BRASIL E MUNDO

Terras indígenas recebem quase R$ 1 milhão para recuperação de vegetação nativa

Publicado


.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) investiu R$ 900 mil em ações de recuperação da vegetação nativa em 40 terras indígenas localizadas em diversos biomas brasileiros ao longo dos últimos 12 meses. Do total, R$ 500 mil foram destinados à aquisição de sementes, mudas e insumos. As medidas contribuem para a conservação da biodiversidade, promoção da segurança alimentar e fortalecimento de práticas tradicionais indígenas de manejo ambiental.

Ao completar um ano no cargo, o presidente da Funai, Marcelo Xavier, destaca as vantagens de os indígenas apostarem no plantio de espécies que, além de reforçar a alimentação, tenham elevado valor econômico. “A preservação ambiental também pode resultar em retorno financeiro para as aldeias. Ao plantar espécies com valor agregado, os indígenas podem gerar renda a partir da comercialização do excedente, o que contribui para que eles tenham melhores condições de vida”, ressalta. 

Na Terra Indígena Kapoto/Jarina (povo Kayapó) e na Terra Indígena Panará (povo Panará), estão sendo cultivadas 4 mil mudas de espécies nativas, como mogno, ipê, jatobá, seringueira, copaíba, cedro, peroba, cumaru, pequi, cacau, açaí e cupuaçu. A recuperação de áreas degradadas foi realizada por meio da implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs), que são formas de uso e manejo do solo nos quais que árvores são combinadas com cultivo agrícola para diversificar a produção. As ações tiveram o apoio da Coordenação Regional da Funai Norte do Mato Grosso.

Marcelo Xavier destaca as vantagens de os indígenas apostarem no plantio de espécies que, além de reforçar a alimentação, tenham elevado valor econômico. “A preservação ambiental também pode resultar em retorno financeiro para as aldeias. Ao plantar espécies com valor agregado, os indígenas podem gerar renda a partir da comercialização do excedente, o que contribui para que eles tenham melhores condições de vida”, ressalta. 

Outras diligências 

O povo Xavante, por meio da Funai, participou de ações de capacitação, oficinas de planejamento e implantação de três módulos agroflorestais nas aldeias São Bráz, Nossa Senhora das Graças e Novo Diamantino, da Terra Indígena São Marcos; e dois módulos nas aldeias Tsorempre e Riprere, da Terra Indígena Sangradouro, no estado de Mato Grosso. Um mutirão foi responsavel pelo plantio de espécies de uso tradicional do povo Xavante além de epécies frutíferas exóticas.  

REDD+

A Funai estuda maneiras de garantir o pagamento por serviços ambientais aos povos indígenas. A ideia envolve o chamado REDD+, que é um incentivo desenvolvido no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) para recompensar financeiramente países em desenvolvimento por seus resultados de redução de emissões de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal. As tratativas são coordenadas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), com suporte da Funai no escopo indígena.

A fundação também participa da implementação do Programa Floresta+, instituído pelo MMA e que busca valorizar as ações de preservação da floresta nativa brasileira.

 

 

 

 

Fonte: Brasil.gov

Comentários Facebook
publicidade

BRASIL E MUNDO

Mulher desconfia que gato tenha morrido ao comer plantas de sementes misteriosas

Publicado


source
plantas
TV TEM / Reprodução

Sementes foram plantadas pela mulher após serem recebidas pelos correios

Uma moradora da cidade de Itapetininga, em São Paulo , desconfia que o consumo da planta nascida após cultivo de uma semente misteriosa vinda da China pelos correios tenha causado a morte do gato de estimação da família no último dia 19.

Segundo Mariza Silveira, as sementes teriam chegado à casa dela antes mesmo da encomenda de uma camisa do país oriental feita pela internet. O material, entregue em um envelope, pesava cerca de dez gramas e estava embalado em um saco plástico pequeno.

“Eu abri, como veio escrito ‘gratuito’, falei ‘nossa, ganhei um presente, né?'”, disse a mulher em entrevista à TV Tem. Em um mês, a planta cresceu com aparência de grama. Segundo Mariza, algumas sementes foram no mesmo vaso de um pequeno pé de jabuticaba, que repentinamente passou a se desenvolver melhor e até mesmo criar brotos.

Coincidentemente, a gata da família, chamada Mia, ficou doente após comer algumas das plantas. Ela passou a ter diarréia e acúmulo de líquidos na barriga, passando por 15 dias de sofrimento até ser eutanasiada.

Registros do recebimento de sementes misteriosas vindas da China que eram notificados nos Estados Unidos e na Europa passaram a chamar atenção das autoridades brasileiras nos últimos meses. Até o momento, pelo menos 36 denúncias de encomendas do tipo foram feitas por moradores de oito estados brasileiros junto ao Ministério da Agricultura.

A instrução do órgão é que em hipótese nenhuma essas sementes sejam plantadas, já que podem ser danosas para a natureza e para os humanos.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Agronegocio

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana