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Testes da Pfizer excluíram pessoas com histórico de alergias graves

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O FDA se reunirá nesta quinta-feira (10) para discutir uma possível autorização de uso emergencial da vacina Pfizer-BioNTech nos EUA
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O FDA se reunirá nesta quinta-feira (10) para discutir uma possível autorização de uso emergencial da vacina Pfizer-BioNTech nos EUA

Os testes clínicos da vacina da Pfizer excluiu pessoas com histórico de  reações alérgicas graves, de acordo com dados divulgados pelo FDA (Food and Drug Administration, órgão norte-americano equivalente à Anvisa), na terça-feira (8).

A informação foi divulgada após o órgão regulador britânico, National Health Service (NHS), informar que dois de seus profissionais da saúde apresentaram alergia depois de tomar a vacina ontem (9).

Nesta quarta-feira (9), as autoridades inglesas de saúde emitiram um alerta e decidiram aconselhar pessoas com “histórico significativo de reações alérgicas” a não tomar a vacina.

Os participantes com uma “história de reação adversa grave associada a uma vacina e / ou reação alérgica grave (por exemplo, anafilaxia) a qualquer componente da (s) intervenção (ões) do estudo” não foram incluídos no grupo de 44 mil voluntários do estudo.

Em um comunicado, a Pfizer disse: “Como medida de precaução, a MHRA emitiu orientação temporária para o NHS enquanto conduz uma investigação para compreender plenamente cada caso e suas causas. A Pfizer e a BioNTech estão apoiando a MHRA na investigação.”

Ambos os membros da equipe tinham uma história significativa de reações alérgicas e eram portadores de autoinjetores de adrenalina, de acordo com a PA Media. Milhares de pessoas vacinados no Reino Unido nesta terça-feira (8).

O Comitê de vacinas da FDA se reunirá nesta quinta-feira (10) para discutir uma possível autorização de uso emergencial da vacina Pfizer-BioNTech Covid-19 nos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Pela 1ª vez desde março, SP possui menos de 10 mil internados na UTI

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 Covid-19: SP registra menos de 10 mil internados na UTI pela 1ª vez desde março
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Covid-19: SP registra menos de 10 mil internados na UTI pela 1ª vez desde março

O estado de São Paulo registrou neste domingo, pela primeira vez desde março, um número de internados em UTIs com Covid-19 abaixo de 10 mil . Atualmente, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, são 9.944 pessoas em unidades de terapia intensiva, além de outras 11.354 em leitos de enfermaria, com casos menos graves da doença.

O patamar de 10 mil ou mais internações simultâneas em UTIs foi atingido em 14 de março e, desde então, embora a tendência tenha sido de queda nas últimas semanas, ainda se mantinha no sistema de saúde paulista.

Em comparação, em 14 de março, na primeira vez que o estado de São Paulo registrou mais de 10 mil pessoas internadas em UTI com coronavírus desde o começo da pandemia, a crise sanitária estava em ampla expansão. De acordo com comunicado da secretaria de saúde à época, naquele dia havia 10.244 internados em UTIs e 13.382 em enfermaria. As taxas de ocupação dos leitos de UTI eram de 90% na Grande São Paulo e de 88,4% no estado como um todo.

Neste domingo, as taxas estão em 78,6% no estado e em 76,7% na Grande São Paulo, com uma margem maior devida à abertura de diversas vagas em hospitais de campanha e em unidades tradicionais.

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Desde então o estado passou pela fase mais crítica da pandemia. Em 14 de março, eram 2,202 milhões de casos e 64.123 mortes. Hoje, em contraste, são 3,003 milhões de casos e 100.799 óbitos (a marca de 100 mil casos foi superada neste sábado).


Ou seja, em oito semanas o total de casos subiu em mais de 800 mil, ou 36%. Já o número de mortos pela doença registrou um incremento de 36.676, ou alta de 57,2% nessas oito semanas.

Fonte: IG SAÚDE

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