TECNOLOGIA

TikTok cria recurso para procurar emprego com currículo em vídeo

Publicados

em


source
TikTok tem novidade
Unsplash/Kon Karampelas

TikTok tem novidade

O TikTok começou oficialmente os testes da nova ferramenta para que usuários possam se candidatar a vagas de emprego  de diversas empresas pela plataforma. Denominada como TikTok Resumes, o recurso servirá para que usuários enviem currículos em formato de vídeo para as companhias onde desejam trabalhar.

O TikTok lançou a novidade após acompanhar a crescente onda de conteúdo relacionado ao mercado de trabalho na plataforma. Os testes acontecerão até 31 de julho. Durante a fase de testes, o TikTok chamou algumas empresas que estejam procurando candidatos, dentre elas: Chipotle, Great Clips, Shopify, Sweetgreen, Target, e outras.

As vagas inicias são bastante variadas – de postos de trabalho em estoque de loja à engenheiro de dados sênior. Algumas empresas também estão oferecendo vagas para administradores de redes sociais . Especificamente para esta vaga, espera-se que a pessoa que se candidatar por meio do TikTok tenha experiência com criação de conteúdo online.

Você viu?

O vídeo de instrução lançado pelo próprio TikTok solicita aos interessadao em se candidatar às oportunidades que lembrem-se de não fornecer informações pessoais no currículo em vídeo, evitando falar endereço de e-mail, contato e outras informações sensíveis, já que o vídeo estará disponível publicamente.

De acordo com o portal The Verge , a nova empreitada do TikTok mostra a preocupação da empresa em acompanhar a evolução da geração Z (aquela das pessoas nascidas depois de 1995), que são os que mais consomem conteúdo na rede social.

Boa parte dos jovens dessa geração estão começando a buscar seus primeiros empregos e, logo, ajudá-los na empreitada de pensar sobre o futuro poderia ser um bom negócio para a rede, acompanhando também essa parte mais profissional da vida de seus usuários.

Comentários Facebook
Propaganda

TECNOLOGIA

Apple vai ter que indenizar advogado por iPhone 12 roubado e invadido

Publicados

em


source
Loja da Apple em Londres
Divulgação/Apple

Loja da Apple em Londres

A Apple foi condenada a pagar uma indenização de R$ 5 mil por danos morais a um proprietário de iPhone 12 que teve seu celular roubado e invadido por criminosos. A decisão é do 4º Juizado Especial Cível do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). Consta no despacho que a vítima comprovou que ladrões furtaram seu iPhone e o invadiram mesmo sem a senha, burlando inclusive o Face ID — biometria facial usada por gadgets da Apple.

Vítima teve iPhone 12 roubado e prejuízo de R$ 70 mil

A vítima é o advogado Sergio Araujo Nielsen, que atuou em causa própria no caso. Segundo ele, os criminosos que furtaram seu iPhone 12 conseguiram desbloquear o aparelho mesmo sem a senha ou com reconhecimento facial.

Após terem acesso ao menu do celular, os ladrões desativaram o aplicativo usado para rastrear aparelhos da Apple — possivelmente o “Buscar”, padrão para os produtos Apple — e usaram dados do advogado para realizar transações bancárias no valor de R$ 70 mil. Nielsen informou ao TJES que o valor roubado já foi ressarcido pelos bancos, após ficar comprovado que as transações eram fraudulentas.

Leia Também

Com isso, a vítima pede indenização por danos morais por considerar “não ser razoável que um aparelho de celular da marca do requerido [Apple] e que custa aproximadamente R$ 6.000 (seis mil reais) não ofereça o mínimo de segurança aos consumidores”. Ainda segundo a vítima, o dispositivo foi furtado com a tela bloqueada, ou seja, os criminosos não poderiam invadi-lo, a não ser que descobrissem a senha ou usassem o Face ID.

Juíza cita CDC e afirma que houve “falha de segurança”

A juíza leiga Laíra Riani Britto decidiu a favor da vítima, ao determinar que a Apple pagasse uma indenização de R$ 5 mil. Na análise do caso, a magistrada enquadrou a relação entre Nielsen e a Apple no Código de Defesa do Consumidor (CDC). Desta forma, a fabricante do iPhone 12 seria responsável por indenizar o cliente por eventuais danos, independentemente da existência de culpa.

Para a juíza, ficou demonstrado que os criminosos entraram no aparelho da vítima sem o fornecimento de senha ou uso biometria facial. Na decisão, Britto aponta: “Tal fato deixa demonstrada a fragilidade do sistema do aparelho de celular, sendo forçoso o reconhecimento do pedido inicial, já que para todas as funcionalidades alteradas pelos criminosos, necessário ao menos utilização de senha pessoal”.

Mesmo se Nielsen não tivesse seguido os passos recomendados pela Apple para instalar todas as medidas de segurança em seu iPhone 12, a juíza alega que o caso envolve a facilidade dos criminosos em acessar dados do cliente, e não sobre quais medidas ou não foram tomadas pelo consumidor para proteger o celular.

Quanto aos danos morais, a juíza deu razão à vítima pelo porte da Apple, considerando a “falha de segurança” apresentada por um de seus celulares. Ela também menciona o transtorno causado pelo roubo do iPhone 12: “Ademais, os fatos ultrapassaram o mero dissabor, já que mediante o acesso aos dados do Autor houve a transferência de mais de R$ 70.000,00 da conta bancária do Requerente, situação que indubitavelmente causou inquietação, ansiedade e apreensão até ser resolvida pela instituição financeira.”

Vale ressaltar que Sergio Araujo Nielsen é advogado e foi nomeado como membro da Comissão de Juizados Especiais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Espírito Santo, em 28 de julho de 2020.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana