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Tiroteio em festival mata jovem e deixa feridos; veja vídeos

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O tiroteio durante um festival de rua em U Street, na cidade de Washington, nos Estados Unidos
O tiroteio durante um festival de rua em U Street, na cidade de Washington, nos Estados Unidos

Um adolescente de 15 anos morreu e outras três pessoas ficaram feridas em um tiroteio durante um festival de rua em U Street, na cidade de Washington, nos Estados Unidos, neste domingo. Conforme a polícia, o evento “Moechella” não tinha autorização para ser realizado.

 

 

Em entrevista coletiva realizada à noite, o chefe da Polícia Metropolitana de Washington, Robert Contee, disse que várias centenas de pessoas se reuniram no “evento não permitido” e a polícia foi para o local com o objetivo de interromper o festival após o registro de uma briga. Outro incidente no mesmo dia levou várias pessoas a serem pisoteadas e feridas. Uma arma de fogo foi apreendida após o segundo incidente. Mais tarde, tiros foram disparados na multidão. Entre os quatro baleados, há um policial, que foi levado para o hospital com as outras duas vítimas que resistiram aos ferimentos.

 

 

“Certamente queremos garantir que as pessoas sejam responsabilizadas quando realizam eventos não permitidos em nossa cidade. Esse é um dos motivos”, disse Contee, conforme o portal USA Today.

A identidade das vítimas não foi divulgada. A polícia informou ainda que “várias” armas de fogo foram apreendidas no local, incluindo uma que pertencia a um dos baleados.

A prefeita Muriel Bowser também fez um pronunciamento sobre o caso:

“Temos uma criança que foi morta hoje em um evento que não teve nenhum planejamento adequado. Precisamos de alguma responsabilidade aqui”, ressaltou.

De acordo com a página do Instagram de Moechella, o evento foi idealizada como uma “manifestação pacífica” no feriado de Juneteenth, que marca o fim da escravidão nos EUA e foi realizado em U Street por ser um distrito historicamente habitado pela população negra na capital do país.O festival também celebrava o go-go, um gênero de música que se originou e ainda é popular em Washington.

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Fonte: IG Mundo

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Trump sabia que apoiadores portavam armas durante invasão do Capitólio

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Donald Trump
Reprodução/Twitter

Donald Trump

A ex-assessora de Mark Meadows, último chefe de gabinete do presidente Donald J. Trump, disse que Trump insistiu para que a segurança permitisse que os manifestantes transitassem armados livremente durante a invasão do Capitol no dia 6 de janeiro. Cassidy Hutchinson disse que seu chefe, Mark Meadows, fez ‘pouco caso’ para tentar administrar a situação.

Trump, em seu site Truth Social, negou muitas das acusações de terça-feira. Hutchinson depôs que Meadows previu a um de seus próprios assessores que as coisas ficariam “muito, muito ruins”, sugerindo que a equipe de Trump sabia que seus apoiadores planejavam invadir o Capitólio ou cometer violência dias antes do ataque. 

A ex-assessora da Casa Branca detalhou aos legisladores como Donald Trump explicou abertamente que não “se importava” após ser informado de que seus apoiadores nas cidade e ao redor do Capitólio portavam armas de fogo, facas, porretes e até fuzis AR-15, proibidos no Distrito de Columbia.

O depoimento da funcionária detalha que Donald Trump e seus aliados sabiam que seus apoiadores planejavam cometer atos de violência contra os adversários políticos na tentativa de derrubar o resultado das eleições. 

Fonte: IG Mundo

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