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Treino é treino, jogo é jogo

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francisney Liberato

Francisney Liberato

Um dos ditados populares do meio futebolístico e mais conhecidos pelos jornalistas, técnicos, jogadores e torcedores é: “treino é treino, jogo é jogo”. Aliado a esse ditado, temos um outro termo, que também é muito falado: “o jogador está sem ritmo de jogo”.

 

Em minha concepção, os ditados citados, querem trazer o seguinte significado: O treino é de extrema importância, mas é na prática, após o som do apito, que começa a valer de fato, pois o que conta são os resultados.

 

Extraindo o acima citado para a área comportamental, concluo que a vida é, também, um jogo da vida real.

 

Conheço pessoas que vivem sonhando com o seu futuro, planejam a vida para os próximos anos, montam estratégias para criar os filhos, vivem no mundo do planejamento e do treino, contudo, efetivamente, não entram no “campo” da vida, ou seja, não executam de fato o seu treino.

Por mais que haja treino e a devida preparação, treino sempre será treino, que, em outras palavras, é apenas um aprimoramento e preparação para a prática. Ser um craque nos treinos, não quer dizer que na vida real terá o mesmo sucesso, pois a prática é a validação do treino, se é o certo, ou se necessita de melhorias

Para sentir a emoção da vida, você precisa encarar os desafios que lhes são propostos, por mais complexo e difícil que seja, pois é no jogo da vida que vamos amadurecer, aprender, fracassar, cair, chorar, ganhar experiências e ritmo.

 

Quando Jesus esteve neste mundo, ele não apenas planejou a sua vida, tampouco, apenas disse o que deveríamos fazer, mas de fato praticou, vivenciou os desafios. Ele executou o que ensinou, mesmo tendo dissabores e traições dos seus amigos e inimigos.

 

Cristo ganhou ritmo de vida. Teve uma curta jornada, contudo, o Seu nome dividiu a história deste mundo, além de nos presentear com a salvação.

 

Treino é treino, jogo é jogo. Só ganha ritmo, quem joga. Que possamos ir além da teoria e do planejamento, aplicando e exercitando o que treinamos. Lutas e desafios todos nós estamos propensos a enfrentar, mas ainda assim, é preciso manter o ritmo da caminhada, aptos, a escrever uma nova história para as nossas vidas.

 

Francisney Liberato Batista Siqueira é Secretário de Controle Externo, Auditor Público Externo do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador. Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias” e “Como falar em público com eficiência”.

 

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A hora da colheita

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Francisney Liberato

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Aquele que espera pelo que plantou nunca se decepcionará. Ainda que demore, o tempo certo para que todas as coisas se cumpram, não se atrasa.

 

Qual seria o momento ideal para uma colheita? Se você é um agricultor e planta o milho, quanto tempo é necessário para colhê-lo? O momento certo da colheita traz outros fatores indispensáveis para o sucesso do plantio.

 

Segundo especialistas do ramo, antes de começarmos a pensar na colheita, é relevante que se planeje o plantio. Você precisa analisar o solo adequado para se plantar o milho, avaliar se o solo precisa de correções para que a plantação seja bem-sucedida.

 

É importante deixar o espaçamento adequado para o plantio. A depender do tipo do milho, alguns podem necessitar de mais espaços, já outros tipos, não; saber escolher bem as sementes; cuidar para que as pragas não invadam e destruam a sua plantação; suprir com irrigação necessária; colocar a temperatura apropriada. O milho precisa de muita iluminação da luz solar. Guardadas as variações das espécies dos milhos, a colheita pode acontecer em cerca de três meses ou levar até dez meses.

 

Então, qual é o tempo necessário para colheita do milho? Conforme acima dito entre três e doze meses. De todo modo, o milho precisa de tempo, entre a sua preparação até chegar o momento da colheita.

 

Já temos debatidos em outros textos sobre o plantio e sempre dei ênfase, na lição de quem planta, colhe; quem não planta, não colhe. Quem planta banana, colherá banana. Quem planta melancia, colherá melancia. Não tem como ser diferente disso, é a lógica do plantio e da colheita.

 

Além dos fatores já mencionados, é importante frisarmos de que todo plantio depende de tempo para a sua maturidade.

Na nossa vida comportamental, muitos não plantam nada, e pretendem colher; outros plantam errado e desejam colher o certo. Além do mais, é necessário tempo para que o fruto esteja maduro. Ninguém em sã consciência planta a semente hoje e espera que o fruto nasça amanhã

Qual é o momento da colheita? Depende, pois assim como o milho, que existem de vários tipos e espécies, e cada qual com o seu tempo de maturidade, nós, como seres humanos não somos diferentes disso, pois, cada indivíduo tem a sua particularidade e o seu tempo para se tornar maduro. Contudo, infelizmente, alguns nunca conseguirão obter a maturidade e gozar da colheita correta.

 

Levando em consideração a criatura ímpar que é o ser humano, a variação de cada um, o solo em que ele está vivendo, o ambiente, os cuidados que têm com a sua plantação, o zelo para que a plantação dê resultados satisfatórios, é difícil o dizer o tempo exato da colheita.

 

O momento da colheita não sabemos quando será. Porém, de um cenário eu tenho certeza, quem planta, colhe, pode ser que a colheita demore um pouco, além do seu esperado, porém, no momento exato, você colherá os frutos desejados.

 

*Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

 

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