente do Conselho, João Carlos Cardoso, informou que cada entidade poderá se inscrever para um único segmento representativo da sociedade civil organizada.

“No ato da inscrição é necessário apresentar o requerimento de inscrição da entidade, o estatuto da entidade alem de: ato constitutivo, inscrição no cadastro nacional de pessoa jurídica, ata de eleição vigente, posse de diretoria, documentos pessoais dos membros da diretoria, além do nome do conselheiro titular e suplente que serão representantes da entidade junto ao Concidade”, enfatizou lembrando que todos os detalhes do processo está disponível na Resolução 01/2012/Concidade, publicada nesta quinta-feira.

 

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