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Tolentino diz à CPI que está internado; motoboy prestará depoimento em seu lugar

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 Empresário Marcos Tolentino
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Empresário Marcos Tolentino

O empresário Marcos Tolentino, cujo depoimento à CPI da Covid estava marcado para esta quarta-feira (1), informou ao Senado que passou mal ao dirigir-se para Brasília na noite de terça-feira (31). Com isso, o motoboy Ivanildo Gonçalves, funcionário da VTCLog, irá depor em seu lugar. As informações são da CNN Brasil.

Tolentino alegou sofrer de sequelas decorrentes de grave acoometimento da Covid-19” e, por isso, iria depor à comissão acompanhado de um médico e um enfermeiro. No entanto, teria sofrido um “grave mal estar” e foi internado no Hospital Sírio Libanês em São Paulo. A defesa do empresário enviou documentos do hospital para provar a condição de saúde dele.

O motoboy Ivanildo tinha depoimento marcado para ontem (31). Ele, porém, escolheu não comparecer ao senado, amparado pela autorização dada pelo ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O funcionário da empresa de logística que presta serviços ao Ministério da Saúde chamou a atenção da cúpula da CPI da Covid após ter sacado cerca de R$ 4,8 milhões em espécie a pedido da empresa.

Ontem, com a ausência do depoente, a CPI votou novos requerimentos e mostrou provas de que o motoboy realizou pagamento de boletos para Roberto Dias, ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde.

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Governo federal pretende descredibilizar relatório da CPI: ‘relatório do Lula’

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Governo federal pretende descredibilizar relatório da CPI: ‘relatório do Lula’
Edilson Rodrigues/ Agência Senado

Governo federal pretende descredibilizar relatório da CPI: ‘relatório do Lula’

O governo federal já trabalha com a ideia de que o relatório final da CPI da Covid não será ameno e, por isso, já traça sua estratégia para lidar com as consequências negativas que o documento trará. Entre os crimes que devem ser imputados a Jair Bolsonaro e membros do governo está o  homicídio doloso, quando há intenção de matar, por ter demorado a comprar vacinas. As informações foram publicadas, nesta terça-feira (19), pelo ‘Estadão’.

Mesmo com alguns dos integrantes do chamado G7 discordando de trechos do parecer de Renan Calheiros, especialmente na acusação de promover genocídio entre indígenas e contra o senador Flávio Bolsonaro, o governo admite que não há como impedir que um relatório muito duro seja apresentado.

Tendo isso em vista, a ideia, então, é trabalhar politicamente para tentar desqualificar as acusações e carimbá-las como sendo de cunho eleitoral. Segundo definiu um aliado muito próximo de Bolsonaro, a ideia é classificar a CPI e o  relatório final como “relatório do Lula”, citando a ligação política de Renan Calheiros com o petista.

Divergências entre o ‘G7’

O vazamento do relatório da comissão foi considerado por membros do G7,  especialmente o senador Omar Aziz, como uma quebra de compromisso. Segundo os membros, o relatório final deveria receber contribuições dos senadores antes de ser apresentado ao público e à imprensa. Com o vazamento, os senadores acham que Renan quis fazer uma espécie de política do fato consumado, com seu relatório valendo independentemente da opinião de outras visões.

Outro ponto de divergência entre o G7 é a inclusão ou não do crime de genocídio contra o povo indígena. Aziz e outros senadores acham que incluir este ponto seria uma “mão pesada demais”. Além disso, a inclusão do item poderia dar munição para o governo alegar que o relatório é político.

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